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iranilson fiuza
Policiais civis prenderam na manhã desta sexta-feira (14) um terceiro suspeito de envolvimento no latrocínio que vitimou o empresário Iranilson Fiuza, de 32 anos. O crime ocorreu em fevereiro deste ano, no distrito de Maria Quitéria, zona rural de Feira de Santana.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o corpo do empresário foi encontrado no dia 18 de fevereiro, dentro do porta-malas do próprio carro, com um tiro na cabeça.
Agentes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) ainda apreenderam com o suspeito uma arma de fogo, que pode ter sido utilizada no crime, além de uma quantidade significativa de drogas. O homem também foi autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes.
Conforme as investigações, o empresário foi sequestrado após se negar a entregar a chave do cofre aos criminosos. Os autores levaram o cofre e fugiram com a vítima, que apareceu morta no dia seguinte.
Esta é a terceira prisão relacionada ao caso. O primeiro suspeito foi capturado no dia 25 de setembro, e o segundo, no dia 29 de outubro.
As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos. A operação contou com participação do Deic/Denarc, da DRFR e da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Feira de Santana.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.