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international board
A International Board vai se reunir neste final de semana em Londres. O órgão regula o futebol mundial e na pauta estão algumas sugestões que visam melhorar a dinâmica do jogo, principalmente em relação ao tempo de bola rolando. Além de discutir a nova de impedimento.
Sobre o tempo, o debate é a possibilidade do fim dos 90 minutos corridos, para o uso do cronômetro parado sempre que a bola não estiver em jogo. Porém, a ideia é reduzir a duração para dois tempos de 30 minutos de partida. A Copa do Mundo do Catar ficou marcada pela tentativa de recuperar o tempo perdido, onde em alguns casos, os árbitros indicaram acréscimos superiores a dez minutos.
Já em relação ao impedimento, a sugestão é do ex-técnico francês Arsene Wenger, atual diretor de desenvolvimento da Fifa. Ele recomenda que o jogador não esteja mais em posição irregular se qualquer parte do corpo estiver na mesma linha do penúltimo defensor.
Além dessas sugestões, outras alterações na regra já estão aprovadas e entrarão em vigor a partir de junho deste ano. Uma delas é o gol marcado com a presença de jogadores reservas no campo de jogo. Mas apenas se eles não interferirem na jogada. A mudança foi inspirada na final da Copa, quando Messi fez o terceiro gol da Argentina e atletas do banco de reservas pisaram no gramado antes da bola estufar as redes. A outra é o quarto a?bitro poder auxiliar o principal, como fazem os assistentes. Já as comemorações exageradas poderão ser levadas em conta pelo árbitro para descontar o tempo nos acréscimos. Por fim, os goleiros não poderão mais fazer jogos psicológicos com os cobradores de pênaltis e nem atrasar a cobrança batendo os pés e mãos nas traves ou ajeitando as redes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ana Paula Matos
"Você tem um governo do estado que está dizendo que todas as cidades, todos os prefeitos não estão cuidando da saúde? De quem é o problema? Ou tem algo errado aí?"
Disse a vice-prefeita de Salvador e ex-secretária de Saúde, Ana Paula Matos ao rebater as críticas feitas pela oposição sobre a falta de leitos nos hospitais públicos da capital baiana e a falta de hospitais com “demanda aberta”, aqueles que atendem casos de urgência e emergência mediante necessidade.