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interesses municipais
Em um almoço com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), o prefeito de e Andaraí, Wilson Cardoso (PSB), declarou sua intenção de concorrer à presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB) nesta segunda-feira (04). O candidato defendeu os interesses municipais e na promoção de políticas públicas em parceria com o Governo da Bahia.
Para melhor apoio, o candidato pretende consultar deputados, o atual presidente da UPB, Quinho Tigre (PSD), e os ex-presidentes da entidade, incluindo Zé Cocá (PP), Caetano e Eures Ribeiro, em busca de apoio e orientação. “Irei buscar consenso e orientação dos prefeitos da situação e oposição, além do atual presidente e ex-presidentes da UPB”, declarou o candidato e prefeito Wilson Cardoso.
O prefeito destacou sua trajetória na gestão pública, estando em seu quarto mandato, e sua atuação como ex-presidente da Federação dos Consórcios Públicos da Bahia (FECBAHIA), como qualificações que o capacitam para contribuir de maneira significativa à frente da UPB.
“Com a experiência adquirida em minha trajetória na gestão pública, acredito que posso oferecer uma visão estratégica para fortalecer ainda mais os municípios baianos,” declarou Wilson. Reforçando ainda que sua meta é intensificar o diálogo entre as prefeituras, o Governo Estadual e Governo Federal, visando um fortalecimento da representatividade municipal e a ampliação do acesso a recursos e projetos de desenvolvimento local.
Sua intenção pela disputa presidência foi confirmada pelo prefeito de Jequié reeleito Zé Cocá ao Bahia Notícias, em entrevista ao Projeto prisma. Apesar das ambições, o prefeito admite necessitar do consenso dos municípios para presidir a União de Municípios da Bahia.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.