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instituto rio metropole
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) prendeu Davi Perini Vermelho, conhecido como "Didê", durante uma operação de combate a um esquema de corrupção. Segundo as investigações, o Instituto Rio Metrópole (IRM), presidido por Didê, estava envolvido no desvio de recursos públicos que, somados, ultrapassam o valor de R$ 86 milhões.
Dados do portal g1 apontam que o esquema consistia na assinatura de contratos ilegais e no direcionamento de licitações fraudulentas. A fraude ocorria por meio do repasse de grandes somas de dinheiro para uma empresa de fachada, que realizava saques em espécie para dificultar o rastreamento dos valores pelos órgãos de controle.
Durante a ação, também foram presos Amanda Íthala Santos da Paschoa, Caroline Soares Barros, Franquis Dias Nepomuceno e Marcelo Lopes da Silva. Já Maurício Silva Knoploch dos Santos, diretor de Planejamento e Projetos do IRM e pai do deputado estadual Alexandre Knoploch (PL), é considerado foragido pela Justiça.
O IRM é o órgão executivo da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), responsável por implementar as decisões tomadas pelo seu Conselho Deliberativo. Sua missão institucional é garantir o suporte necessário para o cumprimento das atribuições do Conselho, especialmente no detalhamento de diretrizes gerais, planos e normas metropolitanas. O instituto atua diretamente na elaboração de projetos de grande escala nas áreas de mobilidade, saneamento, meio ambiente, tecnologia e habitação.
Em nota, o Governo do Estado do Rio de Janeiro reforçou seu compromisso com a transparência, a correta aplicação dos recursos públicos e o combate à corrupção. A gestão estadual explicou que “identificou indícios de irregularidades nos contratos por meio de uma auditoria realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE) e pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no Instituto Rio Metrópole (IRM). Assim que os relatórios foram concluídos, o material foi formalmente encaminhado ao Ministério Público, órgão competente para conduzir investigações criminais”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.