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injetou restos de borboleta
A Polícia Civil informou nesta quarta-feira (16) que um laudo no corpo do adolescente Davi Nunes Moreira não apontou a causa da morte a partir de um líquido de restos de borboleta injetado na perna dele. Em nota, a polícia informou que a perícia indicou “causa indeterminada” e laudos complementares “são aguardados para a conclusão do caso”.
Davi, de 14 anos, morreu no dia 12 de fevereiro deste ano. Morador de Planalto, no Sudoeste baiano, o jovem foi socorrido para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, na mesma região, onde foi a óbito. Após a morte, o pai do adolescente encontrou embaixo do travesseiro do garoto uma seringa usada para injetar o líquido.
Conforme o G1, o primeiro sintoma apresentado pelo adolescente foi um machucado na perna, e uma semana antes da internação, o pai do adolescente percebeu que o filho mancava. No entanto, o garoto afirmou que tinha se machucado enquanto brincava.
Após o garoto vomitar, o pai o levou ao hospital de Planalto onde ficou por sete dias internado. Depois, ele foi transferido para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. O caso segue investigado pela 1ª Delegacia de Vitória da Conquista.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.