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A Prefeitura de Salvador estuda a concessão da Praça Thomé de Souza à iniciativa privada, em contrato estimado em R$ 223 milhões e com validade prevista de 30 anos. O projeto inclui a modernização do espaço, considerado por historiadores como a primeira praça do Brasil.
Conforme a proposta, a concessionária que assumir o contrato ficará responsável pela operação do Elevador Lacerda, dos planos inclinados da região do Centro e do novo centro de convenções, que será construído no subsolo do prédio atual da prefeitura.

Foto: Prefeitura de Salvador
As informações foram publicadas pelo site Aratu On nesta quinta-feira (11), e confirmadas pelo Bahia Notícias na sequência.
Conforme divulgado, o processo de concessão está em fase de estudos, iniciados em maio e com conclusão prevista para outubro. Após essa etapa, será realizada a sessão pública para formalizar a escolha da empresa que administrará o espaço.

Foto: Prefeitura de Salvador
Ainda segundo as informações, o cronograma sofreu atraso de quase um ano por ajustes solicitados pela própria gestão municipal. Também foi apontado que a Secretaria de Cultura (Secult) deve ficar responsável pelo projeto.
Os recursos para as intervenções devem ser assegurados por meio do Programa Nacional de Desenvolvimento e Estruturação do Turismo (Prodetur), com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Como justificativa para a concessão, a gestão municipal diz que o projeto tem o objetivo de “atender à crescente demanda por espaços culturais e de eventos na região, além de aprimorar a infraestrutura local e fortalecer o desenvolvimento econômico”.
O convidado do podcast BN na Bola na última terça-feira (1º) foi Marco Char, coordenador e treinador da equipe de Vôlei de Praia do Bahia. Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, o gestor ressaltou a importância de transformar o esporte em um produto atrativo para que a iniciativa privada tenha um maior interesse em investir em mais modalidades.
“Eu tenho um pensamento bastante particular sobre o investimento da iniciativa privada. Sou muito a favor da lei de mercado, sou a favor da ideia de que a gente transforme o produto num bom produto e que ele seja rentável para que a iniciativa privada tenha interesse de entrar no projeto. Porque assim, não só a iniciativa privada entra, como também os programas que temos aí, como o 'bolsa atleta', programas do governo, tanto estadual, municipal e federal, que investem bastante no esporte. Eu acho bom que invista, mas o esporte tem que trazer um retorno para todo mundo, inclusive para quem está investindo”, afirmou Marco Char.
Ainda abordando o tema, o coordenador da equipe de vôlei de praia do Bahia destacou que para uma introdução maior da iniciativa privada na modalidade, é necessário que o investidor veja o processo como uma via de mão dupla, onde os dois saem ganhando. Para ele, é importante que o desporto tenha mais visibilidade, garantindo uma atratividade maior
“Afinal, podemos entrar aí em uma outra discussão política, de que se o capitalismo é bom ou não é bom, mas a gente vive no capitalismo, o esporte tem que se vender. Então assim, de que forma fazer a iniciativa privada entrar no vôlei de praia? fazendo ela (iniciativa privada) ganhar dinheiro com isso, que é o que ela quer. Ela quer colocar dinheiro, mas quer ganhar dinheiro. Então assim, o esporte tem que ter visibilidade, temos que ajudar na divulgação, acredito que todos os canais de mídia tem uma parcela importante nisso, porque gera conteúdo, então é bom para a mídia e para quem está participando dela. Isso é importante. O futebol só tem esses investimentos em milhões porque o futebol gera milhões”,
O fã de esporte pode assistir a melhor resenha do futebol baiano no canal do Bahia Notícias no YouTube. Se inscreva no canal, compartilhe com os amigos e ative as notificações!
A Câmara dos Deputados está analisando um projeto de lei que quer fixar em R$ 2,5 mil o piso salarial do advogado empregado na iniciativa privada em todo o país, para uma jornada de 20 horas semanais.
A proposta já foi aprovada pela Comissão de Trabalho da Casa e indica que o valor poderá ter acréscimo de 30% em caso de dedicação exclusiva. Segundo a matéria, o piso deverá ser reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O texto aprovado e que ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), é um substitutivo da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), ao Projeto de Lei 6689/13, do deputado André Figueiredo (PDT-CE).
O texto original, além de definir o piso, previa valores diferenciados conforme o tempo de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com valores maiores para advogados com mais tempo de serviço. No entanto, a relatora considerou mais adequado estabelecer apenas o valor mínimo para a categoria, permitindo que a legislação trabalhista já em vigor atue para estabelecer as diferenciações em razão da antiguidade e da produtividade.
“Advogados contratados pela empresa para a mesma função não podem ter piso salarial menor do que aqueles com mais antiguidade na empresa, independentemente do número de inscrição na OAB”, destaca Flávia Morais.
Atualmente, o Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) determina que o salário mínimo profissional do advogado seja definido a partir de decisão da Justiça do Trabalho, salvo quando previsto em acordo ou convenção coletiva de trabalho.
Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada por deputados e senadores. As informações são da Agência Câmara de Notícias.
De fora do Carnaval Ouro Negro, uma das principais ferramentas para apoio de agremiações de matrizes africanas e tradicionais em Salvador (clique aqui e entenda), o Ilê Aiyê busca alternativas para garantir o desfile este ano.
O presidente do Ilê, Antônio Carlos dos Santos, Vovô, admitiu que o bloco apresentou uma certidão vencida no momento da inscrição do chamamento público, mas questionou o indeferimento do recurso. “Nós entramos com o recurso, apresentamos a certidão nova, mas não aceitaram”, argumentou Vovô. A Secretaria de Cultura da Bahia, no entanto, destaca que a ferramenta do recurso é destinada para esclarecer outras questões, não para a apresentação de documentos obrigatórios, que deveriam estar em ordem já no ato da inscrição.
A Secult pontuou ainda que este ano o processo seletivo do Carnaval Ouro Negro ficou aberto durante 30 dias, para que as entidades tivessem tempo para regularizar seus documentos, e que o recurso do Ilê não foi acatado por questões de isonomia e igualdade perante os demais concorrentes.
PARTICIPAÇÃO DE ARTISTAS NACIONAIS
Contrariado pela perda do patrocínio, Vovô criticou a contratação de artistas de fora da Bahia e questionou o apoio do governo a estas atrações. “Eu quero saber como é que Anitta, esse pessoal que vem de fora, que tipo de edital eles participam, se eles são contratados direto. Por que os blocos como Ilê e Olodum, que são bandas notórias e fazem shows pelo mundo afora, não podem ser contratado também igual a esses artistas? Principalmente os sertanejos, o pessoal de fora, que não passa por edital. Queria saber os critérios que eles usam”, indagou o dirigente do Ilê.
Em resposta às críticas, a Secult informou que a contratação do bloco ou de outras atrações pela pasta se dá somente através dos editais, mas que o governo apoiou o Olodum e o próprio Ilê em outras ocasiões, por meio de outras secretarias. Em 2017, por exemplo, as entidades receberam R$ 300 mil da Bahiatursa, órgão vinculado à Secretaria de Turismo do Estado (Setur) (clique aqui e relembre).
ALTERNATIVAS
Fora do Carnaval Ouro Negro, o Ilê Aiyê busca formas para manter o desfile. “Vai ser difícil, mas vamos buscar alternativas. Estamos atrás de novos parceiros. Vamos ver o que é que a gente vai fazer, mas o bloco vai para a rua. São 46 anos, não pode ficar atrás, não”, diz Vovô, que cobra sensibilidade dos empresários baianos. “Só que a gente precisa de Salvador é do setor privado. A prefeitura e o governo conseguem que o setor entre nos blocos de trio, nos camarotes, mas nos blocos afro não tem. As cervejarias não entram num bloco como o Ilê Aiyê, não patrocinam. Os bancos, como é que o Bradesco patrocina 18 blocos, só na Barra, e não tem um bloco afro, não tem um afoxé? E todo mundo é correntista do Bradesco. São alguns exemplos”, pondera.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.