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Novak Djokovic garantiu vaga nas oitavas de final do Australian Open neste sábado (24). O sérvio, atual número 4 do ranking mundial, superou o holandês Botic van de Zandschulp por 3 sets a 0, com parciais de 6/3, 6/4 e 7/6 (4).
Com o resultado, Djokovic alcançou a marca de 102 vitórias no torneio disputado em Melbourne. Aos 38 anos, o ex-líder do ranking mundial está a apenas um triunfo de superar o recorde de Roger Federer, que soma o mesmo número de resultados positivos no Grand Slam australiano.
Maior vencedor de títulos de Grand Slam da história, com 24 conquistas, o sérvio também é o principal campeão do Australian Open, onde levantou o troféu em dez oportunidades, a mais recente em 2023.
Na próxima fase, Djokovic enfrentará o vencedor do confronto entre o tcheco Jakub Mensik e o norte-americano Ethan Quinn, em busca de mais um avanço no torneio e da quebra de mais um recorde.
A conquista do Flamengo sobre o Palmeiras, no último sábado (29), em Lima, colocou o Brasil no mesmo patamar da Argentina em número de títulos da Conmebol Libertadores. Cada país agora soma 25 troféus.
O último campeão que não pertence ao futebol brasileiro foi o River Plate, em 2018, ao vencer o Boca Juniors na final.
Desde então, quatro clubes do Brasil dividiram a hegemonia e venceram sete edições consecutivas: o Flamengo, com três títulos no período (2019, 2022 e 2025); o Palmeiras, com dois (2020 e 2021); além de Fluminense (2023) e Botafogo (2024).
Com o triunfo no Peru, o Flamengo se isolou como o maior vencedor brasileiro da competição, chegando ao quarto título. Grêmio, São Paulo, Santos e Palmeiras aparecem na sequência, cada um com três taças.
No histórico geral, o Independiente, da Argentina, segue no topo com sete títulos, seguido pelo Boca Juniors, com seis. A sequência de conquistas brasileiras desde 2019 reforça o domínio recente do país no torneio continental.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sérgio Moro
"Se vamos adentrar na questão da Bahia, então vamos convocar o ministro Rui Costa e o governador Jerônimo Rodrigues, que deu continuidade a essa relação do governo baiano com o Master".
Disse o senador Sérgio Moro (União-PR) durante a CPI do Crime Organizado do Senado e debater as possíveis convocações para a comissão.