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identidade visual
O Fluminense de Feira poderá passar por uma alteração significativa em sua identidade institucional. O Conselho Deliberativo do clube convocou uma reunião extraordinária para discutir a adoção de uma nova identidade visual, o que inclui a possibilidade de mudança no escudo. O encontro está marcado para a próxima terça-feira, dia 10 de março, às 19h, no CT Noide Cerqueira. A decisão caberá aos conselheiros após a apresentação do projeto. A informação foi veiculada inicialmente pelo jornalista Dudu Machado, da Rádio BandNews FM, e confirmada pelo Bahia Notícias.
O presidente da SAF do Fluminense de Feira, Filemon Neto, afirmou ao BN que levantar a pauta de uma possível renovação da identidade do clube era um desejo antigo da torcida.
“Os torcedores estavam cobrando um estudo de marca desde que assumimos (SAF da Core3) e já tinha sido encomendado. O projeto ficou pronto e vamos mostrar para a torcida e aos conselheiros, eles quem decidem”, declarou.
Caso seja aprovada, a mudança representará uma das principais reformulações visuais da história de um dos principais clubes da cidade de Feira de Santana.
Na contagem regressiva para o Carnaval, a Banda Eva deu vida a um personagem para apresentar a nova música “Eva Sinfonia”, uma das apostas do grupo para o Carnaval 2026. Inspirado no compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, o “Mozart Baiano” passou a integrar a identidade visual e cênica da banda durante os ensaios e apresentações de pré-Carnaval.
A ideia ganhou forma a partir de uma brincadeira do vocalista Felipe Pezzoni, que passou a se caracterizar com peruca branca e figurino inspirado nos músicos do século XVIII. Ao BN Hall, o cantor explicou que o personagem surgiu como uma forma de comunicar melhor a proposta da música e dialogar com o espírito do Carnaval.
Segundo Pezzoni, o personagem foi criado para ampliar a narrativa da canção e se conectar com a tradição carnavalesca da banda. “Quando eu coloco a peruca, é como se esse personagem ganhasse vida. Ele é mais extravagante, mais caricato do que eu sou normalmente, e isso acaba aflorando um outro lado meu”, contou. O cantor também citou Durval Lélys como referência na criação de personagens marcantes ao longo da história da Banda Eva.
O Mozart baiano foi apresentado ao público no último sábado (17), durante o pré-Carnaval de Fortaleza, enquanto a banda executava “Eva Sinfonia”. A música foi desenvolvida em parceria com a produtora Macaco Gordo e vem sendo trabalhada ao longo do verão.
Nas redes sociais, Pezzoni reforçou a proposta do personagem e a fusão entre elementos clássicos e a sonoridade baiana. “Já ambientando também o nosso Mozart baiano aqui com o Carnaval, com o repertório de Carnaval. Curti muito essa fusão com a Bahia, com a percussão”, afirmou.
Além do personagem, o vocalista anunciou mudanças na formação da banda para a temporada. “A gente deu uma turbinada na banda, com mais um percussionista, mais dois metais e mais um vocal. Vai ser uma grande banda, uma grande orquestra para levar o melhor para vocês”, disse.
A Banda Eva segue com apresentações de pré-Carnaval enquanto se prepara para os dias oficiais da festa, quando a nova música, o personagem e a formação ampliada estarão nos trios elétricos das ruas de Salvador.
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A Cinemateca Nacional voltará a usar sua identidade visual, da década de 1950. De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, a logo criada em 1954 pelo designer Alexandre Wollner para a filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, antecessora da instituição, foi substituída em 2018.
A mudança de três anos atrás foi implementada pela Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), que geria o espaço na época, por acreditar que a obra de Wollner, considerado pioneiro no design gráfico no país, se assemelhava a um pênis.
Ainda segundo a coluna, o retorno à identidade original faz parte das negociações feitas com o governo federal desde o ano passado, para que a Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC) assuma o trabalho temporário emergencial na instituição até a escolha de uma nova Organização Social.
A retomada da marca era uma pauta antiga de setores da comunidade cinematográfica, que considerou as justificativas para a troca absurdas e avaliou o novo logo como amador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.