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humberto galindo
O pugilista Robson Conceição embarca neste sábado (9) para os Estados Unidos. O baiano enfrentará o norte-americano Humberto Galindo no próximo dia 15, na outra sexta, a partir das 22h no horário de Brasília, na cidade de Corpus Christi, no Texas. O duelo vale pela categoria super pena (até 59kg).
Campeão olímpico nos Jogos de 2016, Robson Conceição volta ao ringue após polêmica do "no contest" em sua última luta contra Nicolas Polanco, da República Dominicana, realizada no dia 10 de junho deste ano. O juiz decidiu encerrar o combate prematuramente devido um choque de cabeças entre os dois lutadores no final do segundo round. A disputa chegou a ser reiniciada faltando apenas um segundo para soar o gongo. No intervalo, o árbitro optou pelo término antes do previsto, atendendo ao pedido do treinador do atleta dominicano, que achava que ele não tinha condições de seguir na luta. A equipe do baiano protestou contra a decisão. Como o motivo do choque foi visto como involuntário, a luta acabou sem um vencedor, "no contest".
Robson Conceição tem um cartel de 17 vitórias, duas derrotas e um "no contest". As duas vezes que perdeu foram justamente nas disputas de cinturão contra o americano Shakur Stevenson e o mexicano Oscar Valdez. Já seu adversário, Humberto Galindo, acumula 14 vitórias, três derrotas e um "no contest" na carreira. O norte-americano perdeu suas últimas duas lutas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.