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humberto costa
O senador Humberto Costa (PT-PE) destacou que o Partido dos Trabalhadores deve montar uma estratégia para garantir que as candidaturas vinculadas à base governista sejam “lulistas” podendo incluir alianças no campo da direita. Em entrevista ao Bahia Notícias durante o evento de aniversário do MST, realizado no Parque de Exposições, em Salvador, o parlamentar afirmou que os formatos ainda estão sendo discutidos.
“A nossa estratégia é, exatamente, montar candidaturas lulistas para que nós possamos ter uma bancada de apoio ao futuro governo do presidente Lula, que seja majoritária. E, para isso, nós estamos discutindo, estado por estado, quais são as alianças possíveis”, relata.
O senador destaca que “haverá estados em que o PT terá candidatos e haverá estados em que nós vamos nos consolidar com aliança, inclusive com partidos de centro e até mesmo da centro-direita”.
Ele explica que a estratégia visa apenas um objetivo: “Porque o objetivo é garantirmos que o Senado não precise passar por todas essas dificuldades que estamos vivendo, provocando instabilidade e participando de um processo que eu acredito que é muito ruim, de quebra da independência e da autonomia dos poderes”.
Eleito senador pelo PT de Pernambuco, o parlamentar comentou ainda sobre o cenário estadual da disputa em outubro deste ano. “Em Pernambuco, o PT sabe que a decisão será uma decisão nacional, será da direção nacional do partido. Nós temos bom relacionamento tanto com a governadora Raquel Lira quanto com o prefeito João Campos. Creio que será uma eleição muito equilibrada, muito disputada”, avalia.
Com relação ao apoio do PT na região, Humberto Costa destaca que “historicamente, nós temos uma relação com o PSB”. Ele relata que a relação se reflete no atual governo: “O PSB tem o vice-presidente da República, já manifestou apoio à reeleição do presidente Lula, então há uma possibilidade de que nós estejamos na aliança com o João Campos. Mas, obviamente, isso vai ser discutido no partido local e nacionalmente”, conclui.
O senador Humberto Costa (PT-PE) destacou que o Partido dos Trabalhadores deve montar uma estratégia para garantir que as candidaturas vinculadas à base governista sejam “lulistas” podendo incluir alianças no campo da direita. Em entrevista ao Bahia Notícias durante o evento de aniversário do MST, realizado no Parque de Exposições, em Salvador, o parlamentar afirmou que os formatos ainda estão sendo discutidos.
“A nossa estratégia é, exatamente, montar candidaturas lulistas para que nós possamos ter uma bancada de apoio ao futuro governo do presidente Lula, que seja majoritária. E, para isso, nós estamos discutindo, estado por estado, quais são as alianças possíveis”, relata.
O senador destaca que “haverá estados em que o PT terá candidatos e haverá estados em que nós vamos nos consolidar com aliança, inclusive com partidos de centro e até mesmo da centro-direita”.
Ele explica que a estratégia visa apenas um objetivo: “Porque o objetivo é garantirmos que o Senado não precise passar por todas essas dificuldades que estamos vivendo, provocando instabilidade e participando de um processo que eu acredito que é muito ruim, de quebra da independência e da autonomia dos poderes”.
Eleito senador pelo PT de Pernambuco, o parlamentar comentou ainda sobre o cenário estadual da disputa em outubro deste ano. “Em Pernambuco, o PT sabe que a decisão será uma decisão nacional, será da direção nacional do partido. Nós temos bom relacionamento tanto com a governadora Raquel Lira quanto com o prefeito João Campos. Creio que será uma eleição muito equilibrada, muito disputada”, avalia.
Com relação ao apoio do PT na região, Humberto Costa destaca que “historicamente, nós temos uma relação com o PSB”. Ele relata que a relação se reflete no atual governo: “O PSB tem o vice-presidente da República, já manifestou apoio à reeleição do presidente Lula, então há uma possibilidade de que nós estejamos na aliança com o João Campos. Mas, obviamente, isso vai ser discutido no partido local e nacionalmente”, conclui.
O senador Humberto Costa (PT) foi efetivado, na manhã desta quinta-feira (20), como presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT). Ele ocupa a vaga deixada pela ministra do governo Lula (PT), Gleisi Hoffmann (PT).
Por conta da efetivação do presidente, também foi necessária a nomeação de um vice-presidente para tomar conta da antiga vaga de Humberto Costa, que ficou por conta da aprovação do ex-presidente do PT da Bahia, Everaldo Anunciação.
Segundo informações, estavam presentes na reunião da legenda nomes representativos como do ministro da Casa Civil Rui Costa, do senador Jaques Wagner, do secretário de Comunicação do governo federal, Sidônio Palmeira e da ministra da Cultura Margareth Menezes.
O senador Humberto Costa (PE) foi escolhido para substituir a deputada federal Gleisi Hoffmann, nova secretária de Relações Institucionais, na posição de presidente do PT até o dia 6 de julho, quando acontecem novas eleições internas. A informação foi confirmada em reunião na sede do partido em Brasília. Esta confirmação ainda há de ser feita em reunião no diretório nacional do Partido.
O senador já declarou que planeja ficar até o fim do cargo interino, mas não descarta uma possível candidatura para as eleições do partido. Entretanto, o ex-prefeito de Araraquara Edinho Silva é o nome preferido do presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva.
“A minha interinidade será até a eleição direta. Houve dentro da CNB uma unanimidade à minha indicação. A minha ideia é um mandato tampão, ser interino, até para que possa cumprir a responsabilidade de conduzir o processo de eleição interna. Poder ser candidato à frente, eu posso, mas tenho outras responsabilidades dentro e fora do Senado”, disse Humberto, após o fim da reunião.
Conforme a Comissão de Ética da Presidência e com o estatuto do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, por ser indicada por Lula para ser ministra da SRI, será obrigada a deixar a presidência interna.
Em uma votação que demorou apenas alguns minutos, os senadores aprovaram nesta quinta-feira (31) a Medida Provisória 1164/23, que recriou o programa Bolsa Família e extinguiu o Auxílio Brasil. A medida havia sido aprovada na noite da última terça-feira (30) pela Câmara dos Deputados, e após a sanção presidencial, ficará garantido o pagamento de R$ 600 para as famílias beneficiadas.
A medida também prevê um adicional de R$ 150 por criança de zero a seis anos de idade e bônus de R$ 50 para gestantes, crianças entre 7 e 12 anos e adolescentes com mais de 12 anos. A MP 1164 foi relatada pelo senador Humberto Costa (PT-PE), que manteve o texto aprovado na Câmara do relator na comissão mista, deputado Dr. Francisco (PT-PI).
Quando a medida virar lei, após ser sancionada pelo presidente Lula, poderão ter acesso ao programa as famílias brasileiras com renda mensal familiar per capita igual ou menor a R$ 218,00. Atualmente, esse valor está na faixa dos R$ 210,00. O texto aprovado na Câmara e no Senado incluiu ainda um dispositivo que irá permitir, futuramente, que também recebam o Bolsa Família pessoas inscritas no cadastro do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
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Segundo o governo federal, a partir da sanção, será editado um regulamento, em 2024, para estabelecer o desconto de faixas percentuais do BPC recebido por pessoas com deficiência quando do cálculo da renda familiar per capita mensal necessária ao pedido de Bolsa Família. A regulamentação vai considerar o grau de deficiência do beneficiário para que ele esteja ato a esse tipo de desconto.
O relatório da Medida Provisória 1164/23 incorporou ainda o texto da MP 1155/23, que concede um complemento aos beneficiários do programa Auxílio Gás. O complemento será de metade do valor médio do botijão de gás. O benefício normal é de igual valor. De acordo com a MP aprovada na Câmara e no Senado, o complemento será depositado a cada dois meses. Como o auxílio normal e o complemento são iguais (metade do valor médio), as famílias beneficiárias do programa recebem o valor equivalente à média de um botijão de 13 Kg.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.