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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

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Fórmula 1 está planejando volta de motor 'raiz' e V8 pode retornar antes de 2031
Foto: Giorgio Piola / Divulgação

A Fórmula 1 iniciou um novo ciclo de motores nesta temporada, mas a próxima grande virada técnica da categoria já está em discussão nos bastidores. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) trabalha com a possibilidade de recolocar os motores V8 no grid até 2031 — e tenta antecipar esse retorno para 2030.

 

A informação foi dada por Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA, em entrevista à Reuters antes do GP de Miami. Segundo o dirigente, o regulamento atual permite que a entidade implemente a mudança em 2031 sem depender de aprovação das fabricantes de unidades de potência. Para antecipar o processo em um ano, no entanto, será necessário apoio da maioria das montadoras envolvidas na Fórmula 1.

 

"Em 2031, a FIA terá o poder de implementar o V8, sem precisar de votação dos fabricantes de unidades de potência. Esse é o regulamento. Mas queremos antecipar em um ano, que é o que todos estão pedindo", disse o dirigente.

 

Desde 2014, a categoria utiliza motores híbridos V6 turbo, formados por um motor de combustão interna de seis cilindros e componentes elétricos. O modelo trouxe ganhos de eficiência e potência, mas também dividiu opiniões por causa do som e da complexidade do sistema, pontos frequentemente criticados por torcedores e pilotos.

 

O ciclo atual das unidades de potência está previsto para seguir até 2031. A antecipação para 2030, porém, depende do aval de ao menos quatro das seis fabricantes com direito a voto: Mercedes, Ferrari, Audi, Ford, Honda e General Motors.

 

Hoje, a Mercedes fornece motores para a própria equipe, McLaren, Williams e Alpine. A Ferrari também atende Haas e passará a fornecer à Cadillac em 2026. A Ford está vinculada ao projeto da Red Bull e da Racing Bulls, enquanto a Honda será parceira da Aston Martin. A General Motors deve assumir o fornecimento da Cadillac a partir de 2029.

 

O regulamento adotado neste ano aumentou o peso da parte elétrica na unidade de potência, deixando a divisão de desempenho próxima de 50% entre combustão e eletrificação. A ideia da Fórmula 1 foi reduzir custos, modernizar o pacote técnico e atrair novas fabricantes — objetivo alcançado com a entrada de Audi e Ford.

 

A implementação, no entanto, não ocorreu sem problemas. Nas primeiras etapas da temporada, equipes e pilotos relataram dificuldades relacionadas ao uso das baterias e à recuperação de energia. Uma das estratégias que ganhou destaque foi o chamado “superclipping”, quando o carro preserva carga elétrica mesmo com o acelerador pressionado no fim da reta.

 

Após reclamações dos pilotos, ajustes foram feitos nas regras para o restante da temporada. Mesmo assim, Ben Sulayem defende que o futuro da categoria deve passar por motores menos complexos, mais leves e com maior apelo sonoro.

 

"A missão será ter menos complicação, não como é agora", afirmou Ben Sulayem.

 

O dirigente também indicou que a proposta conta com apoio interno das equipes e reforçou que o retorno dos V8 será uma questão de tempo, mesmo que não aconteça já em 2030.

 

"Você tem o som, menor complexidade, leveza. Você vai ouvir sobre isso muito em breve, e vai ser com uma eletrificação muito, muito menor. Eu estou positivo, eles querem que isso aconteça. Mas vamos dizer que as montadoras não aprovem o motor (para 2030). No próximo ano, vai acontecer. Em 2031, estará feito de qualquer forma. Será feito. O V8 está chegando", completou.

 

Os motores V8 foram utilizados pela última vez na Fórmula 1 entre 2006 e 2013. Desde então, a categoria passou a apostar nas unidades híbridas V6, modelo que marcou a era moderna da competição.

Honda e Nissan anunciam fusão e devem se tornar a terceira maior montadora do mundo
Foto: Divulgação

As montadoras de automóveis japonesas Honda e Nissan anunciaram, nesta segunda-feira 23, que estão em negociações para realizar a fusão das duas empresas. A decisão se dá, principalmente, com o intuito de recuperar o espaço perdido pelas duas no mercado para empresas como a Tesla e fabricantes chinesas de carros elétricos.

 

A operação, caso se concretize, criará a terceira maior fabricante de automóveis do mundo, atrás da também japonesa Toyota e da alemã Mercedes. Os dois grupos anunciaram que tentarão estabelecer uma “holding única” nas negociações, e pretendem, inclusive, inseri-la na bolsa de Tóquio, ainda em 2025.

 

As montadoras afirmam que pretendem concluir o acordo de fusão em junho de 2025, e anunciaram que o pacto, muito provavelmente não implicará em uma união entre iguais. A Honda, com maior mercado entre as duas, será a responsável pela nomeação do CEO do novo conglomerado, cujo conselho administrativo será integrado, em maior parte, por executivos da empresa.

 

A Mitsubishi Motors, também japonesa, empresa da qual a Nissan é a principal acionista, informou que decidirá até o fim de janeiro de 2025 se integrará a nova aliança. Honda e Nissan são as empresas número dois e três no mercado japonês de automóveis e enfrentam, atualmente, um difícil cenário devido à concorrência acirrada com montadoras chinesas de carros elétricos, como a BYD, por exemplo.

 

Em 2023, a China ultrapassou o Japão como o país com maior número de carros exportados do mundo. Isso se deu devido ao apoio estatal à indústria de veículos elétricos.

Comercialização de veículos seminovos e usados registra marca histórica em 2023; Gol foi o campeão de vendas
Foto: Divulgação Fenauto

A comercialização de veículos seminovos e usados no ano de 2023 no Brasil apresentou um crescimento de 9,1% de volume por dia útil, e atingiu a sua segunda maior marca histórica de vendas. É o que revela o relatório divulgado pela Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). 

 

Segundo o documento, com as vendas de 1,38 milhão de veículos no Brasil no mês de dezembro passado, foi atingido o acumulado de 14,44 milhões de unidades de veículos usados e seminovos comercializadas em 2023. Este resultado foi menor apenas do que o verificado no ano de 2021, quando houve um aumento de 17,8% nas vendas e o setor registrou a comercialização de 15,1 milhões de unidades. 

 

O relatório divulgado pela Fenauto mostrou que o acumulado de vendas de veículos com 13 anos, ou mais, foi o mais expressivo em 20923. Na venda desses veículos, houve um crescimento de 13,5% em relação a 2022, chegando a um total de cinco milhões de unidades comercializadas em todo o ano.

 

Os campeões de vendas em dezembro de 2023 foram: VW Gol (com 68,75 mil unidades vendidas), Fiat Uno (37,18 mil) e Fiat Palio (36,84 mil). Em relação à categoria dos veículos comerciais leves, o mais vendido foi o Fiat Strada (29.266 unidades), seguido do VW Saveiro (19.212) e da Hilux Toyota (16.143).

 

No departamento das motocicletas, os três modelos mais vendidos no ano passado foram todos da Honda. Em primeiro lugar aparece a CG 150, com 69.664 unidades vendidas. Depois figura a BIZ, com 30.726 unidades comercializadas, seguida da CG 125, com 28.994. 

 

Segundo o presidente da Fenauto, Enilson Sales de Souza, o relatório, que mostra um percentual de aumento expressivo na comercialização de veículos, confirmou as previsões do setor de aumento das vendas de usados e seminovos em 2023. 

 

“Desde 2015 o nosso mercado vem apresentando resultados positivos, indicando um crescimento sustentável como esse verificado em 2023. Acreditamos que, para 2024, essa tendência positiva deve continuar”, disse Enilson. 
 

Fórmula 1: Honda fecha parceria e vai fornecer motores para Aston Martin a partir de 2026
Foto: Divulgação / Aston Martin

A Honda voltará oficialmente à Fórmula 1. A fabricante japonesa fechou parceria com a Aston Martin para fornecer motores a partir de 2026, após o encerramento do vínculo com a Red Bull, mesmo período que termina o acordo que a equipe sediada em Silverstone tem com a Mercedes no uso das unidades de potência. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (23).

 

"Gostaria de dar as boas-vindas à Honda ao time Aston Martin. Nós dividimos a mesma determinação, direção e a ambição implacável por sucesso na pista. A Honda é uma gigante global, o sucesso dela no esporte a motor vem de muito tempo e é incrivelmente impressionante", celebrou Lawrence Stroll, CEO da Aston Martin.

 

A Honda se retirou da F1 no final de 2021, quando fornecia as unidades de potência para a Red Bull, para focar no aprimoramento das tecnologias de sustentabilidade na indústria automotiva. Após a saída, os taurinos passaram a usar somente a tecnologia da fabricante japonesa e rebatizou os motores de Red Bull Powertrains. Além disso, a escuderia dos energéticos já confirmou a Ford como novos parceiros para 2026.

 

O CEO da Honda, Toshihiro Mibe explicou a decisão de retornar à principal categoria do automobilismo, que terá novo regulamento de motores a partir de 2026.

 

"Uma das principais razões para nossa decisão é que a categoria mais importante do mundo está se esforçando para se tornar sustentável, e se tornará uma plataforma que facilitará o desenvolvimento de nossas tecnologias de eletrificação. A Honda é uma empresa que tem um histórico de crescimento ao assumir desafios e vencer corridas. Com os novos regulamentos de 2026, a chave para vencer será um motor elétrico compacto, leve e de alta potência com uma bateria de alto desempenho capaz de lidar com uma rápida saída de alta carga de energia, bem como a tecnologia de gerenciamento. Acreditamos que as tecnologias e o know-how obtidos com esse novo desafio podem ser aplicados diretamente aos nossos futuros veículos elétricos de produção em massa", justificou.

 

A Honda tem um histórico vitorioso na Fórmula 1. De 1988 a 1992 teve uma parceria bem-sucedida com a Mclaren, na conquista do tetracampeonato de construtores alcançando o hexa, com os dois títulos junto à Williams. Além disso, foi campeã quatro vezes do Mundial de pilotos com o francês Alain Prost e com o brasileiro Ayrton Senna. Em 2000, a marca voltou à categoria para equipar a BAR, Jordan e Super Aguri, mas não venceu nenhuma corrida. No ano de 2006 montou uma equipe própria e se retirou dois anos depois, sendo vendida por Ross Brawn por valor simbólico de uma libra, o equivalente a R$ 3 na época. O time se tornou a Brawn GP em 2009 e foi campeão dos mundiais de construtores e de pilotos, com o inglês Jenson Button. Depois, em 2010 equipou a Mercedes, voltou para a Mclaren em 2015 e passou a trabalhar com o grupo Red Bull a partir de 2018 através da equipe satélite AlphaTauri, que na época se chamava Toro Rosso.

 

O Mundial de F1 2023 volta com o Grande Prêmio de Mônaco, no circuito de Monte Carlo, a partir da próxima sexta (26). A classificação acontece no sábado (27), às 11h no horário de Brasília, enquanto a corrida está programada para domingo (28), às 10h.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Pensando aqui em quanta energia #sabetudo e Aninha do Camaro gastaram pensando em 2028, pra verem o Soberano tomar de volta a candidatura. Mas ninguém precisa correr pra ficar com pena do Soberano. Pelo menos ele tem seu lado empresário pra ocupar o tempo até lá. O motivo, dizem às más línguas: o Carlismo morreu. Ao menos sob a batuta do herdeiro original. Dito isso, ele vai aproveitar também pra ajudar o Ferragamo com essa crise de imagem dos ônibus da eleição. O cenário agora é de reflexão real. Apoiaram o ZeroUm, para manter vivo e soltar o Capitão, agora, quem vai ter que ficar ligado é a galera da Bahia. Ao menos quem não é seguidor da família. Por falar em eleição futura, os disparos em massa de #sabetudo devem ficar mais restritos. Na boca miúda, o que se fala é que essa eleição foi um block atrás do outro. Sobrou para Elde, Bonitinho, Renatinha Ex-Fala Bela e mais uma renca. Alguns desbloqueados, mas outros ainda vão ficar no cantinho do pensamento. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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