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A Home Design, na Pituba, recebeu a pesquisadora Maria Cecília Loschiavo para uma edição especial do projeto Conexões HD nesta terça-feira (15). Na ocasião, a especialista participou de um debate sobre o mobiliário modernista brasileiro, mediado pelo arquiteto Gabriel Magalhães, responsável pela expografia da exposição “Eterno Agora”.
Autora de obras fundamentais para a história do design nacional, Maria Cecília abordou o contexto de consolidação da identidade brasileira no setor mobiliário, tendo como base pesquisas reunidas em livros como “Tradição e Modernidade no Móvel Brasileiro” e “Móvel Moderno no Brasil”.
Durante a conversa, a pesquisadora também compartilhou histórias sobre grandes mestres do design com quem conviveu, como Zanine Caldas, Joaquim Tenreiro e Sergio Rodrigues, que completaria 100 anos em setembro de 2027. “Aqueles designers tinham na mão a criação dos móveis modernos brasileiros. Mais que isso, eles tinham sonhos e acreditavam no país”, destacou Cecília em conversa com o BN Hall.
A relação da especialista com a Bahia também esteve entre os assuntos abordados. Maria Cecília viveu a primeira infância em Santo Amaro da Purificação e a juventude em Salvador, experiências que contribuíram para sua trajetória profissional. “As ruas de Salvador oferecem um enorme panorama de cultura e estética. A venda de cigarro em retalhos, o rolete de cana, os tabuleiros, as embalagens dos abarás, as fieiras de caranguejo… Mar infinito de materialidades, de memórias mágicas, de encantamento que só a Bahia tem”, declarou.
A pesquisadora também comentou sobre a exposição “Eterno Agora”, instalada no espaço da Home Design. Emocionada com a dimensão do projeto e com a presença de antigos alunos, Cecília celebrou o momento. “Eu estou muito feliz de estar aqui e poder ver essa quantidade de peças, que muitas eu estudei e são de designers que eu conheci e com quem convivi. Principalmente, me encanta ver a geração de novos designers e professores de design, alguns dos quais foram meus alunos. É uma alegria imensa para mim, uma alegria sem tamanho”, destacou.
Para Maurício Lins, sócio da Home Design, a participação da pesquisadora representou um dos momentos mais gratificantes desde a abertura da exposição, há cerca de um mês. “O reconhecimento vindo de uma professora da USP, autora de livros importantes para o setor, traz um peso imensamente especial para o trabalho que realizamos. O fato de ela afirmar que nunca viu algo desse nível ser feito no Brasil valida inteiramente todo o esforço e a dedicação que a nossa equipe colocou nesse projeto”, afirmou o empresário.
A exposição “Eterno Agora” segue aberta até este sábado (19), reunindo peças de reedição autorizadas pelas famílias dos criadores. O espaço funciona das 9h às 19h nesta quinta (17) e sexta-feira (18). No sábado (19), data de encerramento, a visitação será das 9h às 14h. O projeto Conexões HD continua com encontros sobre design, setor mobiliário e mercado financeiro na sede da Home Design, ainda sem programação definida.
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A escritora e pesquisadora Maria Cecília Loschiavo dos Santos, referência nos estudos sobre design e mobiliário brasileiro, participa da quarta edição do Eterno Agora Conexões, promovido pela Home Design, em Salvador. O encontro acontece nesta terça-feira (15), às 18h, na unidade da marca, na Avenida Paulo VI, na Pituba, e terá mediação do arquiteto Gabriel Magalhães, responsável pela direção criativa e pela expografia da exposição “Eterno Agora”.
Autora de “Móvel Moderno no Brasil” e “Tradição e Modernidade no Móvel Brasileiro”, Cecília construiu uma trajetória dedicada à pesquisa sobre a formação do móvel moderno no país, além de estudos sobre design, cultura material e sociedade.
Durante o encontro, a pesquisadora parte de sua experiência para discutir o desenvolvimento do mobiliário modernista brasileiro, abordando a relação entre arquitetura e design, o uso dos materiais e a contribuição de nomes que ajudaram a construir uma identidade própria para a produção nacional.
A participação de Cecília dialoga diretamente com a proposta de “Eterno Agora”, exposição que reúne peças de diferentes gerações do design brasileiro e investiga a permanência de obras que continuam atuais mesmo décadas após sua criação. A conversa também deve abordar como esse legado influencia a produção contemporânea e o que ainda pode ser aprendido com os mestres do modernismo brasileiro.
O Eterno Agora Conexões integra a programação da exposição como um espaço de encontro e troca sobre o design nacional, aproximando pesquisadores, arquitetos, designers e profissionais do setor.
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A Home Design recebeu, na noite desta quarta-feira (9), em Salvador, o encontro “Materialidades no Design Brasileiro”, com a participação dos designers Marcelo Alvarenga e Ricardo Van Steen. O bate-papo integrou o circuito Conexões HD, vinculado à exposição “Eterno Agora”, e propôs uma reflexão sobre a importância das matérias-primas para a identidade do mobiliário nacional.
O encontro foi mediado pelo arquiteto Gabriel Magalhães, responsável pela direção criativa e pela expografia da mostra, que substitui a tradicional ordem cronológica por uma divisão baseada nos próprios materiais. A escolha permite colocar peças históricas e modernas lado a lado, criando um diálogo entre diferentes fases do design brasileiro. Entre os destaques em exibição estão o clássico “Banco Mocho”, criado por Sergio Rodrigues em 1954, e a recente cadeira “Boia”, lançada em 2025 pelo estúdio Alva Design.
Segundo Maurício Lins, diretor da Home Design, o material de base precisa ser duradouro e valorizado como expressão artística. “O móvel deve te acompanhar. Você pode mudar de casa, trocar um estofado ou doar para o seu filho, porque a estrutura permanece”, destacou.
Representando o estúdio mineiro Alva Design, Marcelo Alvarenga pontuou, durante a palestra, que o processo de criação surge do confronto direto entre os elementos. “Os materiais têm sua mecânica, beleza e discurso próprio. Nós nos atrevemos a trabalhar com metal, madeira, pedra, vidro e couro desde o início do estúdio. É um processo na base da experimentação”, explicou Alvarenga.
Já Ricardo Van Steen enfatizou o trabalho artesanal e a troca de experiências como pilares do setor. “Eu mesmo faço meus protótipos. Essa coisa de colocar a mão na massa é muito inspiradora. Quando você vai conversar em uma fábrica, o sujeito do outro lado te vê como alguém que passou pelos mesmos perrengues. A conversa flui. Hoje entendo que ser designer é, acima de tudo, saber conversar”, declarou.
A mostra segue até o dia 19 de setembro, na sede da Home Design, situada na Pituba. A entrada é permitida de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 14h.
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A Home Design recebe, na próxima quarta-feira (9), às 18h, os designers Marcelo Alvarenga, da Alva Design, e Ricardo Van Steen para uma conversa sobre as diferentes formas de explorar a matéria na criação de móveis e objetos. Intitulado “Materialidades no Design Brasileiro”, o encontro integra o Conexões HD, circuito de palestras da exposição Eterno Agora, e será realizado na loja da marca, na Avenida Paulo VI, na Pituba, em Salvador.
Com mediação do arquiteto Gabriel Magalhães, responsável pela direção criativa e expografia da mostra, a conversa parte de materiais como madeira, couro, fibras e metais para discutir como técnicas, referências culturais e modos de fazer ajudam a construir uma identidade para o design brasileiro.
Marcelo Alvarenga e Ricardo Van Steen fazem parte do núcleo “Agora” de Eterno Agora, dedicado a designers contemporâneos que apontam novos caminhos para o mobiliário nacional. Com trajetórias distintas, os dois têm a experimentação de materiais como parte importante de seus processos criativos.
Arquiteto, Marcelo fundou a Alva Design ao lado da irmã, a artista plástica e estilista Susana Bastos. Desde 2012, o estúdio mineiro desenvolve peças que aproximam arquitetura e arte, explorando materiais, técnicas tradicionais e referências brasileiras a partir de uma linguagem contemporânea.
Já Ricardo Van Steen tem uma trajetória que transita por artes visuais, audiovisual, comunicação e design. No mobiliário, seu trabalho combina pesquisa de materiais, técnicas e acabamentos com um olhar marcado pela produção artística e pela precisão construtiva.
Ao conduzir o encontro, que será exclusivo para convidados, Gabriel Magalhães propõe uma discussão que dialoga diretamente com o conceito da exposição: como a matéria participa da construção de uma linguagem brasileira e de que forma memórias e técnicas do passado podem ganhar novos significados no design contemporâneo.
A conversa também amplia a proposta de Eterno Agora, que reúne diferentes gerações do design brasileiro e estabelece relações entre peças e autores a partir das materialidades. Em vez de seguir uma linha cronológica, a exposição mostra como os mesmos materiais podem ganhar novas interpretações de acordo com as transformações da sociedade, das técnicas e dos modos de viver.
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A Home Design, comandada por Manuela Andrade e Mauricio Lins, inaugurou a exposição “Eterno Agora” na noite desta quinta-feira (20), em Salvador. Com expografia assinada pelo arquiteto Gabriel Magalhães, a mostra ocupa os três pavimentos da loja e reúne peças de diferentes gerações do design brasileiro, propondo um diálogo entre nomes que ajudaram a construir a identidade do mobiliário nacional e autores contemporâneos.
A exposição também funciona como uma extensão da curadoria da Home Design, que busca reunir peças capazes de ultrapassar tendências e permanecer presentes nos espaços ao longo do tempo. “O Eterno Agora já faz parte do dia a dia da Home Design. Nossa curadoria reúne móveis eternos, designs contemporâneos, peças consagradas e também novos nomes que estão chegando ao mercado com produtos diferenciados. A ideia da exposição foi justamente mostrar que um móvel pode ser atemporal, que perdura e não depende de tendências”, afirmou Manuela Andrade em entrevista ao BN Hall.

Aberta ao público a partir desta sexta-feira (21), a mostra tem a materialidade como fio condutor. Madeira, tramas, metal, pedra, vidro e outros materiais aparecem ao longo do percurso, criando diferentes conexões entre as peças e os períodos representados.
Segundo Gabriel Magalhães, o nome da mostra sintetiza o encontro entre passado e presente. “O nome ‘Eterno Agora’ vem justamente da tentativa de traçar um paralelo entre a criação modernista brasileira, especialmente entre as décadas de 1930 e 1970, e a produção contemporânea. São peças do passado que permanecem atuais e continuam influenciando a criação, ao mesmo tempo em que existem peças contemporâneas com potencial para se tornar eternas. É esse encontro entre o que já é eterno e o que está sendo construído agora”, explicou.

Entre os nomes históricos presentes na mostra estão Sergio Rodrigues, Jean Gillon, Michel Arnoult, Martin Eisler e Paulo Mendes da Rocha. A seleção também inclui designers e estúdios contemporâneos, como Jader Almeida, Zanini de Zanine, Ronald Sasson, Erik Bonissato, Ricardo Von Steen, Alva Design, Studio Goia e Arquitetura Nacional.
A proposta não segue uma linha cronológica. Em vez disso, aproxima diferentes momentos do design brasileiro a partir de materiais, técnicas, formas e conceitos que atravessam gerações. O percurso é dividido em quatro atos, organizados a partir da relação entre os materiais e o desenvolvimento do mobiliário nacional.
“A ideia é que, durante o percurso, o visitante compreenda a importância e a complexidade da indústria moveleira nacional, o rigor técnico e a capacidade criativa que temos. Queremos que as pessoas passem a conhecer e valorizar mais o que é nosso, o design brasileiro”, afirmou Gabriel.
A mostra reúne mais de 100 peças entre mobiliário modernista e contemporâneo. De acordo com o arquiteto, a divisão dos espaços também foi fundamental para definir a seleção. “Como tínhamos uma quantidade muito grande de peças, a divisão em atos e a setorização dos espaços ajudaram a definir a curadoria. Os móveis precisavam fazer sentido dentro de cada momento da exposição e, a partir disso, fomos construindo o percurso e fazendo as escolhas”, disse.

Para Manuela, o caráter duradouro das peças também está relacionado às memórias construídas dentro de casa. “Temos peças exclusivas, com edições limitadas, além de móveis de diferentes décadas convivendo com produtos contemporâneos. São peças que podem atravessar gerações”, afirmou.
Com “Eterno Agora”, a Home Design transforma a própria loja em espaço de encontro entre arquitetura, mobiliário e memória, destacando diferentes capítulos da produção brasileira e lançando um olhar para o que vem sendo criado pelas novas gerações.
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O empresário Maurício Lins, que está à frente da Home Design, é o aniversariante desta quarta-feira (8).
Neste dia especial, Maurício celebrará ao lado da sua família em uma confraternização íntima.
O BN Hall deseja felicidade e novas conquistas nesse ciclo que se inicia!
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.


