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Na última terça-feira (23), a desembargadora Nágila Maria Sales Brito, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), foi empossada como acadêmica e imortal da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (Abrasci). A solenidade integrou a programação do evento “Bahia, Berço da Liberdade – Heróis da Consolidação da Independência do Brasil”, promovido pela organização.
O reconhecimento acontece em virtude à sua contribuição para a área jurídica e a defesa dos direitos das mulheres baianas. Doutora em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP e mestre em Direito Econômico pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Nágila é referência nacional no compromisso com o enfrentamento das desigualdades de gênero à frente da Coordenadoria da Mulher do TJBA.
Em seu discurso, ela ressaltou o compromisso com as mulheres baianas, com ênfase no fortalecimento das políticas públicas e na ampliação do acesso à Justiça. “Este evento é a celebração do compromisso coletivo com a cidadania, com a justiça e com o bem comum. Reconhecer essas trajetórias é valorizar aqueles que diariamente ajudam a transformar a sociedade e fortalecer as instituições”, ressalta a Desembargadora Nágila Brito.
ABRASCI
Fundada em 1910, a Abrasci é uma entidade cultural sem fins lucrativos que tem como missão a preservação, valorização e difusão da memória nacional, da ciência, das artes, da história e da literatura do Brasil. O título de imortal, concedido a profissionais de destaque e de reconhecida contribuição à sociedade, simboliza a permanência do legado dessas personalidades na história da instituição.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.