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hino nacional
A NFL anunciou nesta quinta-feira (20) os artistas responsáveis pela execução dos hinos nacionais antes do NFL Rio Game 2026. Péricles cantará o Hino Nacional Brasileiro, enquanto a norte-americana Kandace Lindsey interpretará o hino dos Estados Unidos.
A partida entre Baltimore Ravens e Dallas Cowboys será disputada no dia 27 de setembro, às 17h25 (horário de Brasília), no Maracanã, pela Semana 3 da temporada 2026/27 da NFL.
Ícone do samba e do pagode, Péricles iniciou sua trajetória como um dos fundadores e principal vocalista do Exaltasamba. Em carreira solo desde 2012, o cantor acumulou projetos de destaque, entre eles o álbum Em Sua Direção, indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Samba/Pagode.
O "rei da voz" celebrou a oportunidade de cantar o hino brasileiro antes do confronto no Rio de Janeiro.
"Estou muito feliz e honrado em receber esse convite. Cantar o Hino Nacional Brasileiro é sempre um momento muito especial, e ter a oportunidade de representar o Brasil em um evento dessa magnitude, aqui no Maracanã, torna tudo ainda mais significativo. A música e o esporte têm uma forma única de unir as pessoas e criar momentos inesquecíveis. Estou muito animado em fazer parte de um momento tão importante para a NFL no Brasil, e espero representar o nosso país da melhor forma possível", disse Péricles.
Kandace Lindsey será responsável pelo hino norte-americano. A cantora bilíngue desenvolve um trabalho que reúne influências do soul brasileiro, do jazz e de outros ritmos internacionais. Seu álbum mais recente, “To Brasil with Love”, reflete a relação construída pela artista com a música e a cultura do país.
Péricles e Kandace se juntam a Ricky Martin e Pedro Sampaio entre as atrações musicais do NFL Rio Game 2026. O cantor porto-riquenho e o DJ carioca farão uma apresentação conjunta durante o intervalo da partida.
Em tom ufanista, o ator e secretário Especial da Cultura, Mário Frias, estrelou um vídeo da campanha “Um Povo Heróico”, lançada em parceria com a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), nesta quinta-feira (3).
“O Brasil tem História. Uma História com verdadeiros líderes, respeitados intelectuais e grandes heróis nacionais. Alguns, conhecidos; muitos, ignorados. Uma História tão bela e grandiosa quanto desprezada e vilipendiada por anos de destruição da identidade nacional”, diz a Secom na descrição do vídeo compartilhado nas redes sociais.
Na peça em questão, o secretário aparece observando obras de arte e documentos em uma sala com pouca iluminação. "Você já parou para pensar como seria se a gente pudesse olhar para nossa história assim: do jeito que eu estou olhando para os objetos aqui dessa sala? Se a gente pudesse ver tudo que vivemos em nossa vida de uma maneira simples, acessível à nossa visão? O que será que a gente veria? Os grandes momentos?”, questiona Frias, em tom dramático.
Em um texto repleto de pausas e citações ao hino nacional, o titular da Cultura descreve o brasileiro como um povo cheio de bravura e destaca a importância da história. "A resposta não é nada extraordinária e eu sei que você também deve estar pensando assim. Mas seria incrível, não é mesmo? Porque não são os momentos fáceis, nem os momentos simples, mas sim aqueles momentos em que a vida propõe um desafio e a gente responde sem medo”, acrescenta Mário Frias, que depois de percorrer a sala, senta em uma poltrona e segue interpretando o texto, no qual ressalta a “coragem que até então não sabíamos”, “uma força que passa despercebida por nós” do povo brasileiro.
“Eu falo a gente, porque eu conheço a nossa gente. E são essas pessoas, que não fogem à luta, que habitam todos os rincões do nosso país. São essas pessoas que amam o próximo e dividem esse solo, literalmente. Esse é o Brasil! E por ele, e pelo seu povo, desafiam a própria morte. Eles são muitos. Temos bons exemplos em todos os cantos. Até mesmo dentro de casa não é difícil encontrarmos um herói que se sacrifica a cada dia em prol da sua família. A verdade é que somos um povo heróico e encaramos com um brado retumbante o destino que nos encara. E a nossa história precisa ser contada”, conclui o secretário.
Segundo a Secom, o vídeo estrelado por Mário Frias abre a série “Um Povo Heróico”, às vésperas do 7 de setembro. “Com seus valores e exemplos, os heróis anônimos da atualidade fazem-nos olhar para os grandes heróis do nosso passado”, diz a pasta. Segundo a Comunicação, a campanha terá início com os “honrando a memória de heróis anônimos”, lembrando os cinco anos de morte de um morador de rua na Praça da Sé. “Depois, lembraremos os Pracinhas que combateram a tirania do nazismo (maior mal do mundo moderno, ao lado do comunismo). Por fim, falaremos de grandes heróis nacionais, que moldaram nossa História e nossa identidade, deixando legados eternos”, pontua, comparando o nazismo com o comunismo.
O vídeo institucional dividiu opiniões e foi recebido com críticas e elogios no Twitter:
“Combinou com o governo, ficou bem canastrão. PS: assistindo, dá para entender porque Mário Frias é sempre um eterno ex-Malhação”, diz um comentário. “De fato, a crise não é só moral, nem política, nem econômica, é também estética. Ô povinho brega no governo”, concordou outro seguidor. “Lembra do nazista Roberto Alvim? A música tá parecida, só mudou o sotaque agora…”, pontuou um terceiro, em referência ao discurso do ex-secretário Especial da Cultura, que indignou a sociedade por conter estética e discurso nazista (clique aqui e relembre).
Não faltaram também críticas ao presidente Jair Bolsonaro. “Destruição maior estamos vivendo no governo Bolsonaro. Lamentável”, afirmou um seguidor. “Viu, conta pra mim então a história daqueles R$ 89 mil na conta da primeira-dama?”, alfinetou outro, lembrando os depósitos de Fabrício Queiroz para Michelle Bolsonaro, até então não explicados pelo presidente, que tem reagido com hostilidade ao ser questionado pela imprensa (saiba mais).
Por outro lado, houve também quem apoiasse a campanha. “Tocante!”, disse uma mulher. “Esse é o orgulho do Brasil que eu quero. Enaltecer a história e respeito a pátria. Que bela interpretação ministro @mfriasoficial”, disse um apoiador. “Que linda iniciativa! Parabéns por mostrar que somos um grande povo! Juntos vamos reconstruir uma grande nação”, comentou uma terceira. “Que linda iniciativa! Parabéns por mostrar que somos um grande povo! Juntos vamos reconstruir uma grande nação”, disse outra seguidora.
Confira o vídeo estrelado por Mário Frias:
???????? O Brasil tem História. Uma História com verdadeiros líderes, respeitados intelectuais e grandes heróis nacionais. Alguns, conhecidos; muitos, ignorados. Uma História tão bela e grandiosa quanto desprezada e vilipendiada por anos de destruição da identidade nacional. pic.twitter.com/N8TDqpASXu
— SecomVc (@secomvc) September 3, 2020
Com o nome parecido ao de um grande desafeto do presidente eleito Jair Bolsonaro, o tenor Jean William foi anunciado de maneira diferente na cerimônia dos 30 anos da Constituição Federal, nesta terça-feira (6), no Congresso Nacional. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o artista, que cantou o hino nacional, foi apresentado na casa como Jean Silva, para não desagradar Bolsonaro, que podia confundi-lo com o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ). Ainda segundo a publicação, a questão foi discutida pelos organizadores, que decidiram pela mudança para evitar problemas com o presidente eleito.
Já o cantor, que se chama Jean William Silva, foi surpreendido pela mudança. “Não recebi nenhuma informação, não sei dizer”, afirmou o artista, que é conhecido, de fato, como Jean William. A assessoria de imprensa do Senado alega que a secretaria-geral da mesa “optou pela praxe de usar o primeiro e o último nomes de autoridades e convidados”.
Caetano Veloso interpreta Hino Nacional na cerimônia de posse da ministra Cármen Lúcia como presidente do STF pic.twitter.com/Ftrg61nTVX
— Congresso em Foco (@congemfoco) 12 de setembro de 2016
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.