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hilda salomao
O Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, em Salvador, será palco do lançamento do livro “O Caminho de Volta – Andarilhos” e da abertura da exposição homônima, de Hilda Salomão. O evento, aberto ao público, está marcado para o dia 23 de outubro, às 18h30.
A publicação chega às mãos do público em uma edição especial, produzida pela Editora SobreGentes, em celebração aos 50 anos de trajetória da artista. Com tiragem limitada, o livro reúne obras marcantes da ceramista e artista visual baiana, acompanhadas por textos críticos e reflexões sobre sua contribuição à arte brasileira.
As imagens do livro foram realizadas pela fotógrafa Marta Suzi, que assina o trabalho visual da obra. Seu olhar se entrelaça à sensibilidade de Hilda e revela nuances do processo criativo da artista. A relação entre as duas vem de longe, sustentada por uma amizade de décadas e por um percurso compartilhado na arte.
A exposição no MAB expande o conteúdo do livro para o espaço físico. O público poderá se aproximar de peças que traduzem o universo de Hilda, marcado pela influência das mulheres de sua família e por uma prática artesanal enraizada na tradição da cerâmica.
Nascida na Bahia, a artista cresceu cercada pelo barro, inspirada pela avó e pela mãe, ambas ceramistas. Desde cedo, transformou o brincar com a terra em ofício, o que a levou a formar-se em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia e a dedicar-se também à docência.
Seu ateliê, localizado no bairro de Stella Maris, em Salvador, é onde as ideias ganham forma. É ali que cada peça nasce a partir de um gesto que respeita o tempo da matéria e o impulso criador da artista. As técnicas, texturas e queimas variam conforme a intenção, em um diálogo sensorial com o barro que se mantém vivo ao longo de sua trajetória.

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Serviço
O trabalho coletivo vai resultar em um grande mural cerâmico a ser instalado em área externa do museu, sob coordenação da professora e ceramista Hilda Salomão. O interessado terá à disposição, gratuitamente, uma quantidade de argila suficiente para produzir uma peça, com criação livre, no tamanho 20 x 20 cm. Uma vez produzida, a peça vai ao forno apropriado e, depois de pronta, passa a integrar o mural.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.