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O autor Manoel Carlos, conhecido por grandes novelas na TV Globo, morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada, mas ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde fazia tratamento contra a Doença de Parkinson, que no último ano afetou o desenvolvimento motor e cognitivo.
Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista de novelas Maria Carolina. Segundo a Globo, o velório será fechado e restrito à família e amigos íntimos.
Maneco, como era conhecido, começou na Globo em 1972, como diretor-geral do "Fantástico". Antes disso, já havia passado por diversas emissoras brasileiras, atuando como autor, produtor e até ator. A carreira artística começou ainda nos palcos, aos 17 anos.
Com mais de 15 folhetins ao longo da carreira, o autor ficou conhecido por seu trabalho nas novelas da TV Globo em obras como “Laços de Família”, “Mulheres Apaixonadas” e “Por Amor”, além de “Baila Comigo” (1981). Suas obras, normalmente, tinha como ambiente o bairo do Leblon, no Rio de Janeiro, além das “Helenas”, nome da maioria de suas protagonistas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).