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heart award
Bia Haddad Maia, atual número 17 do ranking mundial, foi eleita pelo voto popular a vencedora do Heart Award nos playoffs da Billie Jean King Cup, mais importante competição de nações do tênis feminino. Liderando a vitória do Brasil sobre a Argentina em São Paulo, a tenista paulistana garantiu o prêmio pela terceira vez em sua carreira.
Como parte da premiação, Bia irá doar o valor de 3 mil dólares (cerca de R$ 18 mil) ao Projeto Reviravolta, que auxilia pessoas em situação de rua na capital paulista. Em declaração após o anúncio da conquista, Bia destacou a importância do prêmio e o impacto do apoio dos torcedores.
“Essa é uma premiação especial pra mim. Vem dos torcedores e faz a diferença na vida de muitas pessoas. Me dá uma energia extra para dar o meu melhor. Agradeço à ITF e a todos que votaram e me deram suporte na Billie Jean King Cup", disse a tenista.
O Projeto Reviravolta, escolhido por Bia para receber a doação, é uma iniciativa do Centro Gaspar Garcia que busca transformar a vida de pessoas em situação de rua. Por meio de atividades como oficinas de formação, geração de renda com reciclagem e acompanhamento social, o programa promove a inclusão social, a organização pessoal e o acesso a políticas públicas.
Além disso, o projeto também atua em articulações para qualificar as políticas públicas voltadas à população em situação de rua em São Paulo, fortalecendo redes de apoio e contribuindo para que os participantes retomem seus sonhos e alcancem uma verdadeira “reviravolta” em suas vidas.
Enquanto Bia foi premiada nos playoffs da Billie Jean King Cup, a italiana Jasmine Paolini levou o Heart Award das finais da competição. Paolini recebeu US$ 10 mil (cerca de R$ 60 mil) e anunciou que fará a doação ao Make a Wish Italia, organização que realiza sonhos de crianças com doenças graves.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.