Artigos
Biblio, o quê?
Multimídia
Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
hamdan ballal
O desaparecimento do cineasta palestino Hamdan Ballal, vencedor do Oscar de melhor documentário de 2025 pelo filme “Sem Chão”, ganhou a mídia na última segunda-feira (24).
Em uma denúncia feita pelo co-diretor da obra, Yuval Abraham, foi revelado que colonos israelenses espancaram Ballal e que soldados de Israel entraram na ambulância chamada até o local e levaram o cineasta.
Segundo Yuval, Hadman teve a casa invadida e as agressões causaram ferimentos no estômago e na cabeça. Desde então, o paradeiro do cineasta é desconhecido.
"Um grupo de colonos acabou de linchar Hamdan Ballal, codiretor do nosso filme Sem Chão. Eles o espancaram e ele tem ferimentos na cabeça e no estômago, sangrando. Soldados invadiram a ambulância que ele chamou e o levaram. Nenhum sinal dele desde então", publicou.
Ao conquistar o Oscar de Melhor Documentário, o diretor Basel Adra, que divide a direção do longa com Hadman, Yuval e Rachel Szor, subiu ao palco e pediu o fim do genocídio do povo palestino em seu discurso.
"Sem Chão reflete a dura realidade que temos suportado por décadas e ainda resistimos enquanto apelamos ao mundo para tomar medidas sérias para parar a injustiça e parar a limpeza étnica do povo palestino", declarou.
Yuval também fez um protesto em cima do palco. "Fizemos esse filme, palestinos e israelenses, porque, juntos, nossas vidas são mais fortes. Estamos vendo a destruição de Gaza e seu povo, e isso precisa parar. Israel foi atacada em 7 de outubro, mas quando vejo Gaza, vejo meus irmãos, mas não somos iguais. Vivemos em um regime em que eu tenho liberdade sob a lei civil, e ele [Basel] atende à lei militar, que destrói a vida dele e ele não consegue controlar a sua vida".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).