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Artigos

Paulo Avena
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Foto: Divulgação

O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia

Quando pensamos na vocação econômica da Bahia, é impossível ignorar o mar. Temos mais de mil quilômetros de litoral, clima favorável durante praticamente todo o ano, uma baía totalmente navegável e uma relação histórica com a navegação. Poucos lugares no Brasil possuem condições tão favoráveis ao desenvolvimento da economia náutica.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

guerra das malvinas

Jogadores da Argentina exibem faixa sobre as Malvinas após vitória sobre a Inglaterra na Copa do Mundo
Foto: Leonardo Baran/Bahia Notícias

O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, tentou afastar o contexto histórico que envolve o confronto contra a Inglaterra antes da semifinal da Copa do Mundo de 2026, disputada nesta quarta-feira (15). Na véspera da partida, o treinador defendeu que o duelo fosse tratado apenas como um evento esportivo.

 

"É uma partida de futebol. Não posso misturar as coisas, especialmente por respeito ao que aconteceu há tantos anos. Foi um período muito triste da nossa história, e não há muito o que possamos fazer a respeito. Essa é a realidade", afirmou.

 

Apesar do discurso de Scaloni, a conquista da vaga na final foi marcada por uma manifestação dos jogadores argentinos. Após a vitória por 2 a 1, o elenco celebrou no gramado do Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos, exibindo uma faixa com a frase "Las Malvinas son argentinas" ("As Malvinas são argentinas").

 

Nas imagens da comemoração aparecem jogadores como Lionel Messi, Lisandro Martínez, Cuti Romero e Giuliano Simeone próximos à faixa.

 

Antes da partida, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) havia determinado a proibição da entrada de torcedores com faixas, bandeiras ou qualquer referência à Guerra das Malvinas, além de mensagens consideradas provocativas relacionadas ao conflito histórico entre os dois países.

 

Com a classificação, a Argentina disputará sua segunda final consecutiva de Copa do Mundo e tentará conquistar o tetracampeonato. A equipe enfrenta a Espanha no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

 

GUERRA DAS MALVINAS
A Guerra das Malvinas foi um conflito armado travado entre Argentina e Reino Unido entre abril e junho de 1982 pela soberania do arquipélago das Ilhas Malvinas, conhecido pelos britânicos como Falkland Islands. O confronto durou 74 dias e terminou com a vitória do Reino Unido, que manteve o controle do território. Ao todo, 907 pessoas morreram, sendo 649 argentinos, 255 britânicos e três civis. A disputa pela soberania das ilhas permanece como um tema sensível nas relações entre os dois países e segue sendo reivindicada pela Argentina.

Sinal de alerta nos EUA: polícia reforça segurança para semifinal entre Argentina e Inglaterra
Foto: Instagram / @afaseleccion / @england

A semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Inglaterra mobilizou as autoridades de segurança dos Estados Unidos. A polícia de Atlanta está em estado de alerta diante da possibilidade de conflitos entre torcedores das duas seleções, protagonistas de uma das rivalidades mais intensas do futebol mundial. A informação é de Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias. 

 

Argentinos e ingleses se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h, no horário de Brasília, no Atlanta Stadium, nome utilizado pela Fifa para o Mercedes-Benz Stadium durante a competição. A partida vale uma vaga na decisão do Mundial.

 

A expectativa é de que aproximadamente 75 mil pessoas acompanhem o confronto no estádio, com uma divisão equilibrada entre torcedores argentinos e ingleses. Um dos principais pontos de preocupação é a limitada separação das duas torcidas nas arquibancadas.

 

Em jogos da Copa do Mundo, apenas os ingressos distribuídos diretamente às federações costumam ocupar setores específicos. Os bilhetes adquiridos por meio das vendas gerais e da plataforma de revenda da Fifa podem colocar torcedores das duas seleções lado a lado.

 

Diante do cenário, o Departamento de Polícia de Atlanta aumentou o efetivo e os recursos destinados à segurança nas áreas de maior circulação da cidade, especialmente nos arredores do estádio e nos pontos de concentração dos torcedores. As autoridades querem impedir que provocações relacionadas à rivalidade histórica se transformem em confrontos físicos.

 

Apesar de o comportamento dos ingleses ter sido considerado positivo ao longo do Mundial, registros isolados de confusões envolvendo torcedores das duas nacionalidades elevaram o nível de atenção. A presença expressiva de comunidades argentinas e britânicas nos Estados Unidos também deve aumentar o público nas ruas de Atlanta antes e depois da partida.

 

A rivalidade entre Argentina e Inglaterra ultrapassa as quatro linhas. O conflito político entre os países foi intensificado pela Guerra das Malvinas, chamada de Falklands War pelos britânicos, travada em 1982 pelo controle do arquipélago localizado no Atlântico Sul.

 

Quatro anos depois, as seleções se encontraram nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, no México. Diego Maradona marcou os dois gols da vitória argentina por 2 a 1. O primeiro foi anotado com a mão e validado pela arbitragem, em um lance que ficou conhecido mundialmente como a "Mão de Deus".

 

Poucos minutos depois, Maradona atravessou o campo, passou por jogadores ingleses e marcou o gol posteriormente eleito pela Fifa como o mais bonito da história das Copas. Para os argentinos, a vitória ganhou um significado que foi além do futebol em razão da guerra ocorrida quatro anos antes.

 

A tensão entre as seleções, no entanto, já existia desde a Copa de 1966. Na ocasião, a Inglaterra venceu a Argentina por 1 a 0 nas quartas de final, em Wembley, em uma partida marcada pela expulsão do capitão argentino Antonio Rattín. A confusão provocada pela falta de uma sinalização clara da arbitragem contribuiu posteriormente para a criação dos cartões amarelo e vermelho.

 

Os países voltaram a se enfrentar nas oitavas de final do Mundial de 1998. Após empate por 2 a 2, a Argentina avançou nos pênaltis em um jogo marcado pela expulsão de David Beckham. Quatro anos depois, Beckham marcou de pênalti o gol da vitória inglesa por 1 a 0 na fase de grupos da Copa de 2002.

 

O último encontro entre as seleções ocorreu em um amistoso disputado em 2005, vencido pela Inglaterra por 3 a 2. Já o confronto desta quarta será o primeiro entre argentinos e ingleses em uma Copa do Mundo em 24 anos.

 

Na tentativa de diminuir a tensão antes da semifinal, o técnico argentino Lionel Scaloni afirmou que o duelo deve ser tratado apenas como uma partida de futebol. Jogadores da seleção argentina também defenderam que as questões políticas e históricas não sejam levadas para dentro do estádio.

 

Em campo, a Argentina chegou à semifinal após vencer a Suíça por 3 a 1, na prorrogação. A Inglaterra avançou ao superar a Noruega por 2 a 1. O vencedor enfrentará França ou Espanha na final da Copa do Mundo, marcada para domingo (19), no New York New Jersey Stadium.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O primeiro turno das eleições apresentaram aos políticos que é tempo de recomeçar. Ou ao menos reatar o que estava adormecido, como no caso do Soberano, que reatou com os Bolsonaro, apoiando o 01 do Capitão. Fez questão de levar os apoiadores para não dizerem que vai só leva um voto. Melhor dividir a responsabilidade mesmo... Além disso, por falar em recomeçar e resgatar o tempo perdido, veja Regis Redondo: passou a agonia de eleição e já voltou a vida fitness. Suspeito que esteja querendo que eu volte a chamá-lo de Sandrinho Light. Siga firme que penso em seu caso.

Pérolas do Dia

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin
Fotos: Victor Hernandes / Bahia Notícias

"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB". 

 

Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.
 

Podcast

Prefeito de Camaçari Luiz Caetano é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Prefeito de Camaçari Luiz Caetano é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (19). O programa será transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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