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Artigos

Bernardo Araújo
Os “meninus” do trio
Foto: Acervo pessoal

Os “meninus” do trio

A poucas semanas do início do Carnaval, sempre me pego pensando: qual será a polêmica de 2026? Porque, convenhamos, em Salvador, polêmica carnavalesca não é acidente — é tradição. Todos os anos, essa cidade vocacionada para os serviços e, sobretudo, para a economia criativa, se prepara para a maior festa do planeta. Pelo menos é assim que nós, baianos, gostamos de dizer, misturando exagero e orgulho na mesma dose.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

grupos extremistas

Abin monitorou Telegram de grupos neonazistas em atividade no Brasil
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) monitorou grupos que difundem conteúdo supremacista e neonazista para centenas de pessoas no Telegram. O informe, produzido no dia 25 de novembro de 2022, após o segundo turno da eleição presidencial, mostra como núcleos extremistas embarcaram no movimento golpista para causar instabilidade institucional.

 

A coluna de Guilherme Amado do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, teve acesso à íntegra do relatório sigiloso. O documento foi enviado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI); à Diretoria de Inteligência Policial da Polícia Federal (PF); à Diretoria de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública; à Polícia Civil de Santa Catarina; e ao Gabinete de Transição do Governo.

 

Na época do monitoramento, a Abin destacou que os “grupos neonazistas demonstram interesse em associar narrativas supremacistas a movimentos de contestação dos resultados eleitorais e adotam discursos que dialogam com pautas de outros movimentos para recrutar novos adeptos e promover ações violentas contra autoridades, instituições e agrupamentos antagônicos”.

 

“Os mesmos [grupos neonazistas] repercutiram chamamentos para contestar a legitimidade dos resultados eleitorais ou buscaram aproveitar-se das narrativas de deslegitimação para avançar teses extremistas violentas ou para fomentar movimentos de insurreição armada”, avaliou a Abin.

 

Um dos exemplos colhidos pela Abin mostrava nazistas apoiando os bloqueios que caminhoneiros fizeram em rodovias federais após a derrota de Jair Bolsonaro. “O que está acontecendo pode mudar tudo. Precisamos nos unir para aproveitar essa oportunidade”, disse um integrante do grupo. “Estou pensando em fazer uma barreira na BR da minha cidade”, respondeu outro. “Faça isso, na minha já fizemos. Ontem à noite fizemos uma reunião para discutir a logística e bloqueamos tudo”, retrucou o primeiro, que emendou com xingamentos ao Nordeste e ameaças de deixar a região sem alimentos.

 

Entre os canais monitorados, estavam grupos que reuniam até 800 pessoas no Telegram. Os nazistas se agrupavam no aplicativo de mensagens sob diversas bandeiras, como o movimento separatista da Região Sul e o ódio racial.

 

Um dos grupos separatistas, com 688 integrantes, apresentava manuais para fabricação de explosivos, técnicas de guerrilha e impressão de armas de fogo em impressoras 3D. A intenção, segundo administradores do canal, era formar um grupo armado com motivações supremacistas.

 

Outro grupo, inclinado para a propagação do ódio racial, incentivava pessoas a formarem uma “milícia digital”. Os líderes do canal diziam que o governo Lula subjugaria “o povo branco, em especial o sulista”, ao criar um Ministério da Igualdade Racial. Citações de figuras históricas do nazismo e do fascismo e manifestações antissemitas também eram publicadas no canal. À época, o conteúdo postado no grupo alcançava 813 assinantes.

 

A coluna verificou que parte dos grupos continua ativa no Telegram. Em abril, a Justiça suspendeu o uso da plataforma no país, após o aplicativo não entregar os dados completos de canais neonazistas à Polícia Federal. A corporação investigava a relação entre os grupos do Telegram e o ataque a um colégio em Aracruz, no Espírito Santo. A plataforma voltou a funcionar três dias depois, também por decisão judicial.

 

Todas as instituições que receberam o relatório da Abin foram questionadas sobre quais medidas foram tomadas para investigar e combater a existência dos grupos supremacistas e neonazistas mencionados no informe.

 

Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) declarou que “nenhum dos dirigentes da nova gestão do ministério foi convidado a entrar em grupo de WhatsApp gerenciado pela ABIN para receber relatórios” e que a pasta “não tem informações sobre materiais eventualmente enviados para dirigentes que pertenciam ao governo passado”. A coluna questionou sobre a qual grupo de WhatsApp o ministério se referia, mas a pasta recuou: “O ministério não dispõe de informações referentes a grupos de WhatsApp gerenciados pela Abin”.

 

A Polícia Civil de Santa Catarina informou que fez “inúmeras operações, em Santa Catarina e em diversos estados, que resultaram na prisão de pelo menos 19 pessoas envolvidas com movimentos supremacistas”. A coluna questionou sobre a relação dos presos com os grupos citados no relatório da Abin, mas não houve resposta.

 

O GSI, a Polícia Federal e o Telegram não enviaram posicionamento até a publicação da reportagem. O espaço permanece aberto para manifestações.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Janja da Silva

Janja da Silva
Foto: Reprodução Redes Sociais


"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".

 

Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. 
 

Podcast

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende
O Projeto Prisma desta segunda-feira (2) recebe o historiador Marcos Rezende para falar sobre a tradicional Festa de Iemanjá, data que faz parte do calendário soteropolitano e une sagrado e profano nas ruas do bairro do Rio Vermelho.

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