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João Fonseca voltou a subir no ranking mundial da ATP após a melhor campanha de sua carreira em Roland Garros. Em lista divulgada na manhã desta segunda-feira, o brasileiro apareceu na 25ª colocação, cinco posições acima da anterior.
A marca deixa o tenista muito próximo do melhor ranking da carreira, que foi o 24º lugar, alcançado em novembro do ano passado. Mesmo sem superar essa posição, João atingiu sua maior pontuação até aqui: 1.735 pontos.
A campanha no saibro francês rendeu 400 pontos ao brasileiro. Fonseca venceu quatro partidas em Roland Garros e parou nas quartas de final, resultado que representa seu melhor desempenho em torneios de Grand Slam. Como defendia 100 pontos da edição anterior, quando chegou à terceira rodada, o saldo final foi suficiente para impulsionar sua posição na lista.
Apesar de não ter alcançado o melhor ranking da carreira, o brasileiro passou a ter sua maior pontuação acumulada no circuito. Antes disso, sua melhor marca havia sido de 1.665 pontos, registrada em 3 de novembro.
A pontuação nos torneios varia de acordo com o desempenho. Nos Grand Slams, o campeão soma 2.000 pontos, o vice fica com 1.300, os semifinalistas recebem 800 e os quadrifinalistas somam 400.
Depois da boa campanha em Paris, João Fonseca volta suas atenções para a temporada de grama. O brasileiro terá uma boa oportunidade de somar pontos, já que não tem grande pontuação a defender nesse período por causa das campanhas discretas realizadas no ano passado.
Na próxima semana, João disputará o ATP 500 de Halle, na Alemanha. Depois, a partir do dia 22, o brasileiro jogará o ATP 250 de Eastbourne, na Inglaterra.
Na tarde desta terça-feira (2), João Fonseca se despediu do sonho de chegar às semifinais de Roland Garros após ser superado pelo checo Jakub Mensik, número 27 do ranking mundial, por 3 sets a 0. Apesar do resultado negativo, o tenista brasileiro escreveu seu nome na história do esporte nacional, já que alcançar as quartas de final foi o melhor resultado de sua carreira em um Grand Slam.
Durante a partida, principalmente nos momentos decisivos, o brasileiro persistiu, mas esbarrou na tarde iluminada do checo. O confronto terminou com parciais de 6/4, 6/3 e 7/6 (3), em um duelo equilibrado de 2h44min de duração.
João é o primeiro tenista do país a alcançar esta etapa em Paris desde Gustavo Kuerten. Ídolo do esporte, Guga atingiu essa marca pela última vez em 2001, ano em que conquistou o seu tricampeonato no torneio. Inclusive, o ex-número 1 do mundo estava presente na arquibancada da quadra central torcendo de perto pelo jovem de 19 anos.
Vale ressaltar que, na chave feminina, o avanço brasileiro mais expressivo e recente foi o de Bia Haddad Maia, que alcançou as semifinais do torneio francês na temporada de 2023.
Apesar da eliminação, a campanha de Fonseca em Paris foi marcada por feitos históricos. Nas rodadas anteriores, ele superou o francês Luka Pavlovic, buscou uma virada incrível sobre o croata Dino Prizmic após sair perdendo por dois sets a zero e eliminou a lenda Novak Djokovic de forma heroica, também após estar em desvantagem de 2 a 0. Com o triunfo sobre o sérvio, ele se tornou o primeiro adolescente a derrotar o recordista de Grand Slams em um torneio deste nível.
Mesmo com a derrota, o grande desempenho no saibro francês fará Fonseca subir no ranking da ATP. A atualização em tempo real mostra o brasileiro ocupando a 25ª posição, mas a colocação final ainda depende do encerramento e de outros resultados do Grand Slam.
O próximo compromisso no calendário de João Fonseca será o ATP 500 de Halle, na grama, que começará no dia 15 de junho. Ainda neste mês, o brasileiro disputará o ATP 250 de Eastbourne, sua última competição preparatória antes de Wimbledon.
MATÉRIA ATUALIZADA ÀS 18H43
Após mais de quatro horas de disputa, João Fonseca conseguiu uma virada histórica sobre Novak Djokovic por 3 sets a 2, nesta sexta-feira (29). O resultado garantiu o brasileiro nas oitavas de final de Roland Garros pela primeira vez na carreira. Depois da partida, o tenista afirmou que ainda está sem acreditar na vitória diante de seu ídolo e maior vencedor da história do tênis.
“Eu consegui. Eu só joguei, aproveitei, e foi um prazer para mim. Que ídolo nós temos! Foi minha primeira vez jogando contra ele, então queria agradecê-lo. Estou muito feliz. Muito obrigado. Muito obrigado também a todos os brasileiros, seguimos acreditando e estamos na quarta rodada. Partiu, vamos com tudo!”, celebrou João logo após o confronto.
Em entrevista à ESPN, ele completou: “Cara, estou arrepiado, sério. Estou sem palavras, sinceramente, a ficha ainda nem caiu. Estou exausto, não estou nem conseguindo pensar direito, falar muito menos. Só estou curtindo o momento e, cara, que momento! Ainda estou sem acreditar”.
Este foi o primeiro jogo de Fonseca contra Djokovic na carreira. O sérvio chegou a abrir 2 sets a 0, mas o brasileiro conseguiu encaixar uma grande reação. No final, o jovem de apenas 19 anos afirmou que nem ele próprio acreditava na virada àquela altura do jogo.
“Eu acho que nem eu acreditava depois do segundo set. Ele estava me destruindo, com mudança de direção, um negócio ridículo. Eu batia forte e a bola voltava na paralela, ele estava em todos os lados. E, enfim, estava calor. Eu não estava conseguindo achar uma forma de pontuar. Teve uma hora em que meu treinador falou comigo e eu disse que não sabia o que fazer: 'se dou bola alta, ele encurta; se dou bomba, ela volta'”, comentou o carioca.
Esta foi apenas a segunda vez na carreira que Djokovic perdeu uma partida após abrir 2 a 0 de vantagem. Foi também apenas a sétima vez que o sérvio foi derrotado em um 5º set em torneios de Grand Slam.
Agora, João Fonseca aguarda o vencedor do confronto entre o norte-americano Tommy Paul e o norueguês Casper Ruud para conhecer seu adversário nas oitavas de final.
João Fonseca escreveu o maior capítulo de sua carreira até aqui nesta sexta-feira (29). Aos 19 anos, o brasileiro venceu Novak Djokovic, atual número 3 do mundo e maior campeão de Grand Slams da história, em uma batalha de quase cinco horas por Roland Garros.
Depois de sair perdendo por dois sets, Fonseca reagiu, virou a partida e fechou o confronto com parciais de 4/6, 4/6, 6/3, 7/5 e 7/5, em 4h57min. O resultado levou o carioca pela primeira vez às oitavas de final de um torneio de Grand Slam.
A vitória também representa o principal triunfo da jovem carreira do brasileiro. Antes de superar Djokovic, Fonseca já havia enfrentado os dois primeiros colocados do ranking da ATP em março. Na ocasião, perdeu para Jannik Sinner por 2 sets a 0, com decisão no tie-break nas duas parciais, e também foi derrotado por Carlos Alcaraz, por duplo 6/4.
O JOGO
Djokovic começou a partida em ritmo dominante, quebrou o saque de Fonseca logo no primeiro game e abriu 5/1 no set inicial. O brasileiro ainda salvou três set points no sétimo game, mas não evitou a derrota na parcial.
No segundo set, o sérvio manteve o controle dos pontos principais, conseguiu a quebra necessária e abriu 2 a 0 no placar. A partir do terceiro set, porém, o cenário mudou. Fonseca passou a jogar mais solto, ganhou intensidade nas trocas de bola e aproveitou os sinais de desgaste físico do adversário para diminuir a vantagem.
O quarto set teve equilíbrio até os games finais. O brasileiro conseguiu quebrar primeiro, viu Djokovic devolver a quebra na sequência, mas voltou a pressionar no momento decisivo. Com nova quebra no 11º game, Fonseca confirmou o serviço e levou a partida para o quinto set.
Na parcial decisiva, os dois alternaram momentos de pressão. Djokovic tentou retomar o controle da partida, mas Fonseca sustentou a agressividade e encontrou a quebra decisiva novamente no 11º game. Sacando para o jogo, o brasileiro confirmou o serviço e fechou uma das maiores vitórias do tênis nacional em torneios de Grand Slam.
E AGORA?
Com a derrota, Djokovic desperdiçou a chance de seguir na busca pelo 25º título de Grand Slam da carreira em uma chave sem Jannik Sinner e Carlos Alcaraz. Em 2026, o sérvio soma sete vitórias e quatro derrotas.
João Fonseca agora aguarda o vencedor do confronto entre o norte-americano Tommy Paul e o norueguês Casper Ruud para conhecer seu adversário nas oitavas de final.
Três horas e 27 minutos depois, João Fonseca conquistou a vitória em Roland Garros, nesta quarta-feira (27). O brasileiro arrancou o triunfo diante do croata Dino Prizmic, 72º do ranking da ATP. Depois de estar perdendo por 2 sets a 0, o brasileiro de 19 anos venceu por 3 a 2 para avançar à terceira rodada no saibro de Paris.
As parciais de 3/6, 4/6/ 6/3, 6/1 e 6/2. Foi a primeira virada de João Fonseca em um Grand Slam. Com o resultado, João Fonseca igualou a campanha do ano passado no saibro francês, quando participou pela primeira vez da chave principal de Roland Garros. Também é sua melhor campanha em Grand Slam.
Porém, o próximo encontro é grande pedra no sapato, Foncesca, que ocupa a 30ª posição no ranking enfrenta o número 4 do mundo e maior campeão de Grand Slam da história, Novak Djokovic. Eles disputam uma vaga nas oitavas de final, a partida deve ser na sexta-feira (30).
Vai ser o primeiro duelo entre João e o sérvio de 39 anos, para completar os confrontos com o top-4. Desde março, o brasileiro encarou sem sucesso Jannik Sinner (1º), Carlos Alcaraz (2º) e Alexander Zverev (3º). Djoko esteve pelo menos nas quartas de final de Roland Garros em 17 das 18 edições desde que João nasceu.
Com o feito desta quinta, O número 30 do mundo ainda entrou para um seleto hall. Tornou-se apenas o terceiro adolescente neste século a vencer um jogo de Roland Garros depois de estar perdendo por 2 sets a 0. Ele se juntou a Roger Federer (2001) e Thanasi Kokkinakis (2015).
O tenista espanhol Carlos Alcaraz anunciou nesta sexta-feira (24) que vai ficar de fora do torneio de Roland Garros e do Masters 1.000 de ATP de Roma. Atual número 2 do ranking mundial, o atleta de 22 anos optou por priorizar a recuperação de uma lesão no punho direito.
Atual campeão do Grand Slam parisiense, Alcaraz buscaria o terceiro título consecutivo no principal torneio do saibro. No entanto, após avaliação médica, decidiu interromper a sequência no circuito.
"Após os resultados dos exames realizados nesta sexta, decidimos que o mais prudente é sermos cautelosos e não participarmos dos torneios de Roma e Roland Garros, enquanto aguardamos a evolução do quadro para decidir quando retornaremos às quadras. É um momento complicado para mim, mas tenho certeza de que sairemos mais fortes dessa situação", afirmou o tenista.
A lesão foi sofrida durante o ATP 500 de Barcelona, disputado na última semana. Sem competir desde então, Alcaraz já havia aberto mão de participar do Madrid Open.
Com a ausência nos próximos compromissos, o espanhol deixará de defender pontos importantes no ranking: 1.000 referentes ao título em Roma e 2.000 pela conquista em Paris. A situação pode ampliar a vantagem do líder Jannik Sinner na ponta da classificação.
Apesar disso, Alcaraz mantém uma margem confortável sobre o terceiro colocado, Alexander Zverev, com diferença superior a sete mil pontos no ranking mundial.
A tenista Elena Rybakina, atual número 5 do ranking mundial, conquistou neste sábado (31) o título do Australian Open. Em uma reedição da final de 2023, a cazaque superou a líder da WTA, Aryna Sabalenka, por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 6/4, após 2h18min de confronto.
Este foi o primeiro título de Rybakina no Grand Slam australiano e o segundo da carreira em torneios desse nível. A vitória reforça o bom retrospecto recente da atleta diante da belarussa, a quem também derrotou na final do WTA Finals de 2025.
Na parcial decisiva, Rybakina mostrou poder de reação ao reverter uma desvantagem de 3 a 0, encerrando a partida com um ace. Com o resultado, a tenista soma 20 vitórias nas últimas 21 partidas disputadas no circuito profissional.
Apesar do vice-campeonato, Aryna Sabalenka permanecerá na liderança do ranking da WTA. Já Rybakina deve subir para a terceira colocação mundial na próxima atualização do ranking, prevista para segunda-feira. Para a belarussa, o revés representa a terceira derrota nas últimas quatro finais de Grand Slam, incluindo as decisões do Australian Open e de Roland Garros de 2025.
Durante a cerimônia de premiação, Elena Rybakina destacou a competitividade da adversária e agradeceu ao público presente:
“É difícil encontrar palavras agora. Quero parabenizar a Aryna pelos resultados incríveis ao longo desses dois anos. Sei que é difícil, mas espero que possamos jogar muitas outras finais juntas. Quero agradecer a torcida pela ótima atmosfera e por nos apoiar, sinto esse apoio bastante em quadra. Agradeço a todos os que fazem esse torneio acontecer, é um prazer estar aqui. Espero que não tenha esquecido ninguém. Hoje tivemos outras partidas com jogadores cazaques e espero que continuemos fazendo um grande trabalho.”
O judoca Leonardo Gonçalves conquistou, neste domingo (30), a medalha de bronze na categoria -100 kg do Grand Slam de Abu Dhabi 2025. Ele venceu três combates e foi superado apenas nas quartas de final. Com o resultado, o Brasil encerrou a competição com três bronzes, somando o desempenho de Daniel Cargnin e Rafaela Silva no dia anterior.
Na luta que valeu o lugar no pódio, Gonçalves derrotou Simeon Catharina, dos Países Baixos, reduzindo a vantagem do adversário no histórico de confrontos, agora em 3 a 2. Os dois não se enfrentavam desde o Grand Slam de Tel Aviv, em 2021, quando o brasileiro também saiu vencedor.
Atual quinto colocado no ranking mundial da Federação Internacional de Judô (IJF), Gonçalves integrou a equipe brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, onde conquistou o bronze na disputa por equipes mistas.
Esta é a quarta medalha do atleta em Grand Slams. Em 2025, ele já havia alcançado a prata nas etapas de Paris e Baku. Em 2023, também subiu ao pódio com o bronze em Tel Aviv.
Ícone do tênis mundial e dona de nove títulos de Grand Slam, Monica Seles revelou, nesta terça-feira (12), que enfrenta uma batalha contra a miastenia gravis, doença autoimune rara e sem cura que compromete a comunicação entre nervos e músculos. O diagnóstico foi feito há três anos, mas os primeiros sintomas surgiram dois anos antes. Veja o anúncio:
Segundo a ex-tenista, a decisão de tornar o caso público foi motivada pela intenção de aumentar a conscientização sobre a condição, especialmente às vésperas do US Open, que começa na próxima segunda-feira (18). Entre os sintomas mais comuns da miastenia gravis estão a fraqueza muscular e impactos em diversas partes do corpo, o que tem afetado seu dia a dia.
“Eu estava jogando com algumas crianças ou familiares e perdia as bola. Eu pensava: ‘É, vejo duas bolas’. Esses são obviamente sintomas que você não pode ignorar. Levei um bom tempo para realmente assimular e falar abertamente sobre isso, porque é uma questão difícil. Isso afeta bastante o meu dia a dia”, relatou Seles, acrescentando que até tarefas simples, como secar o cabelo, se tornaram desafiadoras.
Sem cura disponível no momento, o tratamento da ex-atleta é paliativo, com o objetivo de minimizar os efeitos da doença.
Seles construiu uma das carreiras mais impressionantes do esporte. Até os 19 anos, já havia conquistado oito títulos de Grand Slam, sendo o primeiro aos 16, em Roland Garros, em 1990. Sua trajetória, no entanto, sofreu um duro golpe em 1993, quando foi esfaqueada nas costas por um torcedor durante uma partida em Hamburgo, na Alemanha. Após se afastar temporariamente das quadras, conquistou apenas mais um Slam — o Australian Open de 1996.
A última partida profissional da sérvia ocorreu em 2003. No total, foram 53 títulos e 178 semanas no topo do ranking mundial, consolidando seu nome entre as maiores tenistas da história.
A brasileira Luisa Stefani se classificou para a final das duplas mistas de Wimbledon nesta segunda-feira (8). Ao lado do britânico Joe Salisbury, Stefani derrotou o hondurenho Marcelo Arévalo e a chinesa Shuai Zhang, cabeças de chave número dois do Grand Slam. O placar foi de 2 sets a 0, com parciais de 7/6 e 7/6 (4). Na quinta-feira (10), a dupla vai enfrentar o holandês Sem Verbeek e a tcheca Katerina Siniakova na decisão.
A semifinal foi marcada pelo equilíbrio. Nenhuma das duplas teve o saque quebrado durante a partida. Stefani e Salisbury criaram duas oportunidades de quebra, contra uma dos adversários, mas todos os breakpoints foram salvos. A vitória veio nos tiebreaks dos dois sets.
Luisa busca seu segundo título de Grand Slam. Em 2023, conquistou o Australian Open nas duplas mistas ao lado de Rafael Matos. Com isso, tenta ampliar a lista de conquistas brasileiras na categoria, que já conta com seis troféus: três de Bruno Soares (US Open 2012 e 2014, Australian Open 2016), um de Maria Esther Bueno (Roland Garros 1960) e um de Thomaz Koch (Roland Garros 1975).
Além da final nas mistas, Stefani segue viva na chave de duplas femininas. Nesta quarta-feira (9), por volta das 10h10 (horário de Brasília), ela e a húngara Tímea Babos enfrentam Taylor Townsend (EUA) e Katerina Siniakova (TCH), principais cabeças de chave do torneio, pelas quartas de final.
O búlgaro Grigor Dimitrov foi forçado a abandonar sua partida contra Jannik Sinner, nesta segunda-feira (7), pelas oitavas de final de Wimbledon. O tenista de 34 anos sentiu uma lesão no peitoral durante o terceiro set e não conseguiu seguir em quadra. Com isso, o italiano avançou automaticamente às quartas de final do Grand Slam britânico.
Dimitrov vencia a partida por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/5, e empatava o terceiro set em 2/2 quando caiu na quadra, com dores intensas no peitoral. Sem conseguir levantar o braço para sacar, recebeu atendimento médico, mas acabou desistindo.
Sinner, atual número 1 do ranking da ATP, demonstrou preocupação e prestou apoio imediato ao adversário. Após a partida, lamentou o ocorrido. “É muito difícil ver um colega nessa situação. Espero que ele se recupere o mais rápido possível”, disse o italiano.
O próximo adversário de Sinner será o norte-americano Ben Shelton, décimo colocado no ranking, em busca de uma vaga na semifinal do torneio.
O tenista Novak Djokovic se classificou para as quartas de final em Wimbledon. Em resultado dominante nesta segunda-feira (8), o sérvio bateu Holger Rune por 3 a 0.
Durante o duelo, o Djokovic só precisou de duas horas para emplacar os resultados de 6/3, 6/4 e 6/3. A classificação para as quartas do Grand Slam inglês foi a 15ª do atleta, que é o quarto entre homens e mulheres a conseguirem o feito.
Entre os muitos recordes batidos, Novak também empatou com Andy Murray em mais vitórias entre os jogadores em atividade, somando 119.
O próximo confronto do jogador será contra Alex de Minaur, que bateu o Francês Arthur Fils nas oitavas de final.
Aos 25 anos, Felipe Meligeni estreou com vitória em sua primeira partida em torneios de Grand Slam (os quatro principais campeonatos da temporada da ATP, a Associação de Tenis Profissionais) ao derrotar o australiano James Duckworth, 111º colocado, por 3 sets a 0 com parciais de 6/4 7/6 (13/11) 6/3 após 2h15min de duração na quadra 4 de Flushing Meadows.
Natural de Campinas, interior de São Paulo, Felipe Meligeni é o único brasileiro no torneio masculino de simples da edição 2023 do US Open. Pelo feminino, Bia Haddad também avançou para a segunda rodada. Antes de conseguir estrear em um Grand Slam, Meligeni bateu na trave três vezes (Roland Garros em 2021 e 2023 e Wimbledom em 2023) até conquistar a vaga inédita no US Open depois de salvar dois match points no terceiro e decisivo jogo do quali contra o argentino Frederico Coria (95 do mundo).
A saga de Felipe, que é sobrinho do tenista Fernando Meligeni, continua nesta nesta quinta-feira (31). O brasileiro irá duelar contra o argentino Sebastian Baez, 32º do ranking mundial e campeão semana passada em Winston-Salem, nos EUA, torneio ATP 250, ou o croata Borna Coric, 23º.
????????FELIPE MELIGENI JOGA MUITO E VENCE SUA ESTREIA NO #USOpen2023!
— Tênis Para Além do Óbvio ???? (Alemzão) (@AlemTenis) August 29, 2023
Nem parecia que era sua estreia em Slams, jogou com autoridade e não deu chances para ????????Duckworth. Vitória em sets diretos por 6/4 7/6 6/3!
Felipe está jogando num nível muito alto esse ano, top 100 ????
VAMOSSS!!! pic.twitter.com/pCrjjxNEh8
O tenista sérvio Novak Djokovic venceu o russo Andrey Rublev, nesta terça-feira (11), e alcançou pela 12ª vez na carreira uma semifinal de Wimbledon, o Grand Slam londrino. A vitória aconteceu de virada, com parciais de 4/6, 6/1, 6/4 e 6/3, em 2h50 de confronto. Heptacampeão do torneio, Djoko é campeão de Wimbledon desde 2018.
Esta foi a partida de número 400 de Djokovic em Grand Slans. O sérvio é apenas o terceiro na história a disputar pelo menos 400 partidas nos quatro principais torneios do circuito, ficando atrás do suíço Roger Federer (429) e da estadunidense Serena Williams (419).
Novak Djokovic agora enfrenta na semifinal o italiano Jannik Sinner. Caso seja campeão, Djokovic iguala o recorde de títulos de Roger Federer, que venceu na "grama sagrada" em oito oportunidades.
Nesta quarta-feira (12), os outros dois classificados para as semifinais saíram das partidas entre o russo Daniil Medvev contra o estadunidense Christopher Eubanks e do espanhol Carlos Alcaraz contra o dinarmaquês Holger Rune.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.