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A Fórmula 1 anunciou de forma oficial nesta terça-feira (13) o projeto de retorno ao continente africano após mais de três décadas. Ruanda fechou um acordo de dez anos para receber uma etapa da categoria, com estreia prevista para 2030 ou 2031, a depender do andamento das obras do circuito.
A corrida será realizada em um autódromo permanente na região de Bugesera, a cerca de 40 quilômetros de Kigali, capital ruandesa. O local fica próximo ao futuro Aeroporto Internacional de Bugesera, que também está em construção.
A última prova da Fórmula 1 em solo africano aconteceu em 1993, com o Grande Prêmio da África do Sul, disputado no circuito de Kyalami. Na ocasião, o francês Alain Prost venceu pela Williams.
Além da África do Sul, o Marrocos também recebeu uma etapa do Mundial, em 1958. Desde então, o continente ficou fora do calendário da principal categoria do automobilismo mundial.
O projeto prevê uma pista com estrutura para receber a Fórmula 1. O traçado foi desenvolvido pelo ex-piloto Alexander Wurz em parceria com a empresa do engenheiro Hermann Tilke, responsável pelo desenho de diversos circuitos utilizados pela categoria.
A data exata da estreia ainda não foi definida. A realização da prova dependerá da conclusão das obras e da preparação da estrutura necessária para receber equipes, pilotos e torcedores.
O retorno ao continente atende a uma antiga reivindicação de Lewis Hamilton. O heptacampeão mundial já havia defendido publicamente a realização de uma corrida na África e afirmou, em diferentes ocasiões, que trabalhava nos bastidores para tornar o projeto possível.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.