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Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

governo americano

Haddad afirma que Brasil tem condições de enfrentar tarifaço, mas "vai machucar um pouco"
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta quarta-feira (27), que o Brasil está preparado para lidar com o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre exportações brasileiras, mas alertou que deve haver um impacto. 

 

"Vai machucar um pouco? Vai. Tem setores que exportam mais de 50% para lá, tem empresas que vão sofrer, mas, macroeconomicamente falando, acredito que o Brasil está em condições de enfrentar", afirmou ele durante entrevista ao UOL. 

 

Haddad ressaltou que o governo adota uma postura ambígua: proativa, tentando manter um canal de negociação em aberto e reativa, para responder a decisões inesperadas do governo americano. 

 

O ministro disse que o país deve continuar defendendo seus interesses comerciais. 

 

"Não é justo que empresas e trabalhadores paguem o preço por ações de terceiros. Estamos tomando todas as medidas necessárias para proteger a economia brasileira", disse ele. 

Governo Biden teria atuado para defender processo eleitoral no Brasil em 2022, diz Financial Times
Foto: Alan Santos / PR

O governo de Joe Biden teria atuado de forma silenciosa para garantir o funcionamento do processo eleitoral brasileiro na eleição de 2022, que elegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um terceiro mandato. Isso é o que aponta uma reportagem publicada pelo jornal britânico Financial Times. De acordo com o periódico, houve uma campanha de pressão silenciosa do governo dos Estados Unidos para que líderes políticos e militares do país respeitassem a democracia brasileira.

 

De acordo com as informações reveladas, o próprio Hamilton Mourão, então vice-presidente, mostrou-se preocupado com os caminhos que o país poderia tomar. Durante a campanha eleitoral do ano passado, o presidente e então candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, atacou as urnas eletrônicas e colocou em dúvida a lisura do processo eleitoral.

 

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Ainda conforme o Financial Times, o governo Biden temia algo parecido ao que aconteceu no Capitólio americano em 2020, quando Donald Trump e seus apoiadores tentaram anula os resultados do pleito em janeiro de 2021. O governo americano então tentou transmitir a mensagem sem parecer que estava interferindo nas eleições de outro país. A solução encontrada foi uma campanha coordenada, sem propagandas, em vários setores dos EUA: militares, CIA, departamento de estado, Pentágono e Casa Branca.

 

"Foi quase um ano de estratégia, com um objetivo muito específico em mente: não o de apoiar um candidato brasileiro em detrimento de outro, mas muito focado em garantir que o processo eleitoral funcionasse", afirmou Michael McKinley, ex-funcionário do departamento de estado e ex-embaixador no Brasil.

 

De acordo com Tom Shannon, ex-funcionário do departamento de estado, a estratégia começou com a visita do conselheiro de segurança nacional do presidente Joe Biden, Jake Sullivan, ao Brasil em agosto de 2021. Um comunicado da embaixada disse que a visita "reafirmou a relação estratégica de longa data entre os Estados Unidos e o Brasil". Porém, Sullivan deixou a reunião com Bolsonaro preocupado, conforme relatou Shannon.

 

"Bolsonaro continuou falando sobre fraude nas eleições americanas e continuou entendendo sua relação com os Estados Unidos nos moldes da sua relação com o presidente Trump", afirmou Shannon. Ele também é ex-embaixador dos EUA no Brasil e mantém contatos próximos no país.

 

"Sullivan e a equipe que o acompanhou ficaram pensando que Bolsonaro era totalmente capaz de tentar manipular o resultado das eleições ou negá-lo, a exemplo do que fez Trump. Assim, pensou-se muito em como os Estados Unidos poderiam apoiar o processo eleitoral sem parecer interferir. E é assim que começa", acrescenta.

 

A reportagem do jornal também destaca a mensagem do secretário de defesa, Lloyd Austin, durante uma reunião de ministros da defesa em Brasília. Segundo o relato, ele teria dito em um discurso que as forças militares e de segurança precisam estar sob "forte controle civil".

 

De forma privada, Austin e outros oficiais teriam explicado aos militares brasileiros as consequências de apoiar uma ação inconstitucional, como um golpe. "Haveria ramificações negativas para o relacionamento bilateral entre militares se eles fizessem algo e precisassem respeitar o resultado da eleição", disse um funcionário do alto escalão do governo.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

André Viana

André Viana
Foto: Antena 1 Salvador

"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade". 


Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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