Artigos
O El Niño não vota
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
gordo
Dirigido por João Guisande, o espetáculo “Dois pesos, Duas Medidas" faz nova temporada às terças-feiras, de 14 de janeiro a 11 de fevereiro, sempre às 20h, no Teatro Sesi Rio Vermelho, em Salvador.
Com elenco formado por Daniel Calibam e Fernanda Beltrão, a montagem apresenta duas personas gordas que expõem, com humor e coragem, situações cotidianas reais e imaginadas sobre o universo gordo. Os artistas levam ao palco experiências pessoais, trazem depoimentos e rememoram situações vivenciadas comoo desfile de princesa do colégio; os comerciais cheios de tentação; crises de ansiedade; exclusão e reclusão social; superação e autoestima; cirurgias e bariátricas; privações; as piadas e apelidos no ambiente familiar, estudantil e social; dietas infindáveis e a não conquista de personagens emblemáticos no Teatro - Hamlet, Romeu, Julieta.
Bastante fragmentada e sem uma dramaturgia linear, a peça foi escrita a seis mãos e utiliza bases da palhaçaria, tragicomédia e do grotesco para abordar o tema. “Acredito que mostrar esses problemas ao público sem sofrimento, através da diversão e do entretenimento transfere para mim o poder da situação”, descreve Calibam, que completou 20 anos de carreira em 2019.
SERVIÇO
O QUÊ: “Dois Pesos, Duas Medidas”
QUANDO: 14, 21 e 28 de janeiro; 04 e 11 de fevereiro – terças-feiras, às 20h
ONDE: Teatro Sesi Rio Vermelho – Salvador (BA)
VALOR: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Estrelado pelos atores Daniel Calibam e Fernanda Beltrão, o espetáculo “Dois pesos, duas medidas” chega a Salvador para discutir com humor os preconceitos sociais sofridos por pessoas gordas. A peça dirigida por João Guisande surge com o objetivo de contrapor a ideia de que gordo é sinônimo de pessoas sedentárias, feias e ausentes de saúde.
Em cartaz no Teatro Sesi Rio Vermelho, entre os dias 21 de novembro e 13 de dezembro, sempre às quintas e sextas-feiras, “Dois pesos, duas medidas” tem em seu texto situações vividas pelos próprios atores. Calibam e Beltrão, inclusive, irão utilizar da tragicomédia, do grotesco e da palhaçaria para relatarem dramas em uma dramaturgia fragmentada e não linear e provocar reflexões com o público sobre a sociedade gordofóbica.
Desfiles de princesas, crises de ansiedade, apelidos, cirurgias, superação, autoestima e tantas outras lembranças farão dos diálogos do espetáculo. “Eu sempre convivi com manifestações de gordofobia. Desde criança, passando pela adolescência e chegando até a idade adulta. Acredito que mostrar esses problemas ao público sem sofrimento, através da diversão e do entretenimento transfere para mim o poder da situação, deixando o lugar de vítima e passando a controlar a situação que agora me empodera”, afirma Calibam.
Os ingressos para a peça “Dois pesos, duas medidas” estão custando R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). As entradas poderão ser adquiridas na bilheteria do Teatro Sesi Rio Vermelho e também no portal Sympla (clique aqui).
SERVIÇO:
O QUE: “Dois pesos, duas medidas” | Daniel Calibam e Fernanda Beltrão
QUANDO: 21 de novembro a 13 de dezembro, sempre quintas e sextas-feiras, às 20h
ONDE: Teatro Sesi Rio Vermelho
VALORES:
- R$ 30 (inteira)
- R$ 15 (meia)
VENDAS:
- Bilheteria do Teatro Sesi Rio Vermelho
- Sympla (clique aqui).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
“Uma coisa importante acabou de acontecer. Uma fala do nosso governador. Ele veio aqui na simplicidade de um desembargador. Nunca tinha passado pela cabeça dele ser governador. Vocês o aplaudiram pelo gesto dele de dizer que não era político. Ele não está governando porque votaram nele pela promessa de investimento na ciência. Vocês o aplaudiram porque sabem que ele pode fazer como governador provisório aquilo que nenhum eleito seria capaz. Esse é o milagre da política. É o improvável acontecer na vida da gente”.
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comentar a atuação do desembargador Ricardo Couto à frente do governo do Rio de Janeiro representa um “milagre da política”.