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O Brasil brilhou mais uma vez na Copa do Mundo de Canoagem Velocidade. Neste sábado (16), na etapa de Brandemburgo, na Alemanha, o baiano Isaquias Queiroz confirmou a grande fase e conquistou a medalha de ouro na prova do C1 500m. Para completar a festa brasileira, o jovem Gabriel Assunção garantiu o bronze na mesma disputa.
Cinco vezes medalhista olímpico, Isaquias dominou a final dos 500 metros desde os primeiros metros e cruzou a linha de chegada com o tempo de 1min52s55. O chinês Ji Bowen ficou com a prata, apenas décimos atrás, marcando 1min52s65. Já Gabriel Assunção, de apenas 20 anos, cresceu na reta final para assegurar o terceiro lugar, com 1min54s60.
A conquista marca a segunda medalha de Isaquias nesta edição da Copa do Mundo. Na semana passada, na etapa disputada na Hungria, o brasileiro já havia subido ao pódio ao conquistar a prata justamente no C1 500m, atrás do próprio Ji Bowen.
Apesar do histórico dominante no C1 1000m — prova em que conquistou quatro das cinco medalhas olímpicas da carreira —, Isaquias tem concentrado seus esforços nas distâncias mais curtas neste início de temporada. Na sexta-feira (15), ele terminou apenas na oitava colocação nos 1000 metros, mas respondeu rapidamente com o ouro em Brandemburgo.
A temporada de 2026 já distribui pontos importantes para o ranking olímpico visando os Jogos de Los Angeles 2028, principal objetivo do ciclo atual da modalidade.
Após a etapa na Alemanha, a Copa do Mundo de Canoagem Velocidade fará uma pausa no calendário e retorna apenas em julho, entre os dias 9 e 12, em Montreal, no Canadá.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.