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gerente
Uma ação da Polícia Civil prendeu o segundo suspeito de envolvimento no assassinato de Breno Moura, gerente de um posto de gasolina assassinado em 6 de maio deste ano em Eunápolis, município do Extremo Sul da Bahia. O investigado teve o mandado de prisão temporária cumprido nesta segunda-feira (13).
As buscas pelos autores do crime datam de maio e prenderam um outro indivíduo apontado como algoz do gerente na última sexta-feira (12). Segundo relatórios de investigação dos policiais, o crime está relacionado a esquemas de empréstimos a juros, extorsões e outras práticas patrimoniais ilegais, às quais a vítima e os dois criminosos estariam ligados.
O suspeito se entregou à unidade policial, onde foi informado da decisão judicial e teve cumprido o mandado de prisão temporária expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Eunápolis. Após os procedimentos legais, permaneceu custodiado à disposição do Poder Judiciário.
Um corpo foi encontrado dentro de um córrego próximo à BR-101, no trecho Eunápolis-Itabela, na região da Costa do Descobrimento. O cadáver encontrado na última segunda (11) foi identificado como o gerente Breno Moura da Silva, de 24 anos. O jovem estava desaparecido desde a última quarta (6), após sair de casa para o trabalho e não retornar.
Testemunhas afirmam que o jovem foi visto pela última vez saindo do posto de gasolina onde trabalhava. O desaparecimento mobilizou polícia,familiares e amigos para procurar o gerente. O corpo foi encontrado boiando em um córrego próximo à pousada Ponto Chique, ainda trajando o uniforme do trabalho.
Segundo o Radar News, parceiro regional do bahia Notícias, a vítima apresentava perfurações possivelmente provocadas por disparos de arma de fogo. Junto a ele também foi encontrada uma mochila com máquinas de cartão e documentos de um colega de trabalho de Breno.
A Polícia ainda investiga para entender as motivações do crime.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.