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Uma mãe viralizou no TikTok por compartilhar com quem seu filho costuma jogar futebol no condomínio em que mora. Monalisa Melo afirmou que costumava ouvir sobre um colega do filho, Miguel, chamado “Seu Chico”, e, quando foi conhecer, se assustou por perceber que se tratava do músico Chico Buarque. O relato rapidamente alcançou 850 mil visualizações e 250 mil curtidas na plataforma.
? Garoto jogava bola com ídolo da MPB sem a mãe saber: "Conheci o Seu Chico" ????Reprodução/ @/monalisa.maedemeninos Confira ? https://t.co/YpvcQuqSRd
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 7, 2026
Vários usuários se surpreenderam com o fato de o menino não reconhecer um dos maiores nomes da música popular brasileira, porém, segundo Monalisa, embora a família tenha o hábito de ouvir as canções do artista, o jovem não associou a voz do cantor à figura do colega de partida. Horas depois do primeiro vídeo, Monalisa publicou um segundo, mostrando o músico, descalço, em campo.
“Fui assistir meu filho jogar futebol, quando me deparei com essa lenda da nossa música brasileira. Não acreditei no que meus olhos viam até ler o nome na camisa”, disse Monalisa.
Chico Buarque possui uma ligação antiga com o esporte. O cantor é conhecido por ser torcedor do Fluminense e já chegou a ganhar um gramado no Recreio dos Bandeirantes de presente da gravadora Universal.
Com 13 anos recém completos na semana passada, o baiano Adriel Oliveira viu sua vida mudar após ser vítima de racismo nas redes sociais, no último mês de maio (relembre o caso). Na ocasião, ele sofreu ataques no perfil de Instagram “Livros do Drii” (clique aqui), onde publica resenhas literárias. Ao expor as mensagens de ódio na rede, o menino acabou conquistando uma série de apoiadores - entre anônimos e famosos - e sua conta saltou de 250 para mais de 750 mil seguidores. “Eu tive total apoio de vários famosos, Bruno Gagliasso, Lázaro Ramos, Telminha, a vencedora do BBB, Preta Gil, todas essas pessoas me acolheram bastante”, lembra o garoto.
Após denúncia à polícia ainda não há novidades sobre o processo, mas o pequeno amante da literatura afirma que ele e sua família não estão preocupados com isso. “Nossa vida mudou bastante, eu estou recebendo muito carinho das pessoas, que estão muito receptivas nesse novo mundo comigo, então a gente não está tão preocupado com isso. Estamos deixando na mão da polícia e da advogada”, pondera.
Passados alguns meses do incidente, Adriel revelou ter superado os eventos racistas e disse estar concentrado no lado bom da história, além de planejar projetos futuros. “Minha vida virou de cabeça pra baixo de um jeito bom. Eu consegui um dinheiro bom pra gente se mudar e pra manter a casa, consegui várias coisas pra meu padrasto, que é cadeirante e não consegue andar. Também consegui conquistar vários livros, que os meus seguidores me deram, e uma bolsa de estudos em um colégio particular”, conta o baiano, que antes estava matriculado em uma escola da rede pública.

Além de mensagens de apoio, o baiano amante da literatura recebeu muitas doações de livros após os ataques racistas | Foto: Reprodução / Instagram
Empolgado com as novidades, Adriel diz que, apesar das limitações impostas pela pandemia, agora é “mais fácil e mais agradável” enfrentar a quarentena em família. “O momento está sendo de ansiedade, porque a gente não sabe o que vai acontecer, o que está por vir, mas nós estamos também bem alegres com tudo isso e também essa casa nova que a gente está é muito boa para a locomoção do meu padrasto”, comemora. “Como ele é cadeirante, a nossa antiga casa era muito apertada e tinha duas escadas pra minha mãe descer. Agora que tem elevador e a casa é bem maior que a nossa antiga, ele consegue ter uma locomoção muito melhor”, compara.
Acostumado com o mundo que construiu entre os livros e a internet, ele diz também que não tem sofrido com a nova rotina escolar. “No EAD até que está sendo muito bom pra mim, eu estou conseguindo desenvolver bastante, mesmo sendo dentro de casa. Eu presto muita atenção na aula, porque minha mãe também tira tudo que é de distração na hora da aula, então está sendo muito boa essa aula online”, conta o garoto, garantindo que a única mudança substancial em sua educação tem sido a falta do contato presencial com as pessoas.

Adriel celebra a mudança de casa com a família | Foto: Reprodução / Instagram
Apesar de celebrar as conquistas de ordem privada, o menino não esquece as origens e conta que pretende dividir com a comunidade os louros colhidos pelo sucesso. “Eu tenho vários projetos, como o da biblioteca que eu quero fazer lá na minha antiga rua, onde eu morava”, revela o baiano, que vivia na Vila Laura, em Salvador. “Eu quero fazer uma biblioteca para que mais e mais pessoas possam conhecer a cultura dos livros. Porque eu vivi lá e eu sei como é a dificuldade para as pessoas às vezes até comprarem comida pra elas, então acho que tendo acesso à cultura eles vão ter mais oportunidades”, explica.
Adriel revela ainda que a iniciativa já foi abraçada por vários apoiadores e que a ideia é replicá-la também em São Paulo, apesar de ainda não saber ainda qual estado abrigaria o projeto inicial e tampouco a data concreta da implementação. “Eu não tenho estimativa certa, porque o projeto ainda não saiu do papel, nós estamos planejando ainda, mas creio eu que a produção vai começar ano que vem”, especula.
Além de engajado na causa que acredita, antenado com o que acontece no país, o garoto fez duras críticas à possível taxação dos livros, inserida na reforma tributária proposta pelo governo federal (clique aqui e saiba mais). Ao defender a medida, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a afirmar que livro é artigo voltado para as elites, mas o pequeno leitor baiano discorda frontalmente. “Essa taxação em cima dos livros, de 12%, eu acho super errado, porque as pessoas que são de periferias, que gostam de ler, já não têm dinheiro, e com essa taxação elas vão ter menos acesso ainda. Como eu disse, livro é educação e conhecimento, e não de elite. O que é de elite mesmo são iates, helicópteros, isso sim deveria pagar impostos, não os livros”, avalia o garoto.
Após ter seu ato heróico reconhecido por Chris Evans, ator que viveu o Capitão América na franquia "Vingadores" (clique aqui e saiba mais), o garoto Bridger Walker (6), que salvou a irmã de 4 anos de um ataque de cachorro, agora foi surpreendido por outro artista.
Depois de ganhar o escudo do Capitão América, ele recebeu um telefonema de Tom Holland, astro de “Homem-Aranha 3”, que o parabenizou e convidou Walker e sua família para visitar o set de gravações do filme.
O momento em que o garoto - vestido de Homem-Aranha - recebe a ligação foi registrado por sua tia e publicado no Instagram, confira:
O ator Chris Evans, que interpretou o Capitão América na franquia "Vingadores", enviou um vídeo para o garoto Bridger Waler que salvou a irmã mais nova de um ataque de cachorro na cidade de Cheyenne, nos Estados Unidos (relembre o caso aqui).
"Essa é uma mensagem para Bridger. Aqui é o Capitão América, como você está? Eu li a sua história e vi o que você fez. Tenho certeza que você ouviu muito isso nos últimos dias, mas deixe eu ser o próximo a falar: 'Cara, você é um herói", disse o ator.
O vídeo foi divulgado através da conta da tia do garoto, nesta quarta (15). "O que você fez foi tão corajoso, tão altruísta. Sua irmã tem tanta sorte em te ter como irmão mais velho, seus pais devem estar muito orgulhosos", continuou.
Chris ainda revelou que vai mandar um "escudo autêntico" do Capitão América para Bridger Walker, de seis anos. A intenção de Nicole, tia do garoto ao divulgar a história de coragem do menino no Instagram foi justamente chamar atenção dos atores de "Vingadores", já que Bridger é muito fã da franquia.
Veja vídeo aqui:
O jovem Adriel Oliveira, de 12 anos, baiano de Salvador e dono de um perfil sobre literatura no Instagram (clique aqui), ganhou apoio de diversos internautas após sofrer ataques de racismo na internet. O fato, que aconteceu no dia 27 de maio, foi compartilhado na rede social e o pequeno leitor respondeu a altura os insultos.
De acordo com o G1, um perfil que não foi identificado se referiu a Adriel como “porco gordo”. A pessoa por trás da página também disse que “achava que preto era para estar cavando mina, não lendo” e que Adriel “foi criado para ser pobre e preto”.
Após conselho da mãe, a promotora de vendas Deise Oliveira, o garoto expôs o print dos insultos e rebateu: “As vezes penso: ‘Esse mundo não tem salvação’, mas aí eu lembro dos leitores. Pode até me insultar, mas me insulta direito e com as formas adequadas de escrita. Aprende a escrever, cara. Isso não é um insulto, e sim um conselho. E em pleno século 21, pessoas ainda são racistas? Atualizem-se. Insultos acabam com o psicológico de pessoas fracas, esse tipo de coisa não me abala em nenhum ponto. Aliás, tenho orgulho de ser negro".
Adriel que está cursando o 7° ano do ensino fundamental é dono da página “Livros do Drii”, criada em 2019. Por lá, ele compartilha informações sobre os livros que lê, faz resenhas críticas sobre as obras e dá dicas de bons livros para leituras. O perfil, que antes era acompanhado por apenas 250 páginas, já alcançou mais de 417 mil seguidores.
Entre os milhares de seguidores estão famosos como a campeã do “BBB 20”, Thelminha Assis, que mandou uma mensagem de carinho para Adriel: “Meu querido! Que página linda você tem e que orgulho de ter ver transmitindo tanta educação e conhecimento para as pessoas. Esse é o caminho, tá?! Não permita que nenhum tipo de ofensa racista possa te magoar ou atrapalhar os seus objetivos. Somos muito mais fortes do que eles pensam, conte comigo”.
A modelo Gisele Bündchen também marcou presença nas postagens de Adriel e incentivou que ele prossiga com o projeto na internet. “‘O Pequeno Príncipe’ é um dos meus livros favoritos! Adorei sua página! Continue sendo esse menino especial e dividindo cultura com todos nós”, escreveu.
Já Fernanda Paes Leme felicitou o garoto pela iniciativa não só pela paixão pelos livros, como também por dividir seu conhecimento com outras pessoas. “Adriel, que menino especial você é. Ler não ocupa espaço e você ainda divide essa sabedoria! Parabéns!”, disse a atriz.
Entre outros famosos que estão acompanhando o trabalho de Adriel estão o autor de novelas Walcyr Carrasco, os atores Érico Brás, Fabiula Nascimento, Rafael Zulu e Fábio Scalon, além de empresas ligadas a serviço de streaming e venda de livros, como também perfis que são dedicados a literatura.

Adriel sofreu injúria racial após perfil enviar mensagens ofensivas no Instagram | Foto: Reprodução / Instagram
Confira o vídeo da participação inusitada:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Muniz
"O povo entendeu que as obras que o governo do estado trouxe para Salvador foram muito importantes. Então essas obras influenciaram muito para que Jerônimo tivesse o êxito que teve".
Disse o presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), avaliou que ACM Neto (União Brasil) poderia ter reduzido a diferença para Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições para o governo da Bahia se tivesse repetido a estratégia de visitar municípios menores adotada na campanha anterior.