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Artigos

Josalto Alves
Um novo ciclo para o cacau da Bahia
Foto: Divulgação

Um novo ciclo para o cacau da Bahia

A cacauicultura baiana viveu nos anos 1970/80 o “ciclo do ouro negro”, uma das maiores fases econômicas da história do estado. Produzia cerca de 390 a 400 mil toneladas/ano, representava 90% da produção nacional e gerava mais de 200 mil empregos diretos. À época, o Brasil era o segundo maior produtor mundial, superado apenas pela Costa do Marfim.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: CarlosAmilton/AgênciaALBA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

galipolo

Em entrevista, Lula afirma que o seu filho vai ter que "pagar o preço" se tiver envolvimento nas fraudes do INSS
Foto: Reprodução Youtube Uol

Se Fábio Luís da Silva, o Lulinha, tiver algum envolvimento com o escândalo e as fraudes no INSS, “vai pagar o preço”. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista exclusiva ao site Uol, nesta quinta-feira (5). 

 

Lula foi perguntado sobre eventual relação do filho dela, o Lulinha com o Careca do INSS. Parlamentares da CPMI tentam convocar o filho do presidente para dar explicações e esclarecer denúncias de que ele recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca. 

 

Na entrevista, Lula revelou ter tido uma conversa com o filho, após o nome dele ser mencionado nas investigações. Lula afirmou que teria dito ao filho que ele “vai pagar o preço” se tiver envolvimento. 

 

“Quando saiu o nome do meu filho, eu chamei meu filho aqui. Olhei no olho do meu filho e disse: 'Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda'”, afirmou. 

 

Em outro questionamento da entrevista, o presidente Lula foi questionado sobre as irregularidades cometidas pelo Banco Master, que levaram à sua liquidação. Lula recordou que quando soube dous problemas do banco, teria convocado o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, para saber o que achavam do banqueiro Daniel Vorcaro. 

 

Ao Uol, Lula disse que os envolvidos nas fraudes precisam “pagar” pelas irregularidades que podem resultar no maior escândalo financeiro da história do país. “Nós vamos investigar até as últimas consequências”, garantiu o presidente, lembrando que parlamentares podem estar por trás do esquema que levou à liquidação do Master.

 

"Vamos a fundo nesse negócio [o escândalo do Banco Master]. Queremos saber por que o governo do Rio de Janeiro, do estado do Amapá, colocaram dinheiro do fundo dos trabalhadores nesse banco. Qual é a falcatrua que existe entre o Master e o BRB? Quem está envolvido?", disse o petista.

 

Ainda sobre o banco, o presidente Lula defendeu a atuação do seu ex-ministro Ricardo Lewandowski, e disse não ter visto problema na revelação de que o escritório de advocacia da família foi contratado pelo Master. 

 

“O Lewandowski é um dos maiores juristas que esse país já produziu. Todo e qualquer bom jurista é contratado por qualquer grande empresa que esteja em dificuldade. Quando eu convidei pra vir (para o ministério), ele saiu do banco. Não tem problema nenhum”, colocou Lula.
 

Colunista revela que Lula e Galípolo tiveram reunião com Vorcaro no Palácio do Planalto, fora da agenda oficial
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A jornalista Andreza Matais revelou nesta segunda-feira (26), em sua coluna no site Metrópóles, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um encontro no Palácio do Planalto com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e a conversa durou cerca de uma hora e meia. O encontro teria acontecido em dezembro de 2024, e contou também com a participação do então indicado por Lula para presidir o Banco Central, Gabriel Galípolo (ele só viria a tomar posse no dia 1º de janeiro de 2025). 

 

Segundo Andreza Matais, a reunião com Vorcaro no Palácio do Planalto não foi incluída na agenda oficial do presidente Lula. Além do presidente e de Galípolo, também estiveram presentes os ministros da Casa Civil, Rui Costa, da Casa Civil, e das Minas e Energia, Alexandre Silveira. 

 

Ainda conforme Andreza Matais, o então CEO do Banco Master, Augusto Lima, também esteve presente na reunião e tratou sobre uma suposta articulação dos grandes bancos para prejudicar o Master e concentrar o poder do mercado. O ex-ministro Guido Mantega é apontado como o responsável por conseguir a reunião de Vorcaro com Lula. 

 

Uma nota publicada na coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, antecipou essa informação sobre Mantega. Segundo o colunista, Guido Mantega não só conseguiu um encontro de Vorcaro com Lula, mas ainda teria feito lobby no Banco Central para a aprovação da operação de venda do Master ao BRB e também pela não intervenção no banco de Vorcaro. 

 

O Banco Master contratou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega para atuar como assessor, por indicação do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). A remuneração acertada teria sido de R$ 1 milhão por mês.

 

Entre julho e novembro de 2025, em sua atuação como consultor do Master, Mantega recebeu cerca de R$ 16 milhões em honorários. O ex-ministro da Fazenda nos dois primeiros mandatos de Lula só chegou ao Master após a intervenção direta de Jaques Wagner. Antes disso, o governo havia recuado da indicação do ex-ministro para o Conselho de Administração da Vale, após questionamentos do mercado. 

 

A coluna da jornalista Andreza Matais expôs ainda que o presidente Lula teria pedido a Gabriel Galípolo para tratar a situação do Master com isenção depois que ele assumisse a presidência do BC. Foi na gestão de Galípolo que o Banco Central vetou a negociação entre o Master e o BRB e decretou a liquidação da instituição financeira de Daniel Vorcaro com a alegação de uma fraude de R$ 12 bilhões.
 

Banco Central eleva taxa Selic para 10,75% ao ano, primeiro aumento de juros no governo Lula
Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

Como já era aguardado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (18), elevar em 0,25% a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic. Essa é a primeira vez que a taxa é elevada desde a reunião de junho de 2022, quando, naquela ocasião, ainda no governo Jair Bolsonaro, os juros subiram de 13,25% para 13,75%. 

 

Diante da combinação de um cenário de atividade econômica aquecida, das incertezas do apoio político para o controle do crescimento das despesas obrigatórias, taxa de câmbio que segue desvalorizada e expectativas de inflação ainda desencoradas, os membros do Copom elevaram a Selic de 10,50% para 10,75%. Os analistas de mercado, que já aguardavam a elevação dos juros, afirmam que esse ritmo de alta deve continuar nas próximas reuniões do Comitê, em 6 de novembro e 11 de dezembro. 

 

No comunicado da decisão, que foi unânime, os membros do Copom salientaram mais uma vez que não tolerarão desvios da inflação em relação ao centro da meta no horizonte que eles consideram relevante para a política monetária. O Copom renovou a promessa de vigilância e o firme compromisso de convergência da inflação à meta anual de 3,00%, com intervalo de tolerância de mais ou menos 1,50 ponto percentual, isto é, de 1,50% a 4,50%.

 

"Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo maior do que o esperado, o que levou a uma reavaliação do hiato para o campo positivo. A inflação medida pelo IPCA cheio assim como medidas de inflação subjacente se situaram acima da meta para a inflação nas divulgações mais recentes", afirma o comunicado do Copom.

 

Membros do governo deram declarações nos últimos dias de que o surpreendente resultado da inflação de agosto divulgada na semana passada pelo IBGE - ficou negativa em 0,02%, apresentando queda de 0,40% em relação ao mês anterior - poderiam reduzir as pressões para que o Copom promovesse um reajuste ainda maior na Selic. Antes de se saber os números do IPCA, o mercado vinha apostando em uma elevação de 0,50% na taxa de juros, o que não se confirmou. 

 

Essa foi a primeira reunião do Copom após a indicação de Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central no próximo ano. A indicação de Galípolo, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será votada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no dia 8 de outubro, e depois no Plenário.

 

O comunicado do Banco Central revela também preocupação dos membros do Comitê com o ambiente externo, que segundo eles, permanece desafiador, em função principalmente do momento de inflexão do ciclo econômico nos Estados Unidos. 

 

"Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo, também marcado por menor sincronia nos ciclos de política monetária entre os países, segue exigindo cautela por parte de países emergentes", diz o comunicado.
 

Haddad anuncia escolha de Lula por Gabriel Galípolo para assumir presidência do Banco Central
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu o diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, para ser o próximo presidente da instituição. O nome de Galípolo agora precisa ser aprovado pelo Senado, após sabatina que deve ser marcada nos próximos dias.

 

Gabriel Galípolo, que entrou no BC em 12 de julho do ano passado, indicado por Lula, substituirá o atual presidente, Roberto Campos Neto, que está na presidência do banco desde 28 de fevereiro de 2019. Campos Neto foi indicado pelo então presidente, Jair Bolsonaro, e vinha sendo acusado por Lula, membros do governo e parlamentares do PT de atuar contra o país, ao não promover uma redução mais acelerada da taxa de juros. 

 

O futuro presidente do Banco Central disse a jornalistas ser uma honra enorme e grande responsabilidade ter ser o indicado do Palácio do Planalto para comandar a autoridade monetária brasileira. 

 

“A indicação ainda depende da aprovação do Senado, então por isso que eu vou ser breve. Na mesma magnitude é uma honra, um prazer e uma responsabilidade imensa ser indicado à presidência do Banco Central do Brasil pelo ministro Fernando Haddad e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É uma honra enorme e grande responsabilidade. Estou muito contente”, disse Galípolo.

 

Ao fazer o anúncio da indicação de Galípolo, o ministro Fernando Haddad disse que conversará com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para decidir a melhor data para a realização da sabatina. 

 

“Quero crer que estão sintonizados os presidentes, Pacheco e Lula, em relação à importância dessa indicação. Lula já vinha conversando com ele sobre isso. Vamos respeitar a institucionalidade da Casa, que tem seu ritmo, seus afazeres e vai saber julgar o melhor momento de fazer a sabatina”, afirmou Haddad.

 

Aos 42 anos, Gabriel é formado em Ciências Econômicas e mestre em Economia Política pela Pontífica Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e tem pós-graduação em política econômica pela PUC-SP. Em seu currículo, consta também a fundação, em 2009, da Galípolo Consultoria, da qual foi sócio-diretor até 2022. Entre 2017 e 2021 foi presidente do Banco Fator.

 

Em 2023, antes de ser indicado ao seu atual cargo de diretor de política monetária no Banco Central, Galípolo era o número 2 do Ministério da Fazenda como secretário-executivo.

Gabriel Galípolo, aprovado em sabatina para a diretoria do BC, elogia condução da economia pelo governo Lula
Foto: Pedro França/Agência Senado

“Contribuir em um esforço coletivo para gerar o melhor ambiente econômico para o País e melhorar as possibilidades econômicas para a sociedade”. Segundo Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Diretoria de Política Monetária do Banco Central, essa seria uma de suas funções à frente do cargo. Galípolo foi sabatinado na manhã desta terça-feira (4), pelos senadores da Comissão de Assuntos Econômicos, e teve seu nome aprovado por 23 votos (recebeu apenas dois contrários). A indicação agora será votada no Plenário do Senado. 

 

Gabriel Galípolo, 41 anos, estava recentemente na Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, o segundo cargo mais importante na hierarquia do órgão. Galípolo é formado em Ciências Econômicas e mestre em Economia Política pela PUC de São Paulo, instituição na qual também foi professor nos cursos de graduação, de 2006 a 2012. Além disso, lecionou no MBA de PPPs e Concessões da FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo). É também pesquisador sênior do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).

 

O futuro diretor do Banco Central teve sua indicação relatada pelo senador Otto Alencar (PSD-BA). O senador baiano defendeu a aprovação do nome de Gabriel Galípolo, e afirmou que o currículo do indicado revela alto nível de qualificação profissional, larga experiência em cargos públicos e sólida formação acadêmica. Para Otto Alencar, Galípolo possui a devida capacitação em assuntos econômico-financeiros para assumir a Diretoria de Política Monetária do BC, e poderia representar um contraponto ao presidente da instituição, Roberto Campos Neto.

 

“Espera-se que o Dr. Gabriel, assim como o Dr. Ailton, à frente da Diretoria do Banco Central, que possam, de alguma forma, na próxima reunião, sendo eleitos, diminuir esse conservadorismo que tem apresentado o Presidente do Banco Central, permanecendo com a taxa de juros em 13,75% já há algum tempo, quando o mercado, quando todos os indicadores mostram já a necessidade da sua diminuição. Eu espero que ambos possam contribuir, numa próxima reunião do Copom, para a verificação dessa situação que aflige todo o povo brasileiro, a indústria, o comércio, todas as atividades industriais”, disse o senador baiano.

 

Nas diversas perguntas que respondeu sobre a questão da manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado há algum tempo, Galípolo fez alguns acenos ao presidente do BC. O futuro diretor concordou com declaração recente de Campos Neto de que somente a adoção de uma “taxa de juros neutra” não seria a única solução para o crescimento da economia.

 

“O crescimento do Brasil não depende só de uma questão externa. Como bem colocou o diretor-presidente do Banco Central, se a gente seguir com premissas de um crescimento potencial de 1,5%, 1,6%, e uma taxa de juros neutra de 4,5%, por mais sofisticado que sejam modelos e os economistas que tratam dos modelos, a relação dívida-PIB não vai apresentar um bom comportamento”, disse Galípolo.

 

O futuro diretor do Banco Central citou o presidente da instituição em outro momento, ao concordar com argumentação de Campos Neto de que é preciso crescer mais para viabilizar a sustentabilidade da dívida pública. “Para crescer, é preciso seguir com a agenda econômica que vem sendo apresentada agora mesmo em conjunto pelo Legislativo, Executivo e Judiciário”, defendeu Galípolo.

 

Na sua apresentação, Gabriel Galípolo fez elogios à condução da economia pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, um dos principais avalistas de sua indicação para o Banco Central. Segundo o indicado, a equipe econômica do presidente Lula vem trilhando, desde o início do governo, “um caminho mais difícil”, para o enfrentamento de problemas e entraves antigos da economia do país.

 

“Desde o início deste governo, uma série de medidas foram tomadas visando reduzir o déficit primário, introduzir um novo arcabouço fiscal, e vitórias foram conquistadas, com o apoio do Legislativo e do Judiciário, que permitiram uma melhoria significativa do ambiente econômico. O debate republicano, à luz do sol, sobre os gastos tributários derrubou e afastou muitas vezes a advogada tese de que não existe alternativa e de que o povo não cabe no Orçamento. O debate, que foi feito e vem sendo feito de maneira clara, democrática e republicana, deixa claro que é uma questão de escolha”, afirmou o futuro diretor.

 

Para Gabriel Galípolo, esse conjunto de medidas tomadas pela equipe econômica do governo permitem uma visão otimista para o futuro próximo, inclusive com abertura para cortes nas taxas de juros. “As medidas até aqui implementadas produziram, no primeiro semestre, apreciação da nossa moeda, previsões de um déficit primário menor, a aprovação de um conceito de uma nova regra fiscal, projeções de crescimento mais elevado, menor inflação e o mercado já projeta taxas de juros mais baixas e cortes nas taxas de juros futuras”, disse.

 

Em outro elogio ao presidente Lula, Galípolo lembrou que o trabalho para acumular as reservas cambiais começou no primeiro mandato do petista. O Brasil tem hoje a 7ª maior reserva cambial do mundo em dólares, de cerca de US$ 346 bilhões. Os dados do Banco Central mostram que o montante é 815% superior ao estoque registrado antes de o presidente Lula assumir o seu primeiro mandato, em 2003. A alta equivale a R$ 308,2 bilhões

 

“As reservas conferiram um grau de liberdade muito superior para a política econômica do país e são uma grande fronteira de proteção para choques externos”, disse Galípolo.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

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"Aqui não existe puro sangue, está todo mestiço". 


Disse o recém-chegado ao Republicanos após deixar o PSD, senador Angelo Coronel ao falar sobre o andamento das articulações para a definição da chapa majoritária encabeçada por ACM Neto (União) para a eleição de outubro na Bahia.

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O Projeto Prisma entrevista nesta segunda-feira (23) o deputado federal Bacelar (PV). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h, com apresentação de Fernando Duarte.

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