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O uso de remédios antidepressivos vem acompanhado de outras terapias para condições crônicas em 22,8% dos casos, aponta um levantamento da Funcional, empresa que administra programas de acesso e adesão a tratamentos de saúde.
O estudo foi feito a partir da base do Benefício Farmácia, programa oferecido por empresas a funcionários e dependentes para facilitar o acesso a medicamentos, também administrado pela Funcional. A base reúne mais de 2 mi de pacientes.
O cruzamento de dados, realizado entre maio de 2025 e abril de 2026, mostra ainda que 35,7% dos usuários de antidepressivos fazem uso de medicamentos de duas ou mais classes terapêuticas.
Entre as associações mais frequentes estão os hipoglicemiantes, usados por 14% do grupo, os anti-hipertensivos (10,4%) e os medicamentos para controle do colesterol (9,1%). Os percentuais não são excludentes, já que um mesmo usuário pode utilizar mais de uma dessas classes.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.