Artigos
Semeando palavras, colhendo sonhos
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
fraudes milionarias
Um homem foi preso nesta quarta-feira (10) em Feira de Santana acusado de ser um dos principais operadores de um esquema que movimentou cerca de R$ 90 milhões em fraudes bancárias em todo país. Segundo o Ministério Público do Estado (MP-BA), a prisão ocorreu durante cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do investigado em Feira de Santana.
Operação prende em Feira de Santana operador de esquema que movimentou R$ 90 milhões em fraudes bancárias em todo país
— BN Municípios (@BNMunicipios) July 10, 2024
Imagem: MP-BA pic.twitter.com/XU9NANllUg
A ação faz parte da “Operação Mão Fantasma”, deflagrada pelo Ministério Público de Santa Catarina, com ações em sete estados. O objetivo é desarticular três organizações criminosas de âmbito nacional especializadas em fraudes bancárias, especialmente na prática dos golpes conhecidos como "mão fantasma/acesso remoto" e "falsa central de atendimento".
Ainda segundo o MP-BA, a investigação começou no final de 2022, após boletins de ocorrência de subtração de valores de contas bancárias. Para cometer os crimes, os investigados usavam aplicativos de gerenciamento remoto para controlar os celulares das vítimas e realizar transferências ilícitas de valores.
A “Operação Mão Fantasma” cumpre mandado em seis estados. Ao todo, são 34 mandados de prisão preventiva e 73 mandados de busca e apreensão em Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba e Ceará.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando e a gente vai resgatar o Brasil".
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao se pronunciar sobre a descoberta de que ele tinha sido filiado ao partido Missão, e por isso não conseguiu registrar sua candidatura a presidente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Flávio, a filiação teria sido uma tentativa de o “sistema” derrubar a sua candidatura.