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Após um vídeo publicado pela primeira-dama Janja no domingo de Páscoa, gerar forte repercussão nas redes sociais. Nas imagens, ela aparece preparando carne de paca para um almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Granja do Torto, em Brasília. Durante a gravação, Janja descreve o preparo do prato com entusiasmo, destacando o uso de alho e tempero verde.
A publicação provocou reações, especialmente de ambientalistas, que criticaram o consumo de carne de caça. Diante da repercussão negativa, a primeira-dama afirmou que o animal utilizado na receita havia sido adquirido de um produtor autorizado pelo Ibama, o que é permitido pela legislação ambiental.
Reveja o vídeo:
A explicação, no entanto, levou a uma nova questão: quem teria fornecido a carne. Segundo informações publicadas pela coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o fornecedor seria o empresário Emílio Odebrecht, conhecido por sua relação de longa data com o presidente Lula.
Ele se apresenta como um dos principais criadores de paca no Brasil e, de acordo com a publicação, costuma presentear o presidente com o animal algumas vezes ao ano.
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O episódio, que começou como um registro informal de Páscoa, acabou ganhando dimensão nacional ao levantar debates sobre consumo de animais silvestres e ao evidenciar relações pessoais no entorno do presidente.
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Pérolas do Dia
Júlio Pinheiro
“Eu acho que na democracia cabe a representação de qualquer forma, desde que ela seja validada pelas urnas. Eu entendo que a rede social é um instrumento, ela não pode ser a base política, porque a base política ela precisa expressar anseios da sociedade que sejam calcados em coisas concretas, certo?".
Disse o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro (PT), ao comentar em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (21), sobre a popularização da modalidade de “políticos influencers”, aqueles parlamentares que se elegem com forte apelo das redes sociais e conteúdos virais. Segundo o ex-prefeito de Amargosa, “na democracia cabe a representação de qualquer forma”, mas é necessário avaliar o conteúdo produzido e incentivado pelos candidatos nas redes sociais.