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A participação de Milton Leite no podcast Flow Sport Club gerou bastante repercussão na última quarta-feira (9). O narrador, que deixou a Globo após os Jogos Olímpicos de Paris-2024, revelou detalhes sobre sua saída da emissora após 20 anos.
Entre os motivos, Milton citou a necessidade de mais tempo com a família e a perda do entusiasmo pela profissão. No entanto, uma declaração em particular gerou polêmica: ele afirmou ter perdido espaço para narradores que considerava "inferiores" na hierarquia da Globo. Veja:
Milton Leite, ex-narrador do SporTV, no podcast 'Flow Sports Club'.
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) October 9, 2024
“Comecei a perder espaço para pessoas que considero inferiores a mim na hierarquia de narradores.”
?????: @FlowSportClubpic.twitter.com/fV5y6aWs91
"Foram três seguimentos. O primeiro foi o fator pessoal, queria ter mais tempos com a minha família, com meus netos, viajar com a minha mulher, enfim. A segunda questão era a interna, da empresa. Comecei a perder espaço para pessoas que considero inferiores a mim, na hierarquia dos melhores narradores da casa. A terceira questão foi o fato de vivenciar as coisas como vivenciei durante tantos anos, não me brilhava mais os olhos como antigamente", destacou o comunicador.
Milton Leite não citou nomes específicos, mas expressou insatisfação com as escolhas da emissora quanto aos narradores das transmissões.
Aos 65 anos, o narrador permanece sem atuar desde sua saída da Globo, em agosto. Há rumores de que a SBT estaria negociando com Milton para substituir Cléber Machado, que também recebeu uma proposta da Record.
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"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.