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flamengo x lanus
O Lanús entra em campo nesta quinta-feira (26) contra o Flamengo, no Maracanã, pelo jogo de volta da Recopa Sul-Americana. A última semana foi marcada por graves denúncias de racismo. Nesta quarta-feira (25), um torcedor chileno foi preso após realizar gestos que simulavam um macaco em direção ao público local, na partida entre Bahia e O'Higgins, pela fase preliminar da Libertadores.
O clube argentino resolveu utilizar as redes sociais para conscientizar os torcedores que vão ao Maracanã apoiar o Granate. Na postagem, o Lanús reforça que “cantos, gestos ou insinuações racistas constituem um delito grave e são punidos por lei, o que acarreta detenção e prisão (entre 3 e 6 anos de cumprimento efetivo). É um fato absolutamente repudiável e expõe a instituição a severas sanções econômicas por parte da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL)”.
Ainda no comunicado, o Lanús recomendou que os torcedores tenham um “comportamento correto”. “Ao entrar no estádio, recomendamos que tenham uma conduta adequada durante o desenrolar da partida”, escreveu o clube.
Finalizando o posicionamento, a instituição condenou qualquer manifestação de preconceito. “No Club Atlético Lanús, condenamos qualquer manifestação de racismo. O futebol é sinônimo de igualdade e respeito dentro e fora de campo. Por isso dizemos ‘Basta de racismo’”.
— Club Lanús (@clublanus) February 25, 2026
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.