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Artigos

Iône Ramos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Foto: Divulgação

O simples privilégio de saber ler e escrever

No Brasil da década de 1950, mais da metade da população com 15 anos ou mais eram analfabetos. O acesso às letras era um privilégio restrito a poucos, limitando a cidadania de milhões de brasileiros.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

financial times

Financial Times traça perfil de Flávio Bolsonaro, que diz à revista inglesa que Lula faz do Brasil uma "colônia chinesa"
Foto: Reprodução/X

“Jamais chegarei perto dele (Jair Bolsonaro). Seria como comparar o filho de Pelé com o próprio Pelé”. Essa afirmação foi feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma entrevista ao jornal britânico Financial Times. A publicação inglesa publicou uma extensa reportagem nesta terça-feira (7) sobre o pré-candidato do PL à presidência da República.

 

A frase dita por Flávio ao Financial Times se deu quando a publicação questionou o senador sobre o motivo dele se recusar a ocupar a cadeira que era utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no escritório que mantinha na sede do PL, em Brasília. Flávio Bolsonaro recebe visitantes e mantém encontros políticos no mesmo gabinete, mas não senta na cadeira do pai.

 

Na reportagem sobre Flávio Bolsonaro, intitulada “A Volta dos Bolsonaros”, o Financial Times diz que a candidatura do senador surgiu quando a “família Bolsonaro parecia estar politicamente acabada”. O jornal inglês, no perfil traçado sobre o principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considera que Flávio teria se colocado como um candidato “altamente competitivo” para as eleições deste ano. 

 

“Jair Bolsonaro, o ex-presidente de extrema-direita do Brasil, estava preso, condenado a 27 anos por conspiração para um golpe de Estado e libertado da prisão domiciliar após tentar romper uma tornozeleira eletrônica. Seu filho combativo, Eduardo, frequentemente visto como seu herdeiro mais provável, foi expulso do Congresso e vive em autoexílio nos EUA. Mas a família está orquestrando um rápido retorno. A seis meses das eleições presidenciais brasileiras, Flávio Bolsonaro, o filho mais velho, de temperamento mais moderado, surge como um candidato altamente competitivo”, escreve a reportagem. 

 

O Financial Times destaca que a plataforma de campanha de Flávio Bolsonaro deve ser semelhante às posições de Jair Bolsonaro, principalmente em questões sociais e de combate à criminalidade, embora com uma postura de maior moderação. Entre as ideias destacadas pelo jornal estão a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos ou até 14 para casos de assassinato e estupro, além de impostos menores e mais privatizações. 

 

“Para atrair o eleitorado de centro, Flávio Bolsonaro está enfatizando sua reputação como o membro mais moderado da família. Advogado que já foi dono de uma loja de chocolates, seu tom é menos agressivo e confrontador do que o de seu pai. Como presidente, Jair Bolsonaro era notoriamente cético em relação às vacinas contra a covid-19; Flávio Bolsonaro, por sua vez, tomou a vacina publicamente”, diz a matéria.

 

Sobre a disputa com Lula, a reportagem do jornal inglês destaca que ambos os candidatos possuem altos índices de rejeição. O Financial Times avalia que a equipe de campanha de Lula deverá atacar Flávio por casos como o da “rachadinha” na Assembleia do Rio e supostas ligações com milícias.

 

Outro ponto enfocado pela reportagem do Financial Times foi um questionamento se o senador estaria preparado para suportar as pressões de uma campanha presidencial. O jornal lembra do momento em que Flávio Bolsonaro desmaiou durante um debate na televisão. 

 

“Embora Flávio Bolsonaro esteja na política há mais de 20 anos, também existem dúvidas sobre se ele consegue suportar a pressão de uma eleição presidencial. Sua campanha para prefeito do Rio de Janeiro em 2016 foi um desastre: em um debate, ele quase desmaiou e teve que desistir. Acabou ficando em quarto lugar”, afirma o texto.

 

Na entrevista que deu ao Financial Times, Flávio afirmou que o presidente Lula é “hostil demais” aos Estados Unidos enquanto favorece seu parceiro chinês, Xi Jinping. “O presidente Lula está errado ao fechar as portas para os Estados Unidos e simplesmente abrir o Brasil como se fosse uma colônia chinesa”, afirmou ao veículo.

 

Flávio Bolsonaro também procurou em suas respostas mostrar um contraste com aquele que deve ser seu principal oponente em outubro.

 

“O Brasil precisa urgentemente de mudanças, de um governo mais jovem, moderno e com mais energia. O problema não é a idade de Lula, é que suas ideias estão ultrapassadas”, disse o pré-candidato do PL à presidência.
 

Reportagem do Financial Times diz que Toffoli ajudou a desmantelar a Lava Jato
Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O jornal inglês Financial Times publicou reportagem em que repercute decisões do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que atingiram a Operação Lava Jato. A publicação escreve que a atuação do magistrado tem gerado repercussão ao ajudar a “desmantelar” o legado da operação de combate à corrupção no país. 

 

Para a publicação, episódios como a reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com os irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, mostram como o legado da Lava Jato tem sido apagado após o regresso do petista à presidência. 

 

“A investigação de uma década a respeito do pagamento de propina revelou corrupção generalizada envolvendo dezenas de políticos e empresários durante um período em que o partido de Lula estava no poder”, descreve a reportagem, transcrita pelo Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. 

 

O Financial Times cita que muitas das decisões para deslegitimar os resultados da investigação estiveram nas mãos de Toffoli. Recentemente, o ministro anulou todas as condenações da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) contra Marcelo Bahia Odebrecht no âmbito da Lava Jato.

 

“Nos últimos seis meses, Toffoli também suspendeu multas multimilionárias por corrupção cobradas em um acordo da Odebrecht — agora rebatizada como Novonor — e a J&F, a holding dos irmãos Batista com o Ministério Público Federal “, contextualizou. 

 

À publicação, o gabinete de Toffoli afirmou que as decisões seguem precedentes estabelecidos pela Corte em 2022 e são “baseados na Constituição e nas leis do país”, além de afirmar que as multas suspensas estão atualmente em renegociação.

 

A Operação Lava Jato, segundo o jornal, foi aplaudida por combater uma cultura de “impunidade profundamente arraigada entre os ricos e poderosos do Brasil”, mas revelações posteriores de conluio entre juízes e procuradores alimentaram alegações “de que se tratava de uma caça às bruxas com motivação política”. 

Romance ‘Leite Derramado’ de Chico Buarque figura entre indicados do ‘Financial Times’
“Leite Derramado”, romance de Chico Buarque publicado em 2009 no Brasil, foi eleito na lista do jornal “Financial Times” um dos melhores livros de 2012. Este ano, o escritor americano Jonathan Franzen, autor de “Liberdade”, já havia indicado no “The Guardian”, outra obra de Chico, “Budapeste”. Com informações de Ancelmo Gois, jornal O Globo.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os nepo babies parecem meio perdidos. Alguém precisa dar uma orientação pra eles. Tem até filho feio confundindo o próprio pai. Enquanto isso, o Cacique vai ter que lutar pra afastar a imagem de pé frio, e Zoião tenta convencer que é desenrolado. Mas quem tá passando uma mensagem meio confusa é o Rambo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Tânia Scofield

Tânia Scofield
Foto: Thiago Tolentino / Antena 1 Salvador

"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".


Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".
 

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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