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fim do ano
Durante sua participação nos festejos do 2 de Julho, nesta quinta-feira (2), o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, revelou que já estuda atrair grandes atrações para os festejos do fim de ano. Sem citar nomes, Isaac compara com o do ano anterior, com a participação de Roberto Carlos e Frei Gilson, desejados pela Prefeitura de Salvador para integrar a programação do Natal deste ano.
Além da possibilidade de contar com o grupo na celebração natalina, Edington afirmou que a gestão municipal também trabalha para trazer grandes novidades ao Festival da Virada para 2027, embora as negociações ainda estejam em andamento. "Certamente a gente vai ter surpresas aí também para o final do ano", brinca o presidente da Saltur.
Segundo Edington, a organização dos principais eventos da capital baiana exige um planejamento que se estende por grande parte do ano, devido à complexidade logística e operacional. "A gente está a todo vapor. Você sabe que tem alguns eventos que têm uma complexidade tão grande que a gente praticamente passa boa parte do ano planejando", defende.
O presidente da Saltur também antecipou o calendário cultural e turístico de Salvador. De acordo com ele, a prefeitura está finalizando uma parceria com o Palacete Tira-Chapéu para a realização do Wine Brasil, evento que reunirá vinho e música na capital baiana.
"Dando até um pequeno spoiler aqui, estamos trabalhando numa parceria com o Palacete Tira-Chapéu para a realização, este ano, do Wine Brasil Festival, que é um festival de vinho e música", relata. Ainda segundo Edington, a proposta é que o festival passe a integrar oficialmente o calendário de eventos de Salvador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).