Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
festval virada 2025
A nova MPB - Música Periférica Baiana foi defendida por Psirico antes de sua apresentação no Festival Virada Salvador nesta sexta-feira (28). Em coletiva de imprensa, Márcio Victor comentou sobre o cenário do pagode na Bahia e afirmou que o gênero musical é o “canto do povo” e afirmou que o pagodão é o ritmo que comanda no estado.
..jpg)
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias
“É uma vontade de todo mundo que a música fale sobre bem sobre a mulher, que a música fale sobre as mazelas que a gente faz na periferia. O pagode é o canto do povo, o pagode é o canto do Povo baiano, é o canto nosso. A gente respeita a influência que vem de fora. A gente respeita o sertanejo, o funk, mas na Bahia quem manda é o pagodão. A gente tem dito isso.
“A gente tem que defender esse ritmo. Eu me lembro que a imprensa do Rio de Janeiro fez isso com um funk, foi imprensa que falou bem, foi a imprensa que mostrou e transformou o funk num assunto comercial que o Brasil inteiro consome. Então, quanto mais a gente potencializar, quanto mais a gente defender o que é nós, a gente volta a ser visto pelo mundo”, completou Psirico.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.