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festival viva salvador 2024
O "Viva Salvador 2024 - Festival da Cidade" que celebrou os 475 anos da capital baiana superou a média de audiência registrada no ano passado em relação à TV Globo. Na média nacional, o evento deste ano cresceu 12%. Em Salvador, o crescimento foi de 11%, mesmo índice em São Paulo; e 8% no Rio de Janeiro.
Segundo a prefeitura de Salvador, no ano passado, a exibição teve uma hora a mais. Os dados deste ano ainda são prévios e sujeitos a alterações.
O Viva Salvador se encerrou neste sábado (6) na Praça Maria Filipa, no Comércio, com apresentações de vários artistas, a exemplo de Carlinhos Brown, Larissa Luz, Seu Jorge, Banda Didá e Luedji Luna.
Em homenagem aos 475 anos de Salvador, a Escola de Samba Unidos do Viradouro, tricampeã do Carnaval carioca, se apresenta em Salvador no próximo sábado (6). A apresentação, que acontecerá na Praça Maria Felipa, no Comércio, marca o encerramento do Festival Viva Salvador 2024.
O espetáculo montado para celebrar o aniversário da cidade terá como anfitriões os artistas Larissa Luz e Carlinhos Brown e terá ainda participações de Seu Jorge, Luedji Luna e Banda Didá.
A Unidos do Viradouro é a atual campeã carioca. Este ano o tema do enredo foi “Arroboboi, Dangbé”, que fala sobre o culto ao vodum serpente. Além disso, o defile contou também com a presença da baiana Lore Improta, que é musa da escola.
A comissão de frente da escola é liderada por Priscilla Mota e Rodrigo Negri e foi um dos grandes destaques do desfile, garantindo uma abertura impactante da Vermelho e Branco. Na Avenida, a aparição de uma serpente rastejando pela pista e a finalização da apresentação com um grande arco-íris impactaram a Sapucaí. Um dos elementos do desfile que fará parte da apresentação em Salvador será a mesma Serpente usada no desfile.
Outro ponto forte da Escola, esse ano, foi a bateria, chamada de Furacão Vermelho e Branco, comandada por mestre Ciça. Os ritmistas levantaram o público com um show de ritmo e paradinhas que faziam alusão aos toques do Candomblé Jeje.
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Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.