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Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

festival de brasilia

Filme gravado na Bahia com Agatha Moreira estreia no Festival de Brasília
Foto: Antonny Carvalho

As paisagens do sertão entre Bahia e Pernambuco chegam às telas do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com “Tempo à Faca”, longa dirigido por Diogo Oliveira a partir de uma história original de Ruy Guerra. Filmada entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), a produção terá sua primeira exibição pública nesta terça-feira (15), dentro da Mostra Caleidoscópio, reunindo no elenco Agatha Moreira, Uiliana Lima, Irandhir Santos, Vertin Moura, Marcelo Flores e Júlio Adrião.

 

O filme parte do sertão nordestino para construir uma narrativa atravessada por diferentes formas de violência, desejo e acerto de contas. A história acompanha personagens marcados por escolhas do passado e por caminhos que parecem já determinados, mas que podem tomar novos rumos diante dos encontros que surgem ao longo da trajetória.

 

Agatha Moreira interpreta Neta, uma mulher que atravessa as estradas sertanejas em uma jornada movida pela vingança. No percurso, o encontro com Solange, vivida por Uiliana Lima, coloca em perspectiva a possibilidade de abandonar o caminho que havia escolhido. Em outra frente da narrativa, o personagem Deodato Cruz, interpretado por Júlio Adrião, retorna ao lugar onde nasceu para cumprir um compromisso assumido com a mulher antes de sua morte.

 

A estreia em Brasília também representa a chegada do filme à tela grande depois das etapas de produção e finalização. Para Vânia Lima, produtora executiva da obra, o encontro com o público em um dos principais festivais do país dá um significado especial ao momento.

 

“É a primeira vez que o filme será exibido na telona, e fazer isso em um festival tão importante para o cinema brasileiro torna esse momento ainda mais especial”, afirma.

 

“Tempo à Faca” marca ainda uma nova colaboração entre Ruy Guerra e a Têm Dendê Produções. Os dois já haviam trabalhado juntos em “Dia de Cão”, de 2014, e na série “Gravador de Histórias”, lançada em 2017. O roteiro do longa foi desenvolvido por Ruy Guerra e Diogo Oliveira, com colaboração de Bruno Laette.

 

A produção baiana integra a Mostra Caleidoscópio, que nesta edição apresenta cinco longas de diferentes regiões do Brasil. A seleção reúne trabalhos que exploram linguagens e formatos diversos, aproximando ficção, não ficção, documentário, animação e experimentação.

 

Realizado entre 11 e 19 de setembro, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é um dos principais encontros do audiovisual nacional. “Tempo à Faca” será distribuído pela Lança Filmes.

 

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Aldri Anunciação é eleito 'Melhor Ator' no Festival de Brasília
Foto: Filppo Pitanga / Instagram Aldri Anunciação

No ar na novela “Segundo Sol” e apresentador do programa Conexão Bahia, o ator, apresentador, diretor e dramaturgo Aldri Anunciação conquistou o troféu de "Melhor Ator" no Festival de Brasília. O artista recebeu o prêmio durante a cerimônia realizada no Cine Brasília, no último domingo (23).

 

Única produção baiana a concorrer nesta edição do festival, "Ilha" também venceu na categoria "Melhor Roteiro". Com direção assinada por Ary Rosa e Glenda Nicácio, o longa-metragem conta a história do jovem Emerson (Renan Motta), um morador da periferia que quer fazer um filme sobre sua vida na ilha. Mas para isso, ele sequestra o cineasta Henrique (Aldri Anunciação) e, juntos, os dois reencenam sua vida.

 

Mas o grande vencedor do concurso foi "Temporada", de André Novais Oliveira. O longa-metragem levou o Troféu Candango em cinco categorias, entre elas Melhor Filme, Melhor Atriz para Grace Passô, Melhor Ator Coadjuvante para Russão, Melhor Fotografia para Wilsa Esser e Melhor Direção de Arte para André Novais Oliveira. Alguns dos outros trabalhos premiados foram "A Sombra do Pai", o documentário "Bixa Travesty" e os curta-metragens "Reforma" e "Guaxuma".

Para Minha Amada Morta, filme de cineasta baiano leva 7 prêmios no Festival de Brasília
Foto: Divulgação
Após vencer o Festival de Cinema Mundial de Montreal, em sua primeira exibição, o longa-metragem “Para Minha Amada Morta”, dirigido pelo cineasta baiano Aly Muritiba, levou sete troféus Candango na 48ª edição do Festival de Brasília, realizado entre 15 e 22 de setembro. A produção foi premiada nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção (Aly Muritiba), Melhor Ator Coadjuvante (Lourinelson Vladmir), Melhor Atriz Coadjuvante (Giuly Biancato), Melhor Fotografia (Pablo Baião), Melhor Direção de Arte (Monica Palazzo) e Melhor Montagem (João Menna Barreto).  A estreia comercial do filme está prevista para março de 2016.
Filme de cineasta baiano será exibido no Festival Internacional de Veneza
Foto: Divulgação
O cineasta Aly Muritiba, nascido em Mairi, na Bahia, e radicado em Curitiba, tem dois filmes selecionados para serem exibidos em festivais internacionais. O curta-metragem “Tarântula” estará na seleção paralela Orizzonti do Festival Internacional de Veneza. O filme, que tem codireção de Marja Calafange, fará parte ainda do 48º Festival de Brasília, junto com o longa-metragem “Para Minha Amada Morta”, que também integra o 39º Festival des Films du Monde de Montreal, no Canadá.
Filha de Glauber Rocha anuncia fechamento de memorial do cineasta baiano
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Durante homenagem ao cineasta baiano Glauber Rocha na abertura do 47ª edição do Festival de Brasília, sua filha, Paloma Rocha, anunciou o fechamento até o fim do ano do Templo Glauber, memorial do cineasta mantido no Rio de Janeiro. Grande parte do acervo de Glauber, que viveu apenas 42 anos mas produziu 22 filmes, já se encontra aos cuidados da Cinemateca Brasileira, em São Paulo, para visitação pública. “Hoje, o Templo Glauber está fadado ao fechamento no final do ano. Mesmo assim, o sertão virou mar e mais uma vez estamos aqui em Brasília, terra que Glauber escolheu para fazer seu filme testamento, ‘A Idade da Terra’’, disse Paloma ao público presente no festival.
Obra de Glauber Rocha é homenageada na abertura do Festival de Brasília
Foto: Reprodução
O Festival de Brasília, o mais antigo do país, inicia sua 47ª edição nesta terça-feira (16). A abertura contará com a exibição de uma cópia restaurada de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, clássico do baiano Glauber Rocha, que em 2014 completa 50 anos de lançamento. A homenagem terá a presença de Paloma Rocha e Henrique Cavalheiro, filhos do diretor, falecido em 1981, e do ator Othon Bastos, que vive o cangaceiro Corisco no filme. O festival segue até o dia 26 de setembro, com exibição de 6 longas e 12 curtas-metragens. 
Filme baiano é aplaudido no Festival de Brasília
Foto: Divulgação
O filme baiano “Depois da Chuva” foi exibido na noite da última sexta-feira (20), no Festival de Brasília. O longa, dirigido por Cláudio Marques e Marilia Hughes, que fala sobre o período de transição da ditadura, foi bastante aplaudido pelo público. “A motivação para fazer o filme foi, de fato, a ausência de outros trabalhos sobre esse período tão importante da nossa história”, afirma Cláudio. “Eu me lembro do período das Diretas como aquele em que despertei para a vida adulta, para as questões políticas e amorosas”, acrescenta.
Longa de ficção baiano 'Depois da Chuva' é selecionado para Festival de Brasília
Foto: Divulgação/ Agnes Cajaíba
O filme “Depois da Chuva”, totalmente produzido em Salvador, foi selecionado para o 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, na categoria longa-metragem de ficção. Um dos mais tradicionais e importantes do país, o festival acontece de 17 a 24 de setembro, contemplando cinco categorias competitivas, com seis filmes cada. Ambientada em 1984, quando o país foi às ruas pedindo eleições diretas para presidência da República (Diretas Já), a produção dialoga intensamente com o momento atual do país, marcado pelos protestos que levaram a população novamente às ruas, em busca de uma participação mais efetiva na vida política. Realizado pela produtora Coisa de Cinema, dirigida por Cláudio Marques e Marília Hughes, “Depois da Chuva” traz a atmosfera dos anos 80, com o começo da epidemia da Aids, a força do punk-rock e a ameaça de uma guerra nuclear.
 
“Depois da Chuva” é o primeiro longa-metragem de Cláudio Marques e Marília Hughes, diretores de seis curtas-metragens que acumulam 39 premiações e 150 participações em mostras e festivais. O projeto foi viabilizado pelo Edital de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura (R$ 1,2 milhões) e do governo do Estado da Bahia (R$ 200 mil) e filmado durante cinco semanas entre junho e julho de 2012.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Eduardo Girão

Eduardo Girão
Foto: Antena 1 Salvador

“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada". 

 

Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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