Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
festa em ipiau
Um professor acusou ter sofrido racismo e violência em uma abordagem policial no camarote da festa de São Pedro em Ipiaú, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano. O docente, identificado como Willian Silva, morador de Jequié, usou as redes sociais para relatar que os agentes foram ao local, o acusando pelo furto de celulares no camarote e cometeram as agressões. No relato, ele afirma que os policiais são despreparados e sem capacitação.
“Na abordagem comecei falar que eu não era bandido, e não era ladrão, informei que eu era professor. Hoje os livros que eu estudei sobre preconceito estrutural faz todo o sentido!”, escreveu no Instagram. O professor disse ainda só divulgou a situação para mostrar o preconceito nas abordagens policiais. O homem afirmou ainda que vai procurar justiça para cobrar punição ao caso.
Procurado pelo site, o Tenente-coronel Jocevã Oliveira – Comandante da 55ª Companhia Independente da Polícia Militar de Ipiaú (CIPM) – negou que o comportamento dos policiais, incluindo o do próprio oficial, tenha sido ofensivo.
“Algumas pessoas tiveram seus celulares furtados no camarote e indicaram ele como um dos suspeitos. Quando eu o abordei pra esclarecer , segurando seu braço e informando da suspeição, ele passou a fazer escândalo e reagindo com agressividade. A única coisa que fizemos foi imobilizar e algemar pela agressividade dele, que ficou se jogando ao chão, dizendo que não era ladrão e que era preto. Pedindo pra filmarem, pra gente atirar e bater nele”, comentou o comandante.
O homem foi ainda levado à delegacia pelos supostos crimes de desacato e resistência. Após ser ouvido, o professor foi liberado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.