Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
festa em ipiau
Um professor acusou ter sofrido racismo e violência em uma abordagem policial no camarote da festa de São Pedro em Ipiaú, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano. O docente, identificado como Willian Silva, morador de Jequié, usou as redes sociais para relatar que os agentes foram ao local, o acusando pelo furto de celulares no camarote e cometeram as agressões. No relato, ele afirma que os policiais são despreparados e sem capacitação.
“Na abordagem comecei falar que eu não era bandido, e não era ladrão, informei que eu era professor. Hoje os livros que eu estudei sobre preconceito estrutural faz todo o sentido!”, escreveu no Instagram. O professor disse ainda só divulgou a situação para mostrar o preconceito nas abordagens policiais. O homem afirmou ainda que vai procurar justiça para cobrar punição ao caso.
Procurado pelo site, o Tenente-coronel Jocevã Oliveira – Comandante da 55ª Companhia Independente da Polícia Militar de Ipiaú (CIPM) – negou que o comportamento dos policiais, incluindo o do próprio oficial, tenha sido ofensivo.
“Algumas pessoas tiveram seus celulares furtados no camarote e indicaram ele como um dos suspeitos. Quando eu o abordei pra esclarecer , segurando seu braço e informando da suspeição, ele passou a fazer escândalo e reagindo com agressividade. A única coisa que fizemos foi imobilizar e algemar pela agressividade dele, que ficou se jogando ao chão, dizendo que não era ladrão e que era preto. Pedindo pra filmarem, pra gente atirar e bater nele”, comentou o comandante.
O homem foi ainda levado à delegacia pelos supostos crimes de desacato e resistência. Após ser ouvido, o professor foi liberado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.