Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
/
Tag

Artigos

Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

Cartografia da Erosão Eleitoral

Em uma janela eleitoral curta, a erosão não depende apenas do conteúdo de uma narrativa. Ela emerge da interação entre alcance, repetição, credibilidade percebida, congruência identitária, carga moral, capacidade de correção e propensão à abstenção ou mudança de escolha.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

federacao portuguesa de futebol

Cristiano Ronaldo quebra silêncio e acusa Jorge Jesus de faltar com a palavra na seleção
Foto: Reprodução/Instagram/@cristiano

Prestes a completar uma semana que abandonou a concentração da Seleção Portuguesa durante esta Super Data Fifa, Cristiano Ronaldo utilizou as redes sociais, nesta terça-feira (6), para se pronunciar sobre seu atrito com o técnico Jorge Jesus. Segundo o camisa 7, o "selecionador", como se dirige a JJ durante todo o comunicado, teria "faltado com a palavra" em duas oportunidades. Apesar da afirmação, o atacante se colocou à disposição para continuar sendo convocado para a equipe nacional.

 

"Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade", disparou o craque em um trecho do comunicado.

 

Segundo Ronaldo, Jorge Jesus não cumpriu duas promessas que havia feito em reunião realizada entre os dois e junto a Simão Coutinho, diretor desportivo do Al Nassr.

 

A primeira seria ao afirmar que ele jogaria por 30 minutos contra a Noruega, em Oslo, pela segunda rodada da Liga das Nações. Na ocasião, CR7 chegou a ir para o aquecimento, mas não foi acionado pelo treinador.

 

Já a segunda, Jorge Jesus teria afirmado que começaria a coletiva de imprensa seguinte ao jogo falando sobre a polêmica com CR7. A ideia era que o treinador dissesse que o jogador nunca fez qualquer exigência para estar em campo por determinada minutagem, que isso havia sido proposto pelo próprio Jesus, e que havia sido um erro colocar o atacante para aquecer sem a intenção de utilizá-lo.

 

"Acabamos a reunião com o treinador me pedindo um abraço e me prometendo que ia dizer na coletiva o que acabara de me dizer a mim e que o assunto estava finalizado. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão", disse CR7.

 

Finalizando seu comunicado, Cristiano pediu desculpas à Federação Portuguesa de Futebol (FPF), aos companheiros, mas principalmente aos portugueses.

 

"Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha. Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí", explicou.

 

CONFIRA O COMUNICADO DE CRISTIANO RONALDO NA ÍNTEGRA:
Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.

 

Após o Mundial de 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.

 

No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.

 

Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.

 

Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa.

 

Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.

 

Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.

 

Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.

 

O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.

 

Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.

 

Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.

 

O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.

 

Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.

 

Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos.

 

Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.

 

À hora de almoço do day do jogo na Noruega um adjunto do selecionador veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.

 

Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino, porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão, mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.

 

O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado.

 

O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.

 

No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.

 

Passadas 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho, uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.

 

Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.

 

Concordámos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.

 

O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.

 

Acabámos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.

 

A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos.

 

Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.

 

As notas validadas foram:

 

Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.

 

Sei o quanto ele vive e ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.

 

O plano que propus ao Cristiano foi aceite.

 

Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.

 

Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.

 

Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.

 

Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.

 

Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.

 

Era a segunda vez que me estava a faltar à palavra dada.

 

Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.

 

Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do day dessa conferência de imprensa, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.

 

Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.

 

Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito, melhor ou pior, o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.

 

Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.

 

Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.

 

A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.

 

A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.

 

Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém.

 

Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.

 

Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.

 

Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.

 

Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.

 

Cristiano Ronaldo
6 de Outubro de 2026

Portugal anuncia a contratação do técnico Jorge Jesus
Foto: Instagram / @jorgejesus

Portugal virou a página depois da eliminação na Copa do Mundo de 2026. Dias após cair diante da Espanha nas oitavas de final, a Federação Portuguesa de Futebol acertou a chegada de Jorge Jesus para comandar a seleção no novo ciclo. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (10), através das redes sociais. Confira: 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por Portugal (@portugal)

 

Aos 71 anos, o treinador português substituirá Roberto Martínez, que deixou o cargo logo depois da queda no Mundial. O contrato de Jorge Jesus terá duração de quatro anos, com validade até 2030.

 

O vínculo permitirá que o ex-técnico do Flamengo esteja à frente de Portugal na Eurocopa de 2028 e também na Copa do Mundo de 2030, torneio que terá Portugal, Espanha e Marrocos como sedes principais.

 

A escolha marca a primeira experiência de Jorge Jesus no comando de uma seleção nacional. Depois de uma carreira construída principalmente em clubes, o treinador assume agora a missão de conduzir uma das gerações mais talentosas do futebol português em um ciclo de forte cobrança.

 

O primeiro desafio será acelerar a adaptação antes da próxima edição da Liga das Nações, prevista para começar em setembro. A FPF entende que o novo treinador precisará implementar rapidamente suas ideias para evitar que a eliminação na Copa deixe marcas mais profundas no grupo.

 

Segundo o jornal português A Bola, Jorge Jesus receberá menos de 4 milhões de euros brutos por temporada, aproximadamente R$ 25,6 milhões na cotação atual. O valor é bem inferior ao salário que o treinador recebia no Al-Nassr, da Arábia Saudita, onde ganhava cerca de 12 milhões de euros anuais, algo próximo de R$ 76,8 milhões.

 

A diferença financeira, no entanto, não travou o acordo. Ainda de acordo com a publicação, comandar Portugal era um desejo antigo de Jorge Jesus, que recusou outras possibilidades nas últimas semanas para priorizar o projeto da federação.

 

O novo selecionador chega depois de uma passagem pelo futebol saudita e de trabalhos marcantes em clubes como Benfica, Sporting, Flamengo, Fenerbahçe e Al Hilal. No Brasil, ganhou projeção histórica ao comandar o Flamengo nas conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro de 2019.

 

Roberto Martínez encerrou sua passagem por Portugal após a eliminação para a Espanha. O treinador espanhol assumiu a seleção depois da Copa de 2022, mas não conseguiu levar a equipe a uma campanha de maior impacto no Mundial de 2026.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Procura-se urgentemente uma marca de pijama que dê patrocínio, ou pelo menos faça um preço mais camarada, depois das eleições desse ano. A sensação que ficou é ninguém ganhou e ninguém perdeu, mas todo mundo perdeu. Pro lado do Cacique, o grupo saiu "triste-alegre". Triste com a iminente derrota do Molusco, e alegre com o novo banho que deu no Soberano - sobretudo aqui em Salvador. Já o lado do Soberano o clima é de enterro. Um monte de gente sem mandato pra acomodar, uma conta enorme pra pagar, e a PF no cangote. Teremos que esperar...

Pérolas do Dia

Navi Pillay

Navi Pillay
Fotos: Reprodução / Redes Sociais / The White House [A Casa Branca]

"Talvez dividiria com Trump".

 

Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda
O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

Mais Lidas