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Paolo Maldini e Leonardo deixaram seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC) nesta segunda-feira (27), apenas 16 dias após serem anunciados como reforços da entidade. A decisão ocorreu após o presidente Giovanni Malagò barrar a escolha de Andrea Pirlo para o comando técnico da seleção italiana.
Maldini ocupava o cargo de diretor de seleções da FIGC, enquanto Leonardo, campeão mundial com o Brasil em 1994, atuava como consultor da federação. A informação foi divulgada pela Sky Sports e pelo jornalista Fabrizio Romano.
Os dois dirigentes lideravam o processo de definição do novo treinador da Itália, posto que está vago desde a saída de Gennaro Gattuso, em abril. O ex-técnico deixou a seleção após não conseguir classificá-la para a Copa do Mundo de 2026.
Durante a busca por um substituto, Maldini e Leonardo fizeram contatos com Carlo Ancelotti e chegaram a negociar com Pep Guardiola. Ao fim das conversas, Andrea Pirlo foi definido como o nome escolhido para assumir a equipe.
No entanto, a indicação foi rejeitada por Malagò em razão da ligação comercial de Pirlo com uma casa de apostas da Rússia, da qual o ex-meio-campista é garoto-propaganda. Após o veto, Maldini e Leonardo procuraram o presidente da FIGC para pedir esclarecimentos e, em seguida, optaram por entregar seus cargos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).