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federacao de futebol de curacao
A exatos um mês para o início da Copa do Mundo 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, a Federação de Futebol de Curaçao (FFK) anunciou que, nesta segunda-feira (11), o técnico holandês Fred Rutten pediu demissão do cargo. Segundo a entidade, a decisão aconteceu após uma série de notícias sobre os jogadores estarem insatisfeitos com o seu trabalho e divergência com lideranças da agremiação.
“Não deve haver um clima que prejudique as relações profissionais saudáveis dentro da equipe ou da equipe técnica. É por isso que renunciar é a decisão certa. O tempo está apertado e Curaçao precisa seguir em frente. Lamento como as coisas se desenrolaram, mas desejo o melhor a todos”, disse Rutten, em nota divulgada pela FFK.
Curaçao jogará sua primeira Copa do Mundo este ano. A seleção da América Central está no Grupo E, ao lado de Alemanha, Costa do Marfim e Equador. Com o primeiro jogo marcado para o dia 14 de junho, às 14h, contra os germânicos.
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— Curaçao National Football Team (@TheBlueWaveFFK) May 11, 2026
The Federashon Futbòl Kòrsou (FFK) announced that Fred Rutten has decided to step down as head coach of the Curaçao national team following constructive discussions with the federation’s leadership.
Although… pic.twitter.com/4qdBNPNXPm
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Capitão Alden
"Eu acho que chega a ser inocência demais você pensar assim. A pesquisa que foi feita indica que, a cada 10 votos que ACM Neto teve na última eleição, a cada 10 votantes, cerca de 7 a 8 teriam votado em Lula”, contextualiza. “Então, na cabeça deles, se eles apoiarem, por exemplo, o Flávio Bolsonaro, esse votantes ou aqueles que votaram e Lula poderiam não votar neles, mas chega a ser inocência você dizer ‘olhe, é certo que eu vou apoiar Flávio no segundo turno".
Disse o deputado federal da Bahia, Capitão Alden (PL) ao avaliar como “inocência” a hesitação do pré-candidato ao governo da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), em declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.