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federacao belga
A Fifa pretende revisar suas regras disciplinares após a controvérsia envolvendo a suspensão da punição automática do atacante Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos, durante a Copa do Mundo. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (15) pela Federação Belga de Futebol (RBFA), que cobrou explicações sobre a decisão.
Balogun havia recebido um cartão vermelho, que resultaria em suspensão automática de uma partida. A Fifa, no entanto, suspendeu a sanção, permitindo que o jogador enfrentasse a Bélgica nas oitavas de final do Mundial.
O caso ganhou repercussão após o presidente norte-americano, Donald Trump, declarar que pediu pessoalmente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, que revisasse a punição. A situação levantou dúvidas sobre a autonomia dos procedimentos disciplinares da entidade.
Após a reunião do Conselho da Fifa, realizada em Zurique, na Suíça, a presidente da federação belga e integrante do conselho, Pascale Van Damme, informou que o artigo 27 do Código Disciplinar será revisado. O dispositivo permite a suspensão de sanções em circunstâncias excepcionais.
A proposta de alteração deverá ser submetida à aprovação do conselho em sua próxima reunião, marcada para 16 de dezembro, em Doha, no Catar.
A RBFA havia solicitado esclarecimentos sobre os critérios utilizados para suspender a punição de Balogun. Segundo a entidade, as respostas recebidas não esclareceram de maneira satisfatória a aplicação do artigo nem os parâmetros previstos para situações semelhantes.
A federação belga também pediu garantias de que não houve interferência externa no processo disciplinar. Entre as reivindicações estão a definição mais clara das circunstâncias que justificam a aplicação do artigo 27 e a garantia de que as associações nacionais possam apresentar suas posições em casos futuros.
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Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.