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faculdade municipal de salvador
O vereador Sandro Bahiense criticou, durante discurso no plenário da Câmara Municipal de Salvador, o que chamou de “invasão” chinesa na Bahia ao defender um projeto de indicação para implantação de uma faculdade municipal em Salvador.
A proposta apresentada pelo parlamentar prevê a realização de estudos para instalação da unidade de ensino superior no prédio do antigo Colégio Nossa Senhora das Mercês, localizado na Avenida Sete de Setembro, no Centro da capital baiana.
Durante a fala nesta terça-feira (26), Sandro pediu apoio para estabelecer uma parceria com o governo chinês voltada para a área da educação, após fazer críticas à presença crescente de cidadãos chineses na Bahia.
“Vocês sabiam que hoje a Bahia está sendo invadida pela China? Eu já consultei. Eu preciso aqui do apoio do ministro da China, o Aisheng Peng. Eu quero que ele venha à Bahia fazer parceria com o município de Salvador para o crescimento social da nossa educação”, afirmou.
O vereador também declarou que a presença chinesa já teria se expandido de Camaçari para Salvador.
“A China já tomou conta de Camaçari. Está grande aqui também na cidade de Salvador e nada melhor do que trazer parceria com o gigante da educação chinesa. Nem que eu tenha que ir a Brasília ou à China, mas eu vou conquistar isso para a nossa querida cidade de Salvador”, disse.
O projeto de indicação prevê que a Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Smed), realize estudos técnicos, financeiros, urbanísticos e estruturais para avaliar a viabilidade da criação da faculdade municipal, além da possível aquisição do imóvel onde atualmente funciona a Escola Municipal Santa Ana das Mercês.
Segundo a proposta, a iniciativa busca ampliar o acesso ao ensino superior público para estudantes da rede municipal e moradores da capital que enfrentam dificuldades para ingressar em universidades públicas.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.