Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
faccoes no sul baiano
Uma mulher suspeita de vender armas para facções criminosas do sul da Bahia foi presa nesta segunda-feira (15), em Ilhéus, no Sul. A prisão é uma das 28 realizadas no curso da Operação Costa Segura, deflagrada ainda em Itabuna, Uruçuca e Itacaré, na mesma região. Outras ações ocorreram no Rio de Janeiro (RJ) e em João Pessoa, na Paraíba (PB).
Atuam na força-tarefa as polícias Civil, Militar e Federal. A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) não informou qual facção criminosa é alvo da operação.
Segundo a Polícia Civil, via G1, a mulher presa, que não teve o nome informado, é investigada por vender armas de fogo para integrantes de facções. As investigações apontaram que ela teria vendido uma pistola calibre 9 milímetros por cerca de R$ 10 mil, mas não chegou a entregar o armamento.
Para evitar a prisão, a suspeita trocava de endereço com frequência, na tentativa de despistar os investigadores.
Em Itabuna, as forças policiais cumpriram dez mandados de prisão dentro do Conjunto Penal da cidade. Oito celas foram revistadas, onde foram encontrados celulares, facas e drogas.
Conforme a Polícia Federal, entre os 28 presos estão lideranças do grupo criminoso, responsáveis por ordenar homicídios, distribuir armas e gerenciar o tráfico de drogas no sul da Bahia. Os investigados também mantinham ligações com chefes do tráfico em outros estados.
Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam pistolas, granadas e câmeras de videomonitoramento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.