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explosoes
Moradores do bairro de Ondina, em Salvador, registraram falta de energia elétrica no fim da tarde deste sábado (21). A interrupção no fornecimento ocorreu após relatos de explosões em um equipamento da rede elétrica na região. A causa das explosões teria sido uma árvore sobre a rede elétrica, que provocou o curto-circuito, após algumas horas, em torno de 20h54, a energia foi normalizada.
Testemunhas locais relataram ouvir dois estrondos em uma caixa de energia instalada em poste próximo ao condomínio Jardim Europa, o que provocou o desligamento imediato da luz em diversas residências e estabelecimentos próximos.
Veja como ficou o local:
? VÍDEO: Explosões em poste deixam moradores de Ondina sem energia em Salvador
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 21, 2026
Confira: ???? ?? pic.twitter.com/NCfz1Gon90
Equipes da Neoenergia Coelba foram acionadas e chegaram por volta das 17h14 no local para realizar os reparos necessários, algumas ruas ficaram sem energia. Após um trabalho de reparos que durou três horas, a energia foi arrumada.
O tráfego de pedestres e veículos nas proximidades do poste onde ocorreu o incidente exige atenção, embora não haja registro de feridos ou danos maiores a imóveis vizinhos. O BN entrou em contato com a Neoenergia Coelba sobre o caso, a assessoria responde que já está analisando as circunstâncias e que equipes já estão no local.
"Profissionais encontraram árvore sobre a rede elétrica, que provocou o curto-circuito. Os eletricistas estão realizando a remoção da vegetação para verificar o estado da fiação e realizar os reparos que forem necessários. Seguimos com equipes atuando na região para restabelecer para os consumidores", explica a empresa.
(Nota atualizada às 21h02 com novas informações da empresa)
A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) emitiu um alerta sobre uma simulação de treinamento de combate com agentes militares contra crimes contra bancos, avisando sobre barulho aos residentes no centro de Valença, na próxima quinta-feira (17). O evento contará com tiros, explosões e barulhos na cidade por volta das 23h e deve seguir até a madrugada.
Em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, o major Rodrigo Chaves da 33ª CIPM garantiu que o procedimento irá acontecer com rigorosos protocolos e terá duas partes: uma de instrução e outra do próprio simulado com bastante barulho.
“Vai gerar barulho. A gente vai simular e treinar o nosso efetivo para fazer o combate a intervenções nessa modalidade de crime. A gente vai ter instrução com a tropa durante todo o dia. E às 23 horas a gente vai fazer uma simulação onde os próprios policiais vão ser os figurantes e a outra parte da tropa fará a intervenção. Então a gente deve ter algumas explosões, tiros de festim”, declara o major.
A fim de garantir conforto e evitar qualquer problema, o major esclareceu em entrevista que o objetivo é uma instrução interna e alertar os moradores para não se assustar com a ação do departamento, explicando a ação divulgada nas redes sociais da cidade:
“Então a gente vai tentar trazer um cenário o mais real possível para que quando tenha uma ocorrência desse nível a nossa tropa esteja preparada e apta a dar o primeiro combate. Já houve outros simulados, e dessa vez vai ser em Valença”, esclareceu o comandante.
A equipe do Bahia Notícias entrou em contato com o Departamento de Comunicação Social (DCS) da Polícia Militar sobre a razão de não ter informado sobre o treinamento a imprensa. Em resposta curta, o departamento apenas mencionou que ocorreu localmente.
O mês de junho chegou e muita gente já está com a cabeça no São João. A festa popular é sinônimo de música, cultura e gastronomia típicas, e também muita alegria. No entanto, é também de um grande volume de atendimentos em unidades de saúde por conta de acidentes com fogos de artifício, muitos deles graves.
Nos últimos 10 anos, o mês de junho já chegou a concentrar 68,38% de todos os atendimentos por explosão com bomba no Hospital Geral do Estado (HGE), referência nos cuidados com ferimentos provocados por explosões e queimaduras. Foram 166 atendimentos em todo o ano, sendo 105 em junho.
A menor percentagem do mês no levantamento histórico é de 40,84%, em 2020, primeiro ano da pandemia e quando não houve festejos juninos públicos em toda a Bahia. Foram, em todo o ano, 71 casos de explosão com bomba atendidos no HGE, com 29 deles no mês de junho.
“Nós temos consciência desse aumento na demanda e, por isso, reforçamos nossas equipes para o atendimento aos baianos no mês de junho para casos de explosão e queimaduras. Sabemos da questão cultural do nosso povo, mas não podemos deixar de alertar sobre os perigos no manuseio de fogos de artifício e dos danos que os acidentes causam”, analisa a secretária da Saúde do Estado Roberta Santana.
No ano passado, foram 110 atendimentos por explosão com bomba, sendo 57 no mês de junho (51,81%). Já em 2023, até o final de maio, foram apenas 12 atendimentos pelo mesmo tipo de ocorrência.
Um fator que pode ter contribuído para a redução na quantidade de casos de atendimento é a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2019 que reafirmou a proibição da guerra de espadas. Em 2018, haviam sido 130 atendimentos, com 73 (56,15%) em junho. No ano seguinte, o número caiu para 79, com 49 atendidos em junho. A proporção no mês é semelhante a 2018: 59,49%.
“Temos uma equipe multiprofissional de prontidão. É a rotina da gente. São mais de 400 cirurgias de mão por mês, um dos maiores índices do país e, em junho, são somados mais casos relacionados a fogos de artifício. É triste porque tem muita criança exposta”, avalia o médico-cirurgião Marius Wert, coordenador do Serviço de Cirurgia de Mão do HGE.
A média anual de atendimentos, que chegou a ser de 14 pessoas/mês, em 2014, se manteve estável em 6 por mês entre 2019 e 2021, voltando a crescer em 2022, com 9 atendimentos por mês.
Já em todo a Bahia, nos últimos cinco anos, foram 464 internações – casos mais graves – devido a explosões com bomba. O mês junho responde por 26,1% dessas internações.
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