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evangelicos na bahia
A prefeitura de Iaçu, no Piemonte do Paraguaçu, abriu licitação para contratar uma empresa especializada na construção da chamada “Praça da Bíblia”, na sede do município. O valor estimado da contratação é de R$ 429,2 mil, e a obra deverá ser concluída em até 120 dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço.
De acordo com o edital, os serviços incluem pavimentação, que representa o maior custo previsto, de R$ 168,1 mil, além da construção de banheiros, instalação de mobiliário urbano e playground.
A concorrência será realizada na modalidade eletrônica, com disputa marcada para o próximo dia 15 de setembro. As condições, especificações e exigências para participação estão disponíveis no edital e nos anexos do mesmo.
As chamadas “Praças da Bíblia” têm se espalhado pela Bahia e são apontadas como símbolo do poder de pressão de grupos evangélicos.
Há registros desses espaços em Salvador, Feira de Santana, Alagoinhas, Simões Filho, Jequié, Ichu, Ubaitaba e Ubaíra.
Cerca de quatro cidades baianas possuem a maior quantidade de pessoas que se declararam evangélicas no estado. Segundo o Censo Demográfico 2022 sobre religião, Mucuri no extremo sul da Bahia lidera a lista, seguida por Simões Filhos, na Região Metropolitana de Salvador, Nova Ibiá, Itapetinga e Nova Viçosa com 37,4% da população de 10 anos ou mais evangélica.
Na Bahia, os evangélicos tinham a segunda maior participação na população. Eram 23,3% das pessoas de 10 anos ou mais de idade (1 em cada 5), ou 2.869.362, em números absolutos. O estado tinha a quarta maior população evangélica do país, mas só a 20ª proporção entre as 27 unidades da Federação (ou a 8ª menor).
Depois dos católicos, em Salvador, os evangélicos eram o grupo religioso mais representativo, somando 523.449 pessoas ou 24,3% da população de 10 anos ou mais de idade. Salvador tinha a 7ª maior população evangélica do país, mas a proporção no total era apenas a 22ª ou a 6ª menor entre as capitais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.