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estudantes de urucuca
Alunas de um colégio de Uruçuca, no Sul baiano, desenvolveram um vinagre artesanal que tem o caldo da cana como matéria-prima. O projeto foi idealizado pelas alunas Mayelen Sena e Lavínia Lívia de Santos, com orientação do professor Valério Araújo, no Colégio Estadual do Campo de Serra Grande.
A iniciativa, que alia saberes ancestrais e geração de renda para a comunidade local, foi divulgada pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). De início, o projeto tem potencial para ser comercializado em pequena escala.
Conforme o Centro Tecnológico de Pesquisa e Produção de Alimentos (CTPPA), o vinagre de caldo de cana oferece benefícios à saúde, como o fortalecimento do sistema imunológico, auxílio na digestão e fornecimento de aminoácidos essenciais, nutrientes que não são produzidos pelo organismo e devem ser obtidos por meio da alimentação.
A proposta também tem como base uma receita ancestral. “As receitas ancestrais têm um valor gigante porque fazem parte da nossa história. Aprender com o que os mais velhos faziam é uma forma de manter viva a nossa cultura”, afirma a estudante Mayelen Sena.
Com apoio da Secretaria da Educação do Estado (SEC), o projeto estimula o empreendedorismo jovem e busca contribuir com a autoestima da comunidade.
As colegas já planejam vender o vinagre em eventos regionais e, dependendo da aceitação do produto, pretendem criar uma loja física. “Nosso objetivo é oferecer uma alternativa viável para consumidores e também atrair possíveis investidores”, completou Lavínia Lívia.
Um grupo de estudantes de Uruçuca, no Sul baiano, fez uma manifestação na manhã desta segunda-feira (27) no campus do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (If Baiano).
Segundo o Portal Gongogi, os jovens paralisaram as atividades para reivindicar uma série de melhorias, como qualidade na alimentação, reparos na residência estudantil, internet, professores no curso técnico em Agrimensura, além do combate ao que chamaram de assédio institucional.

Foto: Reprodução / Portal Gongogi
Uma estudante ouvida, Mariana Sarcerdote, afirmou que os problemas ocorrem há meses.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.