Artigos
A matemática do segundo turno
Multimídia
"Lula vai ganhar essa eleição porque virou na rede social e ocupou as ruas", afirma Luiz Caetano
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
estelionatos eletronicos
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (27), a Operação Falsa Ordem, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em estelionatos eletrônicos e fraudes praticadas em ambiente virtual. Ação coordenada pela polícia baiana ocorre simultaneamente em 10 cidades dos estados de São Paulo e Rio Grande do Norte, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva expedidos no curso das investigações.
Durante as apurações, foi constatado que o grupo possuía atuação interestadual, com ramificações identificadas também nos estados do Rio de Janeiro, Paraná e Pernambuco.
Entre os golpes investigados está o conhecido como “falso advogado”, no qual os criminosos obtêm informações reais de processos judiciais e entram em contato com as vítimas se passando por advogados ou representantes de escritórios de advocacia.
O grupo utilizava linguagem técnica, fotografias, nomes verdadeiros e até documentos processuais legítimos para induzir as vítimas a realizar transferências bancárias sob a falsa alegação de liberação de valores judiciais, pagamento de custas processuais ou desbloqueio de alvarás.
Um núcleo do grupo também praticava furtos de cartões de vítimas em grandes eventos nas capitais de Pernambuco, Paraná e Bahia. Durante os shows, um dos criminosos se passava por ambulante e, ao ter acesso ao cartão da vítima para realizar o pagamento na máquina, fazia a troca por outro semelhante, sem que a vítima percebesse.
Depois disso, o grupo utilizava o cartão furtado para efetuar diversas compras de equipamentos eletrônicos, incluindo videogames, os quais seriam posteriormente vendidos em uma loja especializada em receptação, em São Paulo.
As investigações da Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), apontam que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 4,2 milhões em operações financeiras relacionadas às fraudes praticadas, demonstrando o elevado grau de estruturação, alcance e capacidade operacional da organização criminosa.
As diligências seguem em andamento, com prioridade para apreensão de dispositivos eletrônicos e elementos informacionais que serão submetidos à perícia técnica especializada, visando identificar outros envolvidos, ampliar o rastreamento financeiro e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da organização.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gilberto Gil
"É preciso batalhar".
Disse o cantor e compositor Gilberto Gil ao compartilhar registro nas redes sociais onde faz uma reflexão sobre a liberdade de expressão e a democracia às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.