Artigos
A Santa Metafóra de Pinóquio Trans
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
eric ramires
Responsável por comandar o Galícia no acesso à elite do Campeonato Baiano após oito anos na Série B, o técnico Édson Fabiano também tem história no futebol de base da Bahia. Em entrevista ao podcast BN na Bola, realizada na última terça-feira (22), no canal do Bahia Notícias, ele revelou bastidores marcantes da passagem de dois nomes conhecidos do futebol brasileiro por suas mãos: Talisca e Eric Ramires.
Entre 2009 e 2016, Fabiano treinou as categorias de base do Bahia. Foi nesse período que, ainda no sub-15, Talisca despontava como um jovem promissor, embora com limitações físicas. "Ele chegou com uma técnica muito apurada, batia muito bem na bola, mas sofria fisicamente. Não era titular no início e, mesmo depois, só jogava um tempo comigo porque não aguentava os dois", lembrou.
"Era volante e depois virou meia-atacante", completou.
Outro caso citado foi o de Eric Ramires, atualmente no Red Bull Bragantino. Fabiano revelou que o meio-campista chegou ao sub-16 enfrentando dificuldades financeiras, o que quase o impediu de prosseguir nos treinos. "Ele morava em Salvador, mas não tinha condições de transporte. Pedi para que ele fosse morar no clube, porque ele realmente não conseguia treinar. Era um garoto franzino, mas demos todo o suporte", contou.
A entrevista teve a participação também de Jayme Brandão, diretor de futebol do Galícia. A dupla detalhou ainda os bastidores do acesso à Série A do Baianão 2026 e as perspectivas do clube para a próxima temporada.
O fã de esporte pode assistir a melhor resenha do futebol baiano no canal do Bahia Notícias no YouTube. Se inscreva no canal, compartilhe com os amigos e ative as notificações!
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Difícil".
Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD).